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DP6 Indica – Livro: Dados Demais (“Keeping Up With the Quants: Your Guide to Understanding and Using Analytics”)

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Título: Dados Demais (“Keeping Up With the Quants: Your Guide to Understanding and Using Analytics”)

Autores: Thomas H. Davenport, Distinguished Professor em Tecnologia da Informação e Administração na Babson College, Assessor Independente na Deloitte e autor de mais de dezoito livros sobre analytics, gerenciamento de conhecimento, machine learning e outros temas; e Jinho Kim, co-autor do livro.

Ano: 2013

Para quem se destina: Gestores iniciando no mundo do Big Data, tomadores de decisão, analistas de dados de um modo geral

Categoria: Data Science, Gerenciamento

Livros-guias podem ser muito simplistas ao tentar resumir em etapas fechadas processos que muitas vezes são mais complexos do que nos tentam mostrar. Porém, em Dados Demais, ou Keeping Up With the Quants: Your Guide to Understanding and Using Analytics, Thomas Davenport e Jinho Kim deixam claro como é importante para qualquer gerente de qualquer área ter um processo bem estruturado no trabalho analítico para garantir o mínimo de sucesso ao fim de um profundo mergulho em um mar de dados e informações.

Nesse sentido, Dados Demais é uma ótima introdução para gerentes e analistas que ainda estão tateando no mundo do Big Data, pois mostra não só com palavras, mas com exemplos como a tática de gerar relatórios e números sem a formulação de um problema ou hipótese não levará o trabalho analítico a lugar nenhum; ou como o processo de apresentação e criatividade pode ser tão importante quanto o estatístico e analítico para obter o resultado esperado após uma complexa investigação. Ou seja, Thomas e Jinho produziram um guia rápido para garantir que o trabalho analítico seja o mais eficiente possível em um mundo que, sabemos, transborda de dados, mas muitas vezes carece de pensamento estruturado ou motivações estratégicas e de negócio.

O livro trabalha com quatro etapas essenciais: Formulação do Problema, Solução do Problema, Comunicação e Ação dos Resultados e Análise Quantitativa e Criativa, que, por sua vez, se subdividem em outras etapas com suas próprias características. Mas o importante é entender que essas quatro etapas são igualmente importantes e dependentes uma da outra.

A primeira delas, de formulação do problema, pode parecer óbvia, mas partir de dúvidas ou hipóteses reais pode ser mais desafiador e raro do que se pode imaginar. Reconhecer o problema, como frisam os autores, requer um trabalho muito minucioso de reconhecer antes os stakeholders e interessados na análise, para garantir que a hipótese ou problema será identificada, verificada e replanejada para que todos estejam alinhados desde o início do trabalho analítico a ser realizado dos desafios, restrições e possibilidades que virão pela frente.

A solução do problema, etapa seguinte, aborda de modo simples e objetivo o básico para que um gestor saiba tocar um trabalho analítico mais profundo e estruturado. Desde a seleção de variáveis a serem exploradas, passando pela coleta de dados e todo o ferramental necessário para que então a análise possa ser feita de modo completo, passando rapidamente por métodos estatísticos com uma breve explicação do tema que servirá como introdução para quem quiser se aprofundar em estatística.

Porém, mesmo que o problema levantado lá no início seja solucionado e respondido, todo o esforço técnico de sua equipe ou consultoria analítica pode ir por água abaixo caso o resultado não seja bem apresentado e direcionado. Na experiência dos autores, fica claro como grandes trabalhos analíticos simplesmente não foram adiante por falta de carinho ao contar a história ou simplesmente porque os stakeholders não captaram a mensagem. “Os analistas devem ser mais que analistas, também precisam ser consultores em mudanças nas empresas”, frisam Davenport e Kim sobre a importância de se entender o negócio e os processos da empresa e não só o problema e o técnico na hora de se comunicar os resultados.

Por fim, na quarta etapa, os autores falam sobre boas práticas na hora de usar a criatividade a favor da analítica. Não apenas na apresentação dos resultados, mas em cada etapa deste longo processo, pois essa criatividade nada mais é do que “o reconhecimento de que resultados aparentemente complexos podem ser previstos ou explicados por fatores relativamente simples e mensuráveis”. Portanto, tanto na identificação de problemas, quanto na seleção de variáveis, análise estatística ou apresentação dos resultados, é possível investir um pouco mais de tempo, quando possível, para entender se todas as possibilidades estão sendo levadas em consideração e destrinchar cada uma delas.

Fica claro ao fim do livro como um projeto de imersão profunda em dados pode ser melhor estruturado, como um gestor pode acompanhar melhor o andamento do mesmo sem cair em armadilhas técnicas, quais as boas práticas ao se montar e desenvolver uma equipe de quants e, principalmente, como é importante entender e investir mais tempo em uma análise estruturada para alcançar resultados reais e sinceros.

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Firebase – 3 de 4

By | Marketing Digital | No Comments

Seja bem vindo ao terceiro post da série “Firebase” da DP6. Se você chegou só agora, sem problemas, este post explora questões independentes aos outros, mas recomendo muito a leitura de nossas duas outras entradas de nosso blog sobre o assunto.

Nesta edição vamos falar das funcionalidades do Firebase direcionadas para facilitar a vida do desenvolvedor e aumentando as capacidades dos Aplicativos.

Desenvolvimento

O Firebase é uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento de Apps. Ela traz à mesa toda estrutura Google para garantir alta performance de Bancos de Dados e funcionalidades de backend, tudo na Nuvem.

Vamos abordar as principais ferramentas direcionadas para Aplicativos Móveis e cada uma destas com certeza merece um post dedicado, mas aqui  farei uma introdução a cada uma, então vamos direto ao ponto!

Realtime Database

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A solução de banco de dados em tempo real do Firebase é estruturada em NOSQL e o grande objetivo é ter o armazenamento e sincronização entre usuários ativos a todo o momento para que a experiência de atualização de dados seja instantânea, mesmo entre diferentes plataformas (entre seu website e aplicativo, por exemplo) ou entre usuários (para colaboração ativa).

O grande destaque aqui é a possibilidade de criar apps que não precisam de um servidor para funcionarem, pois as informações são armazenadas conforme a estrutura desejada e, utilizando cloud functions é até mesmo possível rodar scripts backend para o tratamento de informações e adicionar inteligência ao app.

Outro ponto sempre a ser considerado quando construímos apps, é o aspecto offline. Usuários estão sempre em movimento com seus smartphones e nem sempre conseguem acesso à internet. Neste caso, o Database é capaz de usar o armazenamento local (local cache) do aparelho para oferecer a última versão possível dos dados.

Isso é especialmente útil para casos em que o app precisa fornecer informações mesmo antes de pedir ao usuário se logar.

Funcionamento

O Realtime database segue um conceito de sincronização de dados, ao invés de uma relação client-server. Toda a informação é processada localmente e diretamente transmitida para todos os usuários conectados. Para isso ocorrer, agilidade é o foco central. Usando uma linguagem dedicada chamada “Firebase Realtime Database Security Rules”, o database se limita à operações que possam ser realizadas rapidamente e é crucial ter isso em mente quando planejamos como e quando usuários poderão acessar/modificar informações.

O database pode ser aberto para leitura/modificação ou limitado por autenticação. Esta pode ser feita diretamente pela integração com o módulo de autenticação do Firebase (Firebase Auth).

Cloud Functions

Este módulo é focado para que, sem necessidade de rodar um servidor dedicado, seja possível adicionar inteligência backend para os Apps. Isso oferece grande flexibilidade contando com os servidores expansíveis do Google, retirando também a preocupação com escalabilidade.

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Muito da lógica de funcionamentos mais complexos e seguros que precisam ser concentrados em servidores, podem ser facilmente implementados via Cloud Functions. Atuando com a inteligência backend de Apps, essas funções podem atuar como o conector entre os outros módulos do Firebase. Quer enviar um e-mail de boas vindas para usuários que logaram pela primeira vez? Use uma função!

As Cloud Functions são implementadas via Javascript diretamente para um ambiente em Node.js e publicadas instantaneamente. Esta é uma ótima alternativa ou mesmo solução para evitar a necessidade imediata para o uso de servidores backend internos e complexos. Elas podem até mesmo ser utilizadas como uma interface entre o seu app e seu servidor para separar camadas lógicas mais simples (direto no Cloud Functions) e complexas (em seu servidor).

O funcionamento das funções é baseado em Triggers gerados pelo app tanto de forma manual como específicos dos outros módulos. Vale o destaque para a integração das cloud functions com o Google Analytics, que pode ser utilizado para realizar lógicas baseadas em seus objetivos de negócio, quando o Google Analytics enviar um evento de conversão, por exemplo.

Firebase Authentication

O Firebase também pode ser utilizado para autenticar usuários de forma facilitada com redes sociais ou até mesmo com seu próprio registro de usuários.

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A ferramenta facilita muito o processo de integração entre apps e sistema de autenticação e muito pode ser feito direto da interface.

Integração nativa:

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Depois de habilitadas, o SDK possui funcionalidades para cuidar da verificação de dados e métodos para redefinir senhas perdidas e modificar dados do login com templates personalizados, além disso, a criação, modificação e autenticação, além do gerenciamento e uso dos dados de login podem ser todos utilizados utilizando o SDK.

Além de uma ótima alternativa para rapidamente implementar e gerenciar usuários, vale lembrar que o módulo também interage com os outros módulos, enviando triggers para as Cloud Functions e integrando diretamente com o Realtime Database para gerenciar dados pessoais ou particulares a cada usuário.

Firebase Cloud Storage

Além de dados, o Firebase também oferece o módulo para armazenamento e gerenciamento de arquivos na nuvem, o Cloud Storage.

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Habilitando este módulo no SDK do firebase oferece a capacidade de realizar uploads e downloads de arquivos como fotos ou vídeos diretamente aos servidores do Google. Assim como outros módulos, o Cloud Storage possui o poder de escalabilidade do Google para remover a necessidade de gerenciamento de múltiplos servidores e problemas com o backend.

O destaque é para a compatibilidade com a realidade de smartphones. O Módulo de storage automaticamente pausa uploads em caso de perda de conexão e reativa o processo quando o usuário volta a ter cobertura de rede. O módulo também é integrado ao Firebase Authentication para que dados sejam facilmente separados e seguros para seus usuários.

Firebase Performance Monitoring

O cenário de smartphones é complexo por conta da diversidade existente de aparelhos e conexões que não param de crescer. O Módulo de Performance Monitoring ajuda diretamente com este aspecto, oferecendo ferramentas para acompanhar o desempenho de apps e diferentes tipos de aparelhos. Este módulo é disponível apenas para iOS no momento deste post.

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Com coleta de dados automática e personalizada esse módulo foca em acompanhar o tempo e uso de rede entre eventos e depois reporta seu diagnóstico quebrado pelos diferentes aparelhos, versões do App e região, para que seja possível entender com exatidão os momentos e aparelhos que precisam de mais atenção para manter usuários satisfeitos com sua experiência e evitar a perda por conta de fustrações.

Cada momento de coleta, chamado de Trace, acontece entre dois eventos, como por exemplo o momento entre apertar “Login” até o usuário chegar na tela incial do App.

Para cada Trace, o SDK captura uma série de informações automaticamente:

  • Tempo de resposta entre Traces.
  • Foreground e Background traces: O SDK consegue reconhecer a performance do App mesmo quando rodando em plano de fundo.

Para Traces que tenham comunicação com servidores (http/s), o SDK também coleta:

    • Tempo de resposta: O tempo que leva até a resposta
  • Tamanho: Tamanho em Bytes transferidos
  • Taxa de sucesso: Taxa de conexões bem sucedidas entre o App e servidores

Nos relatórios, os traces são cruzados por:

  • App version
  • Country
  • Device
  • OS
  • Radio
  • Carrier

E para aqueles que possuem comunicação com servidores, são oferecidas as visões por:

  • App version
  • Country
  • Device
  • OS
  • Radio
  • Carrier
  • MIME type

Crash Reporting (apenas iOS)

Além de oportunidades de melhoria na performance, algo que é necessário evitar a todo o custo são erros críticos (Crashes), estes são erros que causam o aplicativo para fechar inesperadamente, geralmente causando grande frustração e até mesmo a desinstalação. Para ajudar com este lado, o Firebase inclui o Crash Reporting.

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Integrado automaticamente ao SDK, o Firebase coleta informações sobre erros críticos. Os relatórios indicam informações importantes como o percentual de usuários afetados por erros e o detalhamento de cada erro, separado pelo número de ocorrências, tipo e descrição técnica.

Um destaque é a integração com o módulo de analytics. Os erros enviam o evento app_exception, que pode ser utilizado para investigação do comportamento de usuários que sofreram erros críticos para melhor identificar causas e focar esforços para ajustes técnicos.

Conclusão

O Google Firebase é uma suite de ferramentas que mostra seu poder quando utilizada em conjunto e os módulos oferecem grande flexibilidade para que apenas as ferramentas mais úteis sejam utilizadas sem causar peso excessivo do SDK.

Augusto  Roselli

– DP6

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Dinâmica do e-commerce brasileiro pode mudar com a chegada definitiva da Amazon no país

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Hoje, a Amazon atua no Brasil apenas com a venda de livros físicos, digitais e dispositivos de leitura. Porém, está se preparando para aumentar sua oferta de novos produtos no país, o que pode mudar radicalmente a dinâmica do e-commerce brasileiro.

Como mostra a matéria do Meio&Mensagem, mesmo com a venda apenas de livros, ela já havia causado mudança no cenário do e-commerce brasileiro, “haja vista que, mesmo a empresa não operando aqui além dos livros, vários consumidores brasileiros já são assinantes do serviço Amazon Prime.” Além disso, na semana em que o BTG Pactual apontou que a Amazon se preparava para aumentar sua oferta de novos produtos no Brasil, algumas concorrentes da empresa tiveram perdas: “as ações da B2W, por exemplo, chegaram a cair 3%, as das Lojas Americanas tiveram queda de 2% e as do Magazine Luiza recuaram 4,3%.”

Por conta disso, com receio de sofrerem essa perda novamente, as empresas começaram a mudar seus conceitos e estratégias, ampliando seus modelos para marketplace e já se adaptando para uma eventual chegada definitiva da Amazon no Brasil.

E, agora que isso está cada vez mais próximo de acontecer, as empresas concorrentes da Amazon devem manter e melhorar ainda mais suas estratégias para que suas ações não caiam da forma que caíram quando ela chegou no Brasil.

Leia mais sobre como a Amazon afetou o e-commerce brasileiro na matéria completa do Meio&Mensagem.

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Testes e Personalização de Conteúdo com Google Optimize 360: ferramenta disponível agora em versão enterprise

By | Marketing Digital | No Comments

Acompanhando a onda de lançamentos das novas ferramentas do Marketing Cloud do Google, recebemos recentemente o tão esperado Google Optimize 360. A ferramenta de testes e personalização de conteúdo da Google Analytics 360 Suite chega ao mercado de forma enfática: trata-se da primeira solução para testes realmente competitiva a ser lançada pelo Google, já que as investidas anteriores com o Google Website Optimizer e o Google Content Experiences não evoluíram a este ponto. Custos de investimento trabalhados em moeda local (R$) e facilidade na gestão da plataforma são alguns dos pontos positivos oferecidos pelo Optimize 360.

A plataforma nos possibilita testar diferentes variações de um mesmo website e entender de que forma cada uma das versões testadas impacta o comportamento dos usuários – a partir disso, a tarefa de otimizar a experiência dos clientes e torná-la cada vez mais exclusiva e pessoal passa a ser muito mais simples!

Mas como a ferramenta funciona?

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Além de permitir o trabalho com testes A/B, Multivariáveis e de Redirecionamento, a plataforma possui um editor visual que permite a criação de novas variações de página sem a necessidade de recodificar o site a cada teste realizado.

O Google Optimize 360 também permite, por meio da integração com o Google Analytics 360, o uso de regras comportamentais para segmentação de conteúdo, e oferece diversos recursos internos para facilitar a gestão dos testes executados.

Apesar de a versão gratuita da ferramenta já estar disponível há alguns meses para nós aqui no Brasil, o modelo de comercialização da versão enterprise da plataforma foi disponibilizada há pouco mais de uma semana; e o que muda, afinal?

Diferenças entre a versão Standard (gratuita) e a versão 360 do Google Optimize

As vantagens sobre a contratação da versão 360 do Google Optimize são muitas; enquanto que o Google Optimize Standard limita os usuários para que realizem até 3 experimentos e 16 testes multivariáveis por mês, na versão 360 não existem limites.

A integração com o Google Analytics 360 é outro ganho significativo, pois possibilita o uso das audiências criadas na ferramenta de analytics para trabalhar a segmentação de usuários a serem impactados nos experimentos – temos aqui uma oportunidade enorme de maior assertividade nos resultados dos testes, passo importante para a evolução do conteúdo inteligente e otimizado para a personalização do mesmo!

Outro ganho que essa integração proporciona é o de trabalhar com objetivos pré-selecionados. Com a capacidade de mudar retroativamente os objetivos dos testes, é possível entender de que forma um experimento poderia impactar outras metas do Google Analytics 360 – isso significa muito mais aproveitamento para os testes realizados!

Ah, importante dizer que essa integração é super simples de ser feita – as ferramentas se conectam nativamente, outro enorme diferencial do Google Optimize 360 perante as outras ferramentas de testes disponíveis no mercado, cuja integração com a plataforma de analytics do Google nem sempre é fácil de ser feita.

Por fim, os usuários do Google Optimize 360 podem contar com o suporte local do parceiro Google responsável por sua licença – são 48 horas anuais de serviço contempladas no contrato da ferramenta, que podem ser direcionadas tanto ao auxílio para instalação do Optimize quanto ao esclarecimento de dúvidas sobre o uso da ferramenta e para atendimento e suporte. Por esse motivo é tão importante escolher o parceiro que fará o licenciamento da ferramenta para a sua empresa, visto que a experiência prévia do reseller pode fazer toda a diferença no dia a dia deste atendimento.

Modelo de revenda do Google Optimize 360

Assim como acontece com o Google Analytics 360, a comercialização do Optimize 360 no Brasil está sendo feita apenas por parceiros autorizados pelo Google – para garantir a qualidade do atendimento por parte de seus revendedores, o Google exige de seus parceiros que tenham um número mínimo de profissionais certificados para prestarem suporte à ferramenta, bem como que apresentem um caso de uso comprovando a experiência prévia da empresa para trabalhar com o Optimize. Isso significa que, além de fornecer a licença da plataforma de testes, o reseller autorizado do Google Optimize 360 é responsável, também, por prestar suporte à ferramenta (aqueles serviços que eu expliquei no parágrafo anterior, ali em cima ­­­↑↑↑).

 

Os valores de investimento definidos para o Optimize 360 baseiam-se em faixas de consumo mensal de hits; os hits da ferramenta são contabilizados a partir do disparado das tags do Google Analytics. Os dois utilizam a mesma tag.

Mas como saber qual faixa contratar? A DP6 recomenda trabalhar com o mesmo volume de hits que a empresa já consome mensalmente no Google Analytics – não necessariamente o volume total de hits consumidos de todas as contas, mas os hits totais referentes à propriedade com a qual se pretende realizar os testes. Por exemplo,  se a sua empresa consome por mês uma média de 600 milhões de hits no GA, mas na propriedade na qual os testes serão realizados o consumo é de apenas 200 milhões de hits/mês, o ideal é que você contrate a faixa de consumo de 200 milhões de hits mensais no Google Optimize 360 e faça um upgrade quando quiser testar outras propriedades.

Encantado com os benefícios oferecidos pelo Google Optimize 360? Busque um dos parceiros autorizados pelo Google (a DP6 é um deles o/ e você pode entrar em contato conosco pelo email relacionamento@dp6.com.br ou pelo nosso site) para entender mais sobre o seu consumo de hits no GA, e a partir disso definir em qual faixa de consumo de hits sua empresa se encaixa para o uso da ferramenta de testes enterprise do Google. Acreditamos que os valores de investimento por si só devem ser parecidos entre parceiros, visto que é necessário que os mesmos sigam um padrão sugerido pelo próprio Google, portanto escolha aquele que demonstrar maior conhecimento sobre o assunto e transmitir segurança na prestação de um serviço de qualidade!

E se quiser entender mais sobre a cultura de testes e otimização, fizemos outro post sobre o assunto, dá só uma olhada aqui!

E Bons Testes 😀