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Google Marketing Next 2017

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A DP6 participou do Google Marketing Next, um dos maiores eventos de Marketing Digital do mercado, que aconteceu em São Francisco/CA. O evento reuniu líderes de todo o mundo para explorar o futuro das frentes de Mídia e Analytics.

Em meio a tantas novidades e informações, separamos os pontos mais importantes do evento que, este ano, focaram na combinação de 3 temas importantes:

Intenção

Esse é o grande ponto-forte do Google desde a criação do Adwords. Pessoas que buscam possuem alguma intenção, e isso sempre trouxe aos profissionais de marketing oportunidades incríveis de gerar resultado a partir de uma demanda de consumidores digitais. Mas a ‘intenção” agora não é mais só busca: ela está em cada micro-momento da jornada do consumidor, do contato com a comunicação e a mídia display e/ou programática, até o consumo de vídeos no Youtube.

Dados

O que possibilita integrar, entender e otimizar os resultados das ações de marketing são os dados. E o Google mostrou nesse ano que quebrou muitas barreiras em relação aos dados de marketing nas diferentes plataformas. Agora teremos, por exemplo, a mesma inteligência de Store Visits (visitas às lojas físicas depois do impacto digital) disponível no Youtube, por exemplo. Não só isso: a capacidade de identificação anônima de clientes em ambientes on e offline foi ampliada até ao ponto de, no mercado americano, existir integração com operadores de meios de pagamento para saber se o usuário que clicou em um determinado anúncio passou seu cartão no caixa algumas horas depois.

Machine Learning

A aplicação de algoritmos e tecnologia avançada para facilitar o processamento e o uso dos dados nas campanhas de marketing é um grande direcionador para o Google nas plataformas Doubleclick e Google 360. Novos recursos como planejador inteligente de campanhas e atribuição algorítmica (data-driven) gratuita mostraram o início dessas novidades no evento.

 

Confira os posts oficiais dos lançamentos relativos à Analytics:

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Expressões Regulares [A-Z] – Do que elas se alimentam

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A série Expressões Regulares [A-Z] está de volta, agora em seu capítulo 2!

No nosso post anterior, Expressões Regulares [A-Z] – Como elas podem melhorar a sua vida, além de uma breve introdução sobre o que elas são e quais impactos positivos elas podem causar em nossas carreiras, começamos a “desmistificá-las” e propusemos o desafio de interpretar a seguinte regex:

(Expres{2}[õo]es\sRegulares)|(ERs|expreg|regexp?)

E aí? Ainda está complicado entendê-la? Perdeu o nosso último post?

Sugiro que confira o conteúdo anterior para que solucione o desafio e juntos consigamos dar sequência ao aprendizado. Queremos você um expert no assunto! Novos desafios virão pela frente…

Recapitulando, a base das Expressões Regulares está na combinação dos metacaracteres, que se resumem na lista a seguir:

. ? * + ^ $ | [ ] { } ( ) \

Mas como alimentar uma ER? Neste segundo post Expressões Regulares [A-Z] – Do que elas se alimentam, detalharemos as etapas considerando a seguinte composição:

  • Especificadores (define o que você quer)
  • Quantificadores (define quantas vezes você quer)
  • Âncoras (define onde você quer)
  • Agrupamento (define combinações que você quer)

Entender esses 4 tipos é fundamental para construir corretamente uma Expressão Regular. Traduzindo para uma sequência lógica, antes de definir uma regex é necessário responder:

  • O que eu quero? (letra, número, caractere especial, qualquer coisa);
  • Quantas vezes eu quero? (uma, nenhuma, quatro, de duas a seis, várias);
  • Onde eu quero? (início de linha, fim de linha, início de palavra, nenhum lugar específico);
  • Preciso combinar termos? Posso otimizá-los? (condicionar, enfatizar ou reutilizar conjuntos)

Vejamos um exemplo disso para certificar que uma URL pertence ao Facebook (utilizaremos 3 subdomínios como exemplo):

1) O que eu quero?

  • Um conjunto de letras – www, web, m – seguido de um ponto literal “.”;
  • Um conjunto de letras – o termo facebook – seguido de um ponto literal “.”;
  • Um conjunto de letras – o termo com – sem caracteres sucedidos;

OBS: Cada caractere necessita individualmente de um quantificador, exceto quando a quantidade desejada é apenas uma, neste caso o próprio caractere representa sua quantidade.

Exemplo:

facebook = f{1}a{1}c{1}e{1}b{1}o{1}o{1}k{1}

Ambas as partes caracterizam uma ER, resultando na mesma correspondência. A segunda parte poderia ser reduzida para facebo{2}k, porém em uma regex é importante considerar sua semântica, ou seja, é mais intuitivo ler facebook. Sempre que possível, elabore expressões intuitivas!

Nosso caso é diferente de identificar um aniversariante de outubro em um currículo, onde não sabemos exatamente o dia, mas sabemos a condição e o padrão para identificar a data de nascimento do candidato:

04\/10\/1994 <> (([0-2][1-9])|([1-3]0)|(31))\/10\/[0-9]{1,4}

Repare que as expressões acima, além de não possuírem a mesma abrangência, são ilegíveis ao primeiro contato. À esquerda temos a data de nascimento deste autor que vos acompanha, à direita temos todas as datas possíveis para um aniversariante de outubro. Não aprofundaremos nessa ER agora, mas saiba que ela será um desafio em breve!

Voltando ao exemplo do Facebook…

2) Quantas vezes eu quero?

Já sabemos que os textos que queremos encontrar são:

  • www.facebook.com.br;
  • web.facebook.com;
  • m.facebook.com;

Dos 3 fragmentos que compõem o domínio Facebook, apenas a hipótese com www apresenta uma estrutura de repetição. Ela pode ser representada com um quantificador da seguinte maneira:

w{3}\.facebook\.com

OBS: Neste caso ainda é preferível manter a sequência de www ao invés de w{3} devido à semântica já citada, porém será mantido o quantificador para efeito didático. As barras invertidas ou escapes “\” são utilizadas para deliberar o uso literal de metacaractere que possui, por padrão, caráter instrutivo, ou seja, quando for necessário encontrar no texto um comando de regex (neste exemplo não queremos “qualquer coisa” caracterizada pelo ponto “.” e sim ponto “.” como texto) é necessário “escapar” o metacaractere com o comando escape “\”, antecedendo-o.

3) Onde eu quero?

Neste momento, tudo o que queremos a princípio pode ser representado na expressão abaixo:

w{3}\.facebook.com|web\.facebook\.com|m\.facebook\.com

Esta ER casa com qualquer uma das 3 hipóteses que temos, porém não casa somente com as 3. Como ainda não deliberamos onde queremos, qualquer texto onde as condições acima estejam circunscritas terá correspondência, isso significa que wwww.facebook.com e www.facebook.commerce também são abrangidos. Não é exatamente o que queremos.

É necessário definir “limites” à nossa regex…

\b(w{3}\.facebook.com|web\.facebook\.com|m\.facebook\.com)\b

Pronto! Delimitamos extremidades à expressão com o comando borda “\b”, portanto a ER está definida com início e fim, semelhante a uma palavra. Fizemos também um agrupamento que será descrito na próxima etapa.

OBS: Outras duas âncoras também são muito utilizadas na elaboração de regex: circunflexo “^” e cifrão “$”. Elas delimitam início e fim de linha, respectivamente. Como estamos validando apenas uma única entrada de dados (domínio do Facebook), optamos pela assertividade delimitando extremidades de palavra e não de linha.

4) Preciso combinar termos? Posso otimizá-los?

De forma bem resumida, apenas o início das nossas hipóteses é variável. A partir de .facebook.com temos a mesma estrutura em todas as ocasiões. Nossa ER atual é passível de otimização, então:

\b(w{3}|web|m)\.facebook.com\b

OBS: As variações por estarem na mesma estrutura foram agrupadas e condicionadas dentro do grupo, utilizando o restante da expressão uma única vez como complemento. Note que as âncoras que delimitam as extremidades foram mantidas fora do grupo.

Temos agora uma Expressão Regular que valida o domínio do Facebook de forma otimizada! Faça o teste no Rubular inserindo a ER acima e as URLs passíveis de validação. Use as mesmas dos exemplos para facilitar o entendimento. Brinque com as ERs, modificando-as.

Desafio Google Docs

É importante aplicar na prática o passo a passo para a construção de uma ER. Utilizar o editor de documentos Google Docs é um bom começo. É bastante comum no cenário corporativo utilizarmos “documentos padrões” para diversas finalidades, documentos que são reutilizáveis por diversos setores e profissionais. Normalmente esses arquivos exigem apenas a substituição de alguns elementos chave (termos e expressões) como: dados pessoais, dados corporativos, variações entre setores, projetos, temas e afins.

Como todos os posts da série, este também terá um desafio. A proposta é rascunhar um pouco para que no próximo post possamos criar um documento padrão que seja facilmente modificado com ERs e reutilizado dinamicamente.

Apenas como um guia de consulta, a tabela abaixo registra alguns exemplos práticos, destacando o trecho do conjunto de caracteres que casa com a expressão regular exemplificada. Este guia serve como referência um pouco mais detalhada dos metacaracteres que compõem as Expressões Regulares e não tem relação direta com o documento de teste. Ao longo da série, vamos esmiuçar cada item da lista!

Os termos de exemplo utilizados na tabela a seguir são: pato, mato, gato, -ato, $ato, 9ato, chato, sapato e assalto.

Metacaracter Função Tipo ER de Exemplo Match
. Ponto Especificador .ato pato,mato,gato,ato,$ato,9ato,chato

sapato

[ ] Lista Especificador [pmg]ato pato,mato,gato,

sapato

[^] Lista Negada Especificador [^pmg]ato ato,$ato,9ato,

chato

\ Escape Especificador \$ato $ato
* Asterisco Quantificador as*alto aalto,asalto,assalto,

asssalto,assssalto

+ Um ou Mais Quantificador as+alto asalto,assalto,

asssalto,assssalto

? Opcional Quantificador assal?to assato,assalto
{n,m} Chaves Quantificador as{2}alto assalto
^ Circunflexo Âncora ^.ato pato,mato,gato,ato,$ato,9ato,sapato
$ Cifrão Âncora alto$ assalto
\b Borda Âncora \bpato pato
( ) Grupo Agrupamento (sa)?pato pato,sapato
| Ou Agrupamento chato|sapato chato,sapato
\1 … \9 Retrovisor Agrupamento a(s)\1alto assalto

Agora é com você!

Faça uma cópia do nosso documento no Google Docs (Arquivo > Fazer uma cópia…) para fazer pesquisas e substituições de texto utilizando regex, para exercitar alguns conceitos. O modelo abaixo simula um documento de briefing, comumente utilizado para entender a necessidade de um cliente. É parte fundamental do processo de execução de tarefas de uma empresa prestadora de serviços.

Expressões Regulares [A-Z] – Desafio Google Docs

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Vamos deixar algumas dicas e sugestões como orientação para sua tarefa:

  1. Clique em uma área do documento e ative o atalho Ctrl + H para habilitar busca e substituição (ou clique em Editar > Encontrar e Substituir);
  1. Na janela do recurso de busca e substituição, ative a opção que habilita regex;
  1. O comando “.*” (ponto asterisco) é um verdadeiro coringa por representar “qualquer coisa” “muita ou nenhuma vez”, isso significa que se você elaborar uma regex com palavra-inicial.*palavra-final de um parágrafo, certamente estará se referindo ao parágrafo inteiro.
  1. As âncoras de início e fim de linha não são aplicáveis ao Google Docs, mas as de “borda de palavra” funcionam!
  1. Os dados do cabeçalho são ótimos para serem modificados via regex (data, email, nome..);
  1. O Google Docs possui um Helper exclusivo do Google para suporte com ERs;
  1. Listas em expressões regulares podem ser representadas também com intervalo, seja para designar letra [a-z] ou número [0-9].
  1. Por último, uma dica ilustrativa:

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Lembre-se, o resultado final deve ser a absorção do conteúdo deste post. Completar o desafio é consequência para o próximo capítulo. Trataremos exclusivamente da utilização de regex em documentos de texto, principalmente o Google Docs.

Caso tenha uma necessidade específica que vale ser tratada em um post, mande seu feedback para a gente. Podemos encaixar no nosso cronograma de conteúdo para os próximos capítulos.

^Até (breve|mais)!$

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O evento anual Google Marketing Next confirma transmissão ao vivo

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O evento anual do Google antes conhecido como Google Performance Summit, e agora chamado de Google Marketing Next, acontecerá na próxima semana em São Francisco, CA. A mudança de nome aconteceu pois, além do AdWords e Analytics, também serão apresentadas novidades sobre DoubleClick.  

Segundo o vice-presidente sênior de anúncios e comércio do Google, Sridhar Ramaswamya, a empresa mostrará como as marcas poderão alcançar novos consumidores usando o Google Assistente, que é a inteligência artificial do Google.

Uma conferência será transmitida ao vivo na terça-feira, dia 23 de maio, às 13 horas do horário de Brasília.

Além disso, os diretores da Dp6 estarão presentes no evento para acompanhar as novidades. Fique de olho em nossas redes sociais:

Facebook dp6    

Instagram dp6

Para saber como assistir o evento ao vivo, clique aqui.

Notícia original em: NerdWeb

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Mensuração de Marketing em Tempo Real: o match perfeito

By | Digital Analytics, Marketing Digital | No Comments

Em tempos de Era Digital, big data, crise e economia ($), o controle minucioso sobre os gastos em marketing e seu resultado efetivo, não só é possível mas também um must para empresas modernas e cientes do potencial que as ações de marketing digital, e consequentemente a disponibilidade de dados, podem trazer para o processo de compreensão do comportamento do consumidor na performance das mídias ativas e suas respectivas otimizações e no impacto do movimento de mercado sobre seus indicadores/métricas.

Quem não gostaria de saber quanto está gastando na sua ação de marketing e no mesmo dia saber o resultado, contornar problemas iniciais da operação da campanha (e um prejuízo a longo prazo) e achar gaps diários para explorar mais ainda a ação? Como, por exemplo, saber o que os consumidores estão falando do seu produto e orientar a comunicação da mídia para os principais features de discussão ou contornar um problema sobre avaliação do produto. Tudo isso é possível quando há mensuração das ações de marketing em tempo real.

Real-time Marketing Def: O marketing em tempo real é reagir em tempo real, ou em tempo hábil, com mensagens que são relevantes para as necessidades e interesses do seu cliente.

Exemplos de Real-Time Marketing Mensuráveis:

1. Otimização de Mídia

Ao começar uma nova campanha, (quase) sempre temos imprevistos na operação. URLs de destino com problemas, segmentação do público não aderente, disposição da mídia em locais não confiáveis, call-to-action da peça não alinhada com a landing page, etc. E também surgem oportunidades de negócio com tendências do mercado e comportamento do consumidor entre tantos outros casos.

Como as ferramentas de mídia digital já fornecem os dados em tempo real por meio de API’s ou da própria extração da ferramenta, podemos cruzar esses dados com os registros das métricas pós-clique no Analytics e ter a visão completa (pre-clique e pós-clique) da ativação da mídia, e sempre analisando o KPI específico para cada objetivo de mídia (Awareness, Consideração, Intenção e Lealdade).

2. Interação com Consumidores

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As redes sociais são uma dádiva e uma maldição para as marcas, porque ao mesmo tempo que aproxima a marca do consumidor, o poder de voz dos consumidores pode causar uma tempestade sobre as ações das empresas, “power to the people”. Conseguimos em tempo real analisar o que os consumidores estão falando, num pré-lançamento de um produto, sabendo as opiniões dos consumidores antes do lançamento oficial e fomentando a base de consumidores interessados, no lançamento do produto, nas questões de pós-venda e CRM. Aqui são algumas das interações:

  • Atendimento (SAC 2.0): Esclarecimento de dúvidas e direcionamento para soluções de problemas, push de ofertas e promoções.
  • Monitoramento de Riscos:  Se seu produto apresentou problemas durante o uso pelos consumidores, será a hora da contenção de danos, se expondo perante os consumidores e buscando a melhor maneira de amenizar a crise. Good luck!
  • Tendências: o VOC (Voice of the Customer) é uma das melhores maneiras no digital para encontrar oportunidades de comunicação e negócio, além de saber sobre a opinião da concorrência. Imagina monitorando isso todos os dias. Pepita de ouro, não?

3. Eventos

Em um evento de lançamento de um produto, com uma nova e fresquinha página de produto e seu Analytics implementado corretamente, que tal mostrar a todo o corpo gerencial, diretores e presidente como está o interesse imediato em suas propriedades digitais logo após a oficialização do lançamento?

Se for um evento de mercado, ver o que os consumidores estão opinando nas redes sociais e direcionar a conversa do seminário conforme os principais tópicos indagados. É um ganho para o conteúdo do evento, que forma discussões construtivas pelo interesse do público.

4. Localização baseada em objeto

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Um dos exemplos mais claros dessa nova linha estratégica de marketing em tempo real é o iBeacon da Apple, que enviam promoções para o dispositivo móvel do consumidor baseado em sua localização,

5. Análise de Previsão/Recomendação de Consumo
Quem já entrou em e-commerces específicos como Netshoes e Amazon, percebe-se que há uma inteligência por trás dos produtos relacionados, “pessoas que compraram x, também compraram y”, “veja também” e etc. Todos eles acompanhando a sua navegação na tentativa de realizar cross selling e aumentar o ticket médio de compra,  se baseando em segmentos de consumo que majoritariamente são mapeados com dados de compras.

O match perfeito, como mensurar os dados para ter um Real-Time Marketing na sua empresa?

  • Passo 1: Ter disponível ferramentas que possibilitem a mensuração de dados comportamentais em tempo real ou com algumas horas para ter disponibilidade de dados.

Ferramentas de Analytics (p.e: Google e Adobe Analytics), ferramentas de mensuração de menções em Redes Sociais (p.e: Brandwatch) e ferramentas de mídia e audiência (DSP’s, AdServers, DMP’s)  conseguem me fornecer quase que de hora em hora (se não no exato segundo) as métricas necessárias para analisar em tempo real os resultados das minhas ações de marketing. Tudo isso envolvendo: consumo de mídia ($), dados pré-clique, dados pós-clique, indicadores de performance, opinião do consumidor e etc.

  • Passo 2: Ter disponível banco de dados que consigam armazenar os dados das métricas fundamentais a serem tratadas e analisados posteriormente, da forma mais automatizada possível, com o mínimo de operação manual.

É importante saber que só as ferramentas por si só não terão capacidade de entregar com tanta agilidade a visão da performance em tempo real de suas ações de marketing (com exceção de algumas ferramentas de mensuração em social media), e é necessário centralizar essas informações em um banco de dado, para posteriormente ser disposta em visualização de dados ou tabelas que nos mostrem os resultados numéricos de performance.

Nas automatizações, API’s, integrações com o seu banco de dados e tratamento desses dados são necessários para dar agilidade no processo.

  • Passo 2.1 (para mídia): Ter um parâmetro chave para dar o match nas métricas de pré-clique (aquelas que ficam nas ferramentas de mídia) com os dados pós-clique (Analytics e ferramentas de gerenciamento de vendas).

A estruturação de dados e sua padronização é fundamental para garantir a conversa das métricas em todas as etapas da jornada do consumidor, e dar poder para analisar o caminho da mídia como um todo, além de sua automatização.

Um exemplo simples que podemos usar é a integração do AdWords com o Analytics, que fornece por completo as métricas de pré e pós-clique, possibilitando analisar pelas métricas onde estão os gargalos da ativação da mídia, por exemplo, se é um CTR baixo, pode ser uma comunicação desalinhada com o público; se for um Bounce Rate alto, pode ser que a comunicação esteja desalinhada com a landing page; se for um Custo por Lead alto ou fora do planejado, pode ser um comportamento periódico do mercado ou desalinhamento com a expectativa do consumidor sobre o produto.

Mas nesse caso, a integração é nativa. Existem casos (e muitos) que é necessário padronizar as nomenclaturas de Campaign Name, Ad Groups, Ad Set e UTM’s com alguma chave comum entre elas que permita o match dos dados, e assim a sua automatização, controle e fácil tratamento nos bancos de dados. 

  • Passo 3: Dados tratados em Dashboards e automatizados

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Para transformar esses dados em algo visual, é necessário um trabalho de Data Visualization. Nada mais indicado para isso do que um Dashboard, algumas tabelas e todas as métricas da jornada do consumidor mapeadas e dispostas para análise, para que assim haja entendimento do comportamento e sejam tomadas decisões estratégicas para otimizar as ações de marketing em seus canais digitais, e até nas ações fora do ambiente digital.

  • Passo 4: Uma boa equipe de Digital Analytics para tirar insumos estratégicos na operação de real-time.

E por fim, profissionais que entendem de mídia digital, a sua natureza técnica e operacional, que entendem do negócio do cliente e olham os dados estabelecidos de forma estratégica, é no final desse funil o maior ganho que a empresa pode ter para direcionar ações estratégicas para otimizar cada parte de seu canal digital. Sem bons profissionais, os dados são apenas dados.

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A tecnologia está a favor do marketing, e quem se ligar nessa oportunidade terá um ganho em escala acima de seus concorrentes. Quem não quer estar bem informado todo dia sobre o seu negócio e direcionar quase que diariamente ações para no final do mês atingir metas e objetivos de negócio, não é mesmo? O futuro é esse, e será cada vez mais com as expansões do uso da tecnologia pelo consumidor e a possibilidade de mensurar seu comportamento nessas novas tecnologias, impactá-los na jornada de compra com mídia altamente otimizada e trazer valor para a empresa e para o cliente que terá conveniência em sua relação com suas marcas favoritas, ou não.