Prestes a completar 4 anos de existência, eu tenho o grande prazer de anunciar algumas mudanças ocorridas com a Direct Performance, que a partir de hoje passa a se chamar dp6! E por que esta mudança? Bom, a dp6 passou por um agressivo processo de crescimento, conquistando clientes como Coca Cola, Telefonica, WalMart, Itaú, Serasa Experian, Nokia, Philips, Oi, Volkswagen, Greenpeace, entre outras e um grande amadurecimento no mercado, o que resultou na decisão de se desligar do Grupo Direct através de um processo de recompra, também chamado de Management Buy-Out (MBO). Com esta mudança, nasce um novo grupo: digital INC. Este novo grupo possui, além da dp6, mais 2 empresas (por enquanto): A digital flow, empresa especializada em tecnologia e serviços para gestão de mídia digital e a digital cube, o braço tecnológico do grupo digital INC.
E o que muda, além do nome é claro? Em nosso dia a dia, nada irá mudar! Continuaremos atendendo nossos clientes com excelência e projetando crescimento em nosso mercado! Além de valorizar e respeitar todos os nossos colaboradores, e olha que já são mais de 100 “digitals”, e fazer do nosso dia a dia o ambiente mais agradável e desejável para se trabalhar! Se interessou? Estamos contratando: Envie o seu CV!
Um grande abraço,
Mauricio Zimmermann
CEO do grupo digital INC
O Google anúnciou ontem (18/10/2011) a notícia de que deixará as suas buscas mais seguras, habilitando como default a pesquisa segura (https://www.google.com) para contas Google que estejam logadas, com o intuito de encriptar dados customizados dos usuários por meio do protocolo SSL.
Isso certamente faz com que o mercado de Web Analytics no geral fique de olhos bem abertos em relação as mudanças que estarão por vir quando o assunto é a privacidade dos usuários.
Mas, então, o que muda com isso?
No último final de semana ocorreu o XXII Encontro Nacional de Estudantes de Estatística (Eneste). Fomos convidados pela organização para falar um pouco sobre o que fazemos, qual a importância da estatística nesse meio e quais são as possibilidades de carreira na área digital.
Muitas vezes o aluno não conhece esse novo mercado de trabalho que vem crescendo vertiginosamente e está cheio de oportunidades.
Um dashboard (ou “painel”) é uma ótima forma de apresentar informações de maneira rápida e eficiente para diferentes pessoas, em diferentes áreas e níveis, de uma empresa. O problema é que nem sempre vemos dashboards tão “rápidos” – podem ser criados e compreendidos com agilidade – e “eficientes” – comunicam claramente a informação e geram algum resultado. Neste post vamos tratar de alguns pontos-chave para a criação de dashboards eficientes.
Que história quero contar? (E para quem?)
Em business intelligence (e, consequentemente, web analytics) lidamos com um grande volume de informações, de diversas fontes e em diversos formatos, o que acaba criando uma massa de dados que gera apenas confusão. Emerge então a necessidade de sumarizar parte destes dados em um formato que forneça uma visão geral da performance, dê suporte à tomada de decisão e, claro, gere ação. O papel de um dashboard é justamente este: sumarizar parte da informação disponível em uma forma clara, concisa e visual.
Mensurar qualquer coisa que é composta por uma série de aspectos intangíveis é, e talvez será sempre, um dos maiores desafios em qualquer análise. A ideia de mensurar a experiência do usuário parece vaga e confusa em um primeiro momento – por onde começar? Quais serão as métricas? O primeiro passo, e fundamental, é definirmos o que entendemos por “experiência do usuário”. Possivelmente, o conceito giraria em torno de algo como “a percepção e reação de uma pessoa que resulta do uso de um produto, serviço ou sistema”.
Se separarmos os componentes deste conceito, temos algumas pistas sobre por onde começarmos a analisar. Mensurar a experiência do usuário é, na verdade, mensurar a “percepção” e “resposta” desta pessoa (de uma série de pessoas) ao uso de um produto. Neste post vamos explorar algumas boas práticas para realizar uma análise efetiva da experiência do usuário em sites, aplicativos, lojas virtuais, etc. Aí vão as dicas: