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Mobile será principal canal para vendas online em 2017, diz pesquisa

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Recomenda-se que até o final deste ano a maioria dos varejistas online priorizem o ambiente mobile em vez do desktop, segundo o relatório Digital Commerce & Marketing Outlook 2017 da Criteo. Os consumidores também terão mais confiança na realização de compras de maior valor agregado por meio de seus smartphones. Isto porque o ticket médio das compras em dispositivos móveis foi significantemente maior que as realizadas em desktop no segundo semestre de 2016. Somado a isso, ainda que as vendas em desktop ainda liderem, sua discrepância com as feitas em mobile estão cada vez menores.

Outra tendência é o desponte da modalidade de Paid Search como canal-chave para conquistar clientes. Em 2017 os varejistas devem investir mais no formato Product Listing Ads, como do Google Shopping e expandir os mecanismos de pesquisa a fim de aprimorar a descoberta e conversão de seus clientes.

Além disso, a mídia programática terá maior utilidade além da compra de anúncios em vídeo, passando a ser usada na automatização, criação e otimização das peças. Sua variabilidade e dinamismo permitirá campanhas altamente segmentadas e personalizadas.

Notícia completa na e-commercebrasil

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Teste A/B: Escolhendo a melhor solução para a sua empresa

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Teste A/B é um método de otimização de páginas na web, em que se possui duas ou mais versões da mesma página com a alteração do mesmo elemento em cada uma delas. Cada versão é disponibilizada a uma porcentagem de visitantes ao mesmo tempo, com o objetivo de mensurar qual variante possui maior chance de levar o usuário a uma conversão.

Existe também, o Teste Multivariado, que possui a mesma premissa, porém são testadas diferentes e inúmeras combinações de elementos, mensurando da mesma forma o desempenho de cada variação.

Ficou um pouco confuso? Dá uma olhada neste post, garanto que as coisas ficarão mais claras!

Agora que conhecemos o Teste AB, vale pontuar a importância de utilizar essa prática constantemente, pois além de educar uma organização para que testes sejam feitos, é importante também que estes testes sejam realizados com certa frequência, dado que desenvolver de maneira contínua a cultura de otimização em uma empresa oferece desde a constante melhoria na experiência do cliente em seu website, aumentando assim, a chance de uma conversão acontecer e até assegurar de que uma alteração futura no site possa ser negativa, por exemplo. Além disso, nada vale concentrar os recursos de uma organização em trazer visitantes ao seu site sem que eles convertam. Pensando nisso, temos uma carta na manga: a cultura de testes.

Gostou das pontuações sobre a cultura de testes? Temos um arsenal de posts de Teste A/B te esperando. Indicamos que comece por este aqui.

Agora sabemos também, a importância da cultura de testes. A partir deste momento, suponhamos que sua empresa entrasse no incrível mundos dos testes, e aí?

O primeiro passo é começar a tomar decisões importantes, e a primeira delas está em uma dessas três opções:

  • Construir uma ferramenta de testes
  • Comprar uma ferramenta de testes
  • Contratar um parceiro especializado em testes

Vale lembrar que não há opção errada e sim, a opção que mais se adequa à necessidade da organização.

 

Construir uma ferramenta de testes

A construção de uma ferramenta de testes possui a vantagem de ser implementada do zero, se adequando às necessidades da organização, a facilidade de customização, já que é feita in-loco e a integração com ferramentas internas pré-existentes. Porém, uma das peças chave para continuar com essa opção é possuir um time de engenharia de software dedicado ao desenvolvimento da solução e extremamente alinhado com o processo. Normalmente, empresas de pequeno porte não dispõe destes recursos e por este motivo somente empresas de grande porte, como a Amazon, aderem à esta solução.

Caso escolha esta saída, antes de ser utilizada, a ferramenta também precisa ser testada. Uma das práticas mais utilizadas neste segmento é o Teste A/A, que consiste em testar a mesma versão de uma página e, após o tempo em que o teste foi executado, verificar se os dados estão idênticos ou não, e caso não estejam, sua ferramenta ainda não está funcionando como esperado.

 

Contratar uma ferramenta de testes

A maioria das ferramentas de Teste A/B disponíveis no mercado são comercializadas como SaaS (Software as a Service), isso quer dizer que, não é necessário realizar nenhuma instalação ou a compra de um produto físico. A instalação é simples, basta colar um pequeno trecho de código JavaScript – conhecido como Snippet –  em uma posição específica do código do seu website e voilà, conseguimos. Os motivos de se comprar uma ferramenta de testes são vários, desde funcionalidades específicas para cada ferramenta até atualizações automáticas e interface amigável para se editar páginas referentes aos testes (WYSIWYGWhat You See Is What You Get).

 Como há uma infinidade de ferramentas existentes no mercado, segue abaixo uma lista dos principais produtos e de suas respectivas singularidades:

Optimizely

Fonte: Arquivo Interno

Optimize

Fonte: Arquivo Interno

Adobe Target

Fonte: Arquivo Interno

Até aqui só foram pontuados motivos positivos para se comprar uma ferramenta de testes ao invés das duas outras opções, então vale pontuar algumas questões que devem ser consideradas antes de uma decisão prévia:

  • A ferramenta possui integração com recursos já utilizados pela empresa? Essa pergunta é imprescindível neste ponto, pois normalmente, a cultura de testes é implementada para complementar ferramentas que já estão em uso na empresa como as ferramentas de Analytics, Mapas de Calor e CMS (Custom Management System) como WordPress, Parse.ly e Wix.
  • A empresa possui uma equipe especializada em testes? É importante pontuar também que, mesmo que a ferramenta possua um time de suporte e assistência, uma documentação bem detalhada e interface amigável, é necessário ter uma equipe de implementação, acompanhamento e análise dos resultados finais para a tomada de possíveis decisões e dependendo da instituição, não é viável a alocação exclusiva de uma equipe para estes fins.
  • Você é novo em testes? E agora? Quando se tem disponível uma ferramenta de testes sem que haja experiência prévia no assunto, é de grande dificuldade saber por onde começar e pode ser que este processo seja árduo até que se obtenha um background ideal para a implementação da cultura em toda a organização.

Contratar um parceiro especializado em testes

A contratação de uma empresa especializada em testes pode ser a solução ideal para certos casos em momentos em que a empresa não está acostumada com este serviço, é nova no mundo dos testes e não possui uma equipe alocada para esta finalidade. Além disso, alguns pontos são relevantes quando se vê como saída a contratação de um parceiro, a lista de serviços oferecidos pelas empresas é extensa:

  • Mapeamento da maturidade e disseminação da cultura de testes na empresa
  • Suporte na escolha da melhor plataforma
  • Implementação correta da ferramenta de testes conforme a documentação
  • Integrações necessárias com a ferramenta também são realizadas, empresas de Marketing Digital são especializadas em ferramentas de Analytics, e a integração é a melhor forma de analisar resultados e cruzar informações importantes
  • Priorização dos testes e análise avançada de resultados, com embasamento estatístico
  • Treinamentos para a equipe interna
  • Suporte para dúvidas relacionadas à ferramenta
  • Sugestões de testes baseadas em experiências de outras instituições
  • Criação de guias de implementação e boas práticas no âmbito de testes.

Conclusão

Cada uma das soluções possui prós e contras, basta analisar e pontuar o que mais se enquadra à situação atual de sua organização e suas necessidades. O importante é que a cultura de testes seja implementada, pois há algum tempo, empresas focam em atrair tráfego e público ao seu site porém não focam na experiência do usuário após sua chegada ao ambiente. Otimizar o fluxo de conversão, mesmo que não seja monetário, possibilita o aumento na taxa de conversão e posteriormente evolução do negócio.

Obrigado por ter acompanhado até aqui e até a próxima!

Paper and electronic business documents on desk

Por que DataViz é essencial e como provar pro seu chefe – DataViz Intermediate: 1 de 4

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Os dashboards nos dão a visão gerencial sobre os principais indicadores que temos no digital e no nosso negócio em geral. Com uma zapeada rápida sobre os painéis, conseguimos identificar pontos de melhoria na nossa operação ou eventuais falhas, tomar atitudes instantâneas para oferecer a melhor experiência, e eliminar desperdícios.

Barbara Pamplona, Coordenadora de Operação da Sala de Performance da Fiat Chrysler Automobiles, cliente DP6

Os gráficos são o principal meio de dar poder para as pessoas tomarem melhores decisões de negócio baseadas em dados. Na nossa série básica de artigos sobre Data Visualization, desenvolvemos a capacidade de expor e interpretar dados de maneira visual. Agora iremos além, para aprender a demonstrar a importância de DataViz, dominar a criação de dashboards eficientes e gráficos mais avançados, e descobrir como fazer as perguntas de negócio certas.

Por que conhecer sobre DataViz é essencial para as empresas?

Um dos principais movimentos de mercado dos últimos anos é a mudança de cultura das empresas para uma cultura orientada por dados, ou “data-driven”. Isso exige que as decisões estratégicas sejam tomadas de forma mais ágil e assertiva, e para interpretar dados de forma rápida e precisa é preciso transformar números em informações visuais.
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“Como podemos avaliar de forma rápida os resultados do quarto trimestre em comparação com os anteriores?”

Data Visualization ou Visualização de Dados significa estudar e criar representações visuais para dados. Seu grande objetivo é construir uma ponte de comunicação entre operacional e executivo, para que as análises e relatórios de resultados se tornem decisões e ações efetivas.

Mas o que importa são os números! Não é?

Muitas vezes, olhar apenas para os números sem se preocupar com a representação gráfica dos seus dados pode gerar interpretações incorretas e decisões prejudiciais para o negócio.

Vamos ver um exemplo simples do poder dos gráficos? Abaixo temos quatro conjuntos de dados que são muito parecidos quando fazemos uma análise de estatística descritiva (média, correlação…).

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Esses conjuntos de dados são conhecidos como Quarteto de Anscombe.

Média de X: 9 (exato)

Variância de X: 11 (exato)

Média de Y: 7.50 (2 casas decimais)

Variância de Y: 4.122 ou 4.127 (3 casas decimais)

Correlação entre X e Y: 0.816 (3 casas decimais)

Regressão Linear: y = 3.00 + 0.500x (2 e 3 casas decimais, respectivamente)

À primeira vista esses quatro conjuntos de dados são muito parecidos, mas quando colocamos os dados de cada conjunto em um gráfico, vemos que são todos muito diferentes:

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Dados só têm valor quando são entendidos, não basta estarem disponíveis. Hoje em dia as empresas querem analisar grandes volumes de dados por conta do fenômeno do “Big Data”, porém não adianta ter muitos dados e não saber interpretar o que eles significam. E as visualizações de dados são o melhor caminho para compreender melhor esse universo de informações.

Os gráficos que fazemos hoje em dia não são suficientes?

Um conjunto de dados pode ser exibido de diversas formas. DataViz não deve servir para criar gráficos mais bonitos, mas para criar gráficos mais úteis para as decisões estratégicas do negócio.

O exemplo abaixo é um gráfico muito comum nos relatórios que recebemos diariamente, porém com algumas modificações ele pode responder de forma muito mais ágil e assertiva as questões estratégicas e levar a decisões de maior impacto:

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Eliminamos o efeito 3D, o fundo colorido, as tabelas e linhas de guia, e alteramos o tipo do gráfico, as legendas e o destaque. Na versão abaixo, os mesmos dados podem ser analisados de forma muito mais direta: enquanto os outros estados permaneceram com resultados estáveis ou que tiveram aumento, o Rio de Janeiro teve uma queda significativa.

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Meras alterações visuais já provocam um grande impacto no valor que um gráfico tem como instrumento para uma cultura data-driven, de decisões baseadas em dados. E se as visualizações de dados pudessem mudar de forma ainda mais profunda como as decisões estratégicas são tomadas nas empresas?

Para isso, é preciso pensar nos objetivos do negócio. Por que estamos vendo esses números? O que eles significam nos resultados da empresa? Que ações podemos tomar a partir deles?

O exemplo a seguir mostra uma grande mudança de paradigma sobre as visualizações de dados. Quando nos questionamos o que esses números significam para o negócio e que ações podemos tomar a partir deles, vemos que o primeiro formato da visualização de dados não responde essas questões.

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Quando olhamos as informações de downloads de um aplicativo, queremos saber: Quais apps tiveram mais downloads? Qual é o perfil de usuários de cada app?

Quando olhamos as informações de updates de um aplicativo, queremos saber: Os usuários adotaram as últimas versões de cada app? O que pode levar os usuários a não adotarem as últimas versões?

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As visualizações de dados devem responder as principais questões do negócio, e se não respondem, devem ser totalmente repensadas.

Nos próximos artigos da série intermediária sobre DataViz, vamos dominar a criação de dashboards eficientes e gráficos mais avançados, e descobrir como fazer as perguntas de negócio certas.

Seus gráficos atendem suas necessidades de negócio? O que vocês recomendam para repensar a forma como visualizamos os dados? Não deixem de comentar aqui e de ler os artigos da série básica sobre Data Vizualization:

  1. Desafios e tendências da visualização de dados
  2. Como escolher o melhor gráfico para meus dados?
  3. Guia de gráficos básicos
  4. 5 dicas para facilitar a leitura e entendimento de gráficos
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Tendências de Tech para Web Analytics em 2017

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A cada ano percebemos um grande avanço em tecnologias e ferramentas disponíveis no mundo de marketing digital. Não é à toa que a Google ainda vê espaço para crescimento de marketing digital no Brasil, e por isso, vamos bater um papo sobre novas tendências e tecnologias voltadas para este mercado que não para de crescer.

Se vamos falar sobre tendências e tecnologias, precisamos iniciar com uma ferramenta fundamental para mensuração de dados, o Google Analytics. Com mais de uma década como solução de ponta no mercado, o Google Analytics (GA) entra como forte tendência para este ano devido ao lançamento do Google Analytics 360 Suite em 2016. A ideia é dominar ainda mais o mercado, trazendo soluções de atribuição, personalização de conteúdo, medição de audiência e visualização de dados.

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Outro ponto muito importante é o constante crescimento da plataforma mobile, algo que vai continuar acontecendo em 2017. Para concorrer fortemente neste cenário a Google adquiriu os direitos do Firebase, uma plataforma voltada a desenvolvimento, coleta de dados e otimização de aplicativos. Uma de suas principais soluções é o Firebase Analytics, com grande foco em entender o comportamento do usuário. A ferramenta fornece relatórios ilimitados para até 500 eventos distintos que você pode definir usando o Firebase SDK. Além disso, pode ser utilizado também com soluções web e integrações entre sistemas utilizando conexões via API.

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Além do que já foi citado, continuamos com um constante uso de ferramentas voltadas para publicidade, com grande concorrência entre as gigantes Google, Facebook, Bing, Yahoo, dentre outras. A questão agora é: como podemos visualizar esses dados de forma centralizada em um DataViz apropriado?

Entra em campo uma grande tendência para DataViz em 2017, o Google Data Studio. Um dos seus pontos principais é a integração com outras ferramentas, permitindo extração direta através de conexões nativas com o Google Analytics, Firebase, Google Adwords, Youtube Analytics, etc. Os dashboards criados na ferramenta podem ser compartilhados entre contas Google e possuem completa segurança de armazenamento na nuvem.

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“Tudo bem Nicolas, eu entendi, temos várias ferramentas e coisas legais para este ano, mas eu gostaria de ter uma visão unificada e centralizada de todos estes dados, pois separadamente tenho dificuldades em análises personalizadas. É possível?”

Ótima observação meu caro leitor, essa é a grande questão que tomaremos daqui pra frente neste post!

Já falamos de grandes ferramentas e plataformas que podem nos auxiliar e expandir nossas marcas, porém, até então, não sabemos como centralizar tantos dados coletados por tantas ferramentas. Algumas dessas ferramentas possuem integrações diretas umas com as outras, como é o caso do Google Analytics com o Google Adwords ou o Data Studio que também integra nativamente com GA e Adwords. Um ponto importante que devemos focar é que mesmo com essas integrações, não estamos centralizando os dados coletados, ou seja, estamos cruzando dados em diversas ferramentas, o que pode dificultar diversos tipos de análises. Mas é aí que entra a principal ferramenta para unirmos tudo isso. O Google BigQuery é um serviço de Data Warehouse disponível em cloud, principalmente voltado para análises de Big Data. Através deste serviço podemos integrar nativamente ou realizar simples configurações para coletar dados de quase todas essas ferramentas citadas e armazená-los com uma modelagem que atende completamente as necessidades de cada negócio.

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A seguir vamos explorar um pouco mais sobre essas integrações entre BigQuery e as ferramentas mais utilizadas no mercado:

  • Google Analytics 360: O GA possui uma integração nativa com o BigQuery após a contratação da suíte 360. Com a virada de uma chave, o BigQuery passa a receber dados diários vindos da principal ferramenta de Web Analytics da Google. Estes dados diários são armazenados em tabelas com o formato “ga_sessions_AAAAMMDD”, sendo AAAA o ano, MM o Mês e DD o Dia em que estes dados foram coletados. Cada linha dessa tabela diária corresponde a uma sessão do GA, o que nos permite ter todos os dados coletados pela ferramenta importados dentro do BigQuery. Para maiores informações, consultem a documentação oficial.
  • Google Adwords: Com uma configuração um pouco mais verbosa e utilizando a Google Cloud, o Adwords consegue enviar relatórios criados para tabelas do BigQuery através de extrações diárias e personalizadas. Algum esforço de programação também precisa ser exercido, mas nada muito complexo.
  • Firebase: Através de alguns cliques é possível integrar o Firebase com o BigQuery. Com essa integração o usuário pode acessar todos os 25 parâmetros de eventos e propriedades de usuário, gerar métricas personalizadas e muito mais.
  • Data Studio: Com um conector super prático, o Data Studio possibilita conexão com uma única tabela ou visualização do Google BigQuery. É possível utilizar consultas personalizadas através da linguagem SQL também inclusa no BigQuery, possibilitando a extração de diversas fontes de dados em dashboards incríveis.

“Nossa, agora sim eu gostei! Com esse BigQuery eu consigo centralizar meus dados, facilitando extrações para minhas análises. Mas e as outras ferramentas já citadas? Costumo criar campanhas de publicidade no Facebook, ele também possui conexões nativas com o BigQuery?”

Esse é um ponto muito importante! Algumas ferramentas do mercado não possuem integrações nativas ou facilmente configuradas com o BigQuery, muitas vezes pelo motivo de não fazerem parte da mesma companhia. Entretanto, visando solucionar empecilhos como este, o BigQuery disponibiliza uma robusta API que pode ser utilizada para abastecer dados para dentro do seu Data Warehouse. Mas preciso avisar uma coisa desde já: para a integração a seguir, será necessário conhecimentos técnicos e um certo esforço de programação.

  • Facebook: A ferramenta do Facebook Analytics não possui integração nativa com o Google BigQuery, porém conseguimos fazer estas duas ferramentas conversarem através de comunicação via API. O Facebook disponibiliza uma API de Grafos permitindo que o usuário faça extrações de métricas computadas na ferramenta. Já o BigQuery possui uma API que possibilita total automatização das ações realizadas em seu console, como criar tabelas, realizar consultas, etc.
    Através de uma plataforma que possibilite programação e consumo destas duas APIs, podemos criar esta comunicação. Uma boa alternativa a ser utilizada é o Google Apps Scripts, que possui uma prática conexão com o BigQuery (via programação). Ou seja, conseguimos consumir a API do Facebook puxando dados necessários para nossas análises e importá-los para dentro do BigQuery (via API) utilizando a plataforma do Google App Script.

“Incrível!!! Nunca tive tamanha integração entre ferramentas e dados que utilizo no dia a dia. Só faltava eu conseguir integrar com meus sistemas de vendas.”

Tenho uma grande notícia para você, meu leitor empolgado! Também é possível realizarmos esta integração com seu sistema interno de vendas, fazendo uso de uma grande tendência que é o OnBoarding de Dados. Vamos falar superficialmente sobre.

Para centralizarmos ainda mais nossas ferramentas, porque não cruzar dados online e offline dentro do BigQuery? Porque não subir dados do seu CRM ou sistema de vendas para identificarmos fluxos completos de seus usuários? Através de programação é possível enviarmos importações diárias de dados offline para dentro do BigQuery, conseguindo integrar informações de todas as suas áreas de negócio, enriquecendo ainda mais o valor dos dashboards gerados pelo Data Studio.

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Conclusão

Ao longo deste bate papo, criamos uma visão do que pode vir a ser a principal tendência para 2017 no mercado de marketing digital, as integrações entre ferramentas. Através do uso de um serviço de Data Warehouse e integrações nativas com as principais ferramentas de análise e mídia do mercado, facilitamos modelagem de dados e extrações para dashboards personalizados, trabalhando com o melhor de Dataviz.

Como se não fosse o bastante, também podemos seguir outra grande tendência, onboarding de dados, integrando ferramentas on e off na mesma base. Em posts futuros, podemos apresentar cases e aprofundar ainda mais cada uma dessas integrações e soluções citadas. Este foi apenas um overview para te ambientar do que é possível fazer com o seu negócio neste ano.

Obrigado e até mais! 🙂