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	<title>Direct Performance agora é dp6. &#187; Marketing e Planejamento</title>
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	<link>http://www.dp6.com.br</link>
	<description>Crescemos, mudamos e agora a Direct Performance se tornou dp6, uma empresa do grupo digital INC.</description>
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		<title>Pós-graduação em Métricas Digitais e Web Analytics ESPM + IAB</title>
		<link>http://www.dp6.com.br/pos-graduacao-em-metricas-digitais-e-web-analytics-espm-iab</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 01:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Naressi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira e Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Este ano o mercado digital brasileiro está quente! Grupos internacionais de olho nas agências independentes, startups digitais surgindo (e vingando) e o empreendedorismo a todo vapor, sem contar o crescente investimento em mídia online que este ano está subindo às alturas e tornando a internet brasileira uma plataforma imprescindível para negócios, entretenimento e todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/pos-graduacao-em-metricas-digitais-e-web-analytics-espm-iab&#038;via=_dp6&#038;text=Pós-graduação em Métricas Digitais e Web Analytics ESPM + IAB&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/pos-graduacao-em-metricas-digitais-e-web-analytics-espm-iab"></g:plusone></div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5497" title="curso-atualizacao-iab-espm-web-analytics" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/curso-atualizacao-iab-espm-web-analytics.png" alt="" width="500" height="60" /></p>
<p>Este ano o mercado digital brasileiro está quente! Grupos internacionais de olho nas agências independentes, startups digitais surgindo (e vingando) e o empreendedorismo a todo vapor, sem contar o crescente investimento em mídia online que este ano está subindo às alturas e tornando a internet brasileira uma plataforma imprescindível para negócios, entretenimento e todo resto de aplicações que inventarem&#8230;</p>
<p>Mas aí, para tudo isso funcionar, precisamos de pessoas! Bons profissionais para aplicar sua inteligência no dia-a-dia da operação de veículos, agências e nos departamentos digitais de anunciantes. E sabemos o quanto mercado de trabalho brasileiro está escasso de profissionais. Seja em tecnologia, marketing ou negócios, as empresas hoje têm uma demanda muito maior que a oferta de estudantes formados que saem das universidades. E para complicar, nossa área digital é muito especializada, ou seja, precisamos de profissionais altamente qualificados.</p>
<p><span id="more-5492"></span></p>
<p>No comitê de Web Analytics do IAB Brasil, temos como uma das metas ajudar a estruturar esse mercado através de iniciativas práticas de educação, e este ano trabalhamos há alguns meses no planejamento de um curso para ajudar a formar profissionais para atuarem com Web Analytics, métricas, análise de dados e etc. É um tema complexo e cheio de detalhes, porém muito recente, cheio de oportunidades e novidades para quem escolhe essa área.</p>
<p>Neste ano conseguimos viabilizar (através de uma parceria bem legal entre ESPM e o IAB) o lançamento do <a href="http://www.espm.br/Candidato/Cursos/SP/Pages/metricas-digitais-e-web-analytics.aspx?IdCurso=1554" target="_blank">Curso de Atualização em Métricas Digitais e Web Analytics</a>!</p>
<p>No programa, o objetivo foi oferecer a profissionais de marketing uma visão geral das várias possibilidades de análise de dados, performance e otimização passando por:</p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Introdução a Web Analytics e Otimização de Resultados &#8211; Conceitos, Ferramentas, Integrações</li>
<li>Análise de Comportamento, Origem, Perfil, Fidelização</li>
<li>Business  Performance e Conversão  - Landing Pages, Funis, Branding, Engajamento e Vendas (E-commerce)</li>
<li>Análise de Campanhas de Marketing  - Search, Display, Varejo, AdNetworks, Behavioral Targeting, Social Mídia, Pesquisas, Painéis e Campanhas Off-line</li>
<li>Testes e Otimização – Conceitos e Aplicações de Testes A/B e Multivariados</li>
<li>Gestão da Cultura de Métricas e Resultados  - Equipes, Projetos, Ética, Regulamentação e Comunicação</li>
</ul>
</div>
</div>
<p>Serão 4 professores, todos participantes do comitê de Web Analytics e profissionais reconhecidos do mercado de Web Analytics brasileiro.</p>
<p>Se você se interessou e quer saber mais informações (ou até já fazer sua inscrição), só seguir o link: <a href="http://www.espm.br/Candidato/Cursos/SP/Pages/metricas-digitais-e-web-analytics.aspx?IdCurso=1554">http://www.espm.br/Candidato/Cursos/SP/Pages/metricas-digitais-e-web-analytics.aspx?IdCurso=1554</a></p>
<p>[]s e boas métricas <img src='http://www.dp6.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
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<li><a href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-da-estatistica-em-nossas-analises"><!--:pt-->A importância da Estatística em nossas análises<!--:--></a></li>
<li><a href="http://www.dp6.com.br/a-integracao-do-google-analytics-com-sites-em-flash"><!--:pt-->A integração do Google Analytics com Sites em Flash<!--:--><!--:en-->Integrating Google Analytics with Flash Sites<!--:--></a></li>
<li><a href="http://www.dp6.com.br/ja-pensou-em-mensurar-eventos-como-meta-no-google-analytics"><!--:pt-->Já pensou em mensurar eventos como meta no Google Analytics?<!--:--><!--:en-->Have you ever thought about measuring events as goals in Google Analytics?<!--:--></a></li>
</ul>
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		<title>Planejamento de Link Building – parte 1</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing e Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[link building]]></category>
		<category><![CDATA[links]]></category>
		<category><![CDATA[SEARCH]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Como todo bom SEO sabe, o Link Building (LB) é uma das estratégias mais importantes para melhorar seu posicionamento nas buscas bem como a reputação do seu site. Uma das maiores barreiras que nós, profissionais de SEO, encontramos é de criar essa lista de prospectos para assim começar o trabalho de aquisição dos links. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/planejamento-de-link-building-parte-1&#038;via=_dp6&#038;text=Planejamento de Link Building – parte 1  &#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/planejamento-de-link-building-parte-1"></g:plusone></div>
<p>Como todo bom SEO sabe, o Link Building (LB) é uma das estratégias mais importantes para melhorar seu posicionamento nas buscas bem como a reputação do seu site. Uma das maiores barreiras que nós, profissionais de SEO, encontramos é de criar essa lista de prospectos para assim começar o trabalho de aquisição dos links. Há um post completo sobre <a title="Post: Como fazer Link Building?" href="http://www.dp6.com.br/como-fazer-link-building" target="_blank">como fazer link building</a> de uma forma geral, aqui mesmo no blog, onde detalha algumas ações que SEO’s costumam utilizar. <strong>Mas nesta série de posts, vamos falar sobre o passo mais importante em um projeto de Link Building: o Planejamento e Controle dos links</strong>.<span id="more-5059"></span></p>
<h2>Como planejar uma campanha de Link Building?</h2>
<p>Um dos maiores erros dos profissionais, não só de SEO, mas como um todo, encontra-se no ato de não planejar toda a estratégia que será realizada. Com isso em mente vamos mostrar aqui uma metodologia e alguns passos importantes para o planejamento de uma ação de sucesso.</p>
<p><strong>O primeiro passo no planejamento de uma campanha de Link Building está na criação de uma planilha que tenha alguns dados básicos</strong>. Costumo chamar essa planilha de <strong>Patrimônio de Links</strong>, pois, com ela, poderemos ter o controle de todos os links que o site possui. Veja logo abaixo um exemplo de como montar a planilha:
</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-5060" href="http://www.dp6.com.br/planejamento-de-link-building-parte-1/patrimonio-de-links"><img class="size-full wp-image-5060  aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/patrimonio-de-links.png" alt="Exemplo de Planilha de Patrimônio de Links" width="465" height="268" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><a title="Planilha de Patrimônio de Links" href="http://www.dp6.com.br/planilha-patrimonio-de-links.xlsx" target="_blank">Clique aqui</a> para baixar o arquivo.</span></p>
<p>O segundo passo pode parecer óbvio, pois consiste basicamente em fazer o levantamento histórico de <strong>todos os links</strong> <strong>que o site já possui (backlinks)</strong>. Porém sabemos que muitos SEO’s não se atentam nessa etapa. Não considerar os links que já existem para o site é o mesmo que esquecer toda sua história, como se tivesse usado um <a title="O que é um Neuralizador?" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Neuralyzer" target="_blank">Neuralizador</a> (o aparelho do filme MIB, que te faz esquecer tudo) em todos os sites que algum dia fizeram referência para seu domínio. Mas aí vem aquela famosa pergunta:</p>
<h2>Como posso adquirir estes backlinks?</h2>
<p>Existem ferramentas que lhe oferecem um resumo de todos os links que apontam para seu site e outras que te mostram dados de navegação. Abaixo um pequeno insight sobre cada uma delas:</p>
<p><strong>Ferramentas de Web Analytics</strong>: Com elas é possível listarmos todos os sites que trouxeram tráfego para o nosso através de Referral (referência). Isso nos dará uma boa lista de sites que foram importantes para nosso tráfego através de um link. Claro que essas ferramentas nos mostram muito mais dados eficientes, que servirão para otimizarmos os links que já possuímos (mas isso ficará para o próximo post). Algumas das ferramentas mais conhecidas são: Google Analytics (GA), WebTrends, Omniture, Clicky, Piwik e muitas outras.</p>
<p><strong><a title="Google Webmaster Tools" href="https://www.google.com/webmasters/tools/home?hl=pt-BR" target="_blank">Google Webmaster Tools (GWT)</a>:</strong> Outra ferramenta gratuita do Google que nos traz uma amostra de todos os links externos que apontam para seu site. Deve-se ter cautela ao utilizar esses dados pois, sendo uma amostra, não possui atualização frequente, logo, é necessário uma análise profunda de um profissional da área.</p>
<p><strong><a title="Open Site Explorer" href="http://www.opensiteexplorer.org/" target="_blank">OpenSiteExplorer</a>:</strong> Ferramenta muito boa da SEOmoz que traz dados sobre backlinks e outras métricas que, inclusive, são exclusivas da ferramenta, são elas: <em>Page Authority</em> e <em>Domain Authority</em>. Apesar de nos mostrar bons dados, a versão gratuita da ferramenta é muito limitada. Vale lembrar também que para sites hospedados fora dos EUA (país nativo da ferramenta) talvez os dados mostrados não sejam tão precisos, mas ela se destaca em relação às outras ferramentas do mercado.</p>
<p><strong><a title="Majestic SEO: Site Explorer" href="http://www.majesticseo.com/" target="_blank">MajesticSEO</a>: </strong>Outra boa ferramenta para Link Builders, diria até mesmo essencial, mas que também traz melhores dados na versão paga. O ponto positivo no Majestic é que você consegue pegar um histórico de links que nos abre uma janela de oportunidades de sites que já nos referenciaram e que, por algum motivo, não o fazem mais. Eles também possuem uma métrica própria chamada de ACRank, que serve para medir o quão importante uma página em particular pode ser. Como a ferramenta anterior, esta também pode não trazer dados tão precisos para sites hospedados fora dos EUA.</p>
<p><strong><a title="Ahrefs Site Explorer" href="http://ahrefs.com/" target="_blank">Ahrefs</a>: </strong>Ferramenta nova no mercado que promete trazer ótimos dados na análise de Backlinks. Inclusive adicionou atualmente uma nova funcionalidade de análise de Social. Profissionais de SEO têm gostado de trabalhar com ela e sim, é uma ferramenta paga também. Nosso camarada Eduardo Storini fez <a href="http://digitaisdomarketing.com.br/ahrefs-ferramenta-para-pesquisa-de-backlinks">este post</a> sobre a ferramenta explicando várias de suas funções. Vale a pena conferir!</p>
<h2>Resumo da história</h2>
<p>Neste post abordamos sobre a importância de planejar uma ação de Link Building, um exemplo de como se organizar (vide planilha), sobre os backlinks e as ferramentas que podem nos ajudar. No próximo post vamos ver mais efetivamente como tratar estes dados de backlinks adquiridos, como organizá-los de forma eficiente e dicas de como otimizar alguns desses links.</p>
<p>E aí? O que vocês acharam?</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>FORMAGGIO, Erick. <em>SEO – Otimização de sites: aplicando técnicas de otimização de sites com uma abordagem prática</em>. Rio de Janeiro: Brasport, 2010.</p>
<p>ENGE, Eric; SPENCER, Stephan; FISHKIN, Rand; STRICCHIOLA, Jessie C. <em>A Arte de SEO &#8211; Dominando a Otimização dos Mecanismos de Busca.</em> São Paulo: Novatec, 2010.<br />
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<li><a href="http://www.dp6.com.br/search-intelligence-6-dicas-de-sucesso-nas-buscas"><!--:pt-->Search Intelligence &#8211; 6 dicas de Sucesso nas Buscas<!--:--></a></li>
<li><a href="http://www.dp6.com.br/a-busca-interna-do-site-4-coisas-que-voce-precisa-saber"><!--:pt-->A busca interna do site: 4 coisas que você precisa saber<!--:--></a></li>
</ul>
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		<title>O espírito do SEO</title>
		<link>http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 19:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Formaggio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Esse não é um artigo para comentar alguma técnica inovadora de SEO, nem para comentar sobre a última atualização do Google, aliás, creio que em todos esses anos trabalhando com Internet, mais especificamente com SEO, é a primeira vez que eu escrevo um artigo assim. Não espero que seja meu melhor artigo, nem o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo&#038;via=_dp6&#038;text=O espírito do SEO&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo"></g:plusone></div>
<p>Esse não é um artigo para comentar alguma técnica inovadora de SEO, nem para comentar sobre a última atualização do Google, aliás, creio que em todos esses anos trabalhando com Internet, mais especificamente com SEO, é a primeira vez que eu escrevo um artigo assim.</p>
<p>Não espero que seja meu melhor artigo, nem o mais polêmico, mas sim que possa fazer com que as pessoas pensem, não só no SEO, mas para onde a Internet evolui e no que acontecerá no futuro, principalmente com a área de Search (afinal, muita gente anda matando o SEO por aí!).<span id="more-4986"></span></p>
<h2>Um caso recente</h2>
<p>Todos os dias a vivência através da Internet acaba nos ensinando alguma coisa, afinal, passamos boa parte de nossas vidas aqui (se você está lendo esse texto, provavelmente está conectado à Internet), nesse mundo feito de zero e um. Assim, através dela tiramos dúvidas, compramos, enviamos presentes aos nossos pais, namoramos e nos relacionamos com pessoas próximas ao nosso círculo social só que de uma forma diferente de antes da existência da Internet, pois ela possibilitou a interação com círculos sociais que antes estavam distantes de nós. Um exemplo disso é que você dependia da opinião de pessoas próximas (parentes, amigos, colegas de trabalho) sobre a qualidade de um produto e se eles não o conhecessem, você ficaria à mercê da sorte. Hoje, com a possibilidade de se comunicar com pessoas longe do seu círculo social, é possível localizar pessoas com informações não encontradas através dos seus círculos sociais mais próximos.</p>
<p>A Internet acaba sendo um dos pilares da nova estrutura social baseada em redes de  longa distância (CAVALCANTI; NEPOMUCENO, 2007). A<strong>través dessa estrutura percebemos mudanças em nossa cultura, no nosso dia a dia</strong>. Você assiste televisão com o celular do lado (ou diretamente nele), relatando o que acontece em seu programa favorito através do Twitter. Logo depois você tira foto de seus filhos que brincam com algum jogo no iPad, e se comunica com eles através do Facebook pedindo para irem tomar banho. Trata-se de uma mudança que é visível a todos.</p>
<p>Recentemente no aeroporto percebi algo relacionado. Um casal com dois filhos esperava um voo perto do portão de embarque em que eu esperava o meu. Comecei a prestar atenção nas crianças de 11 ou 12 anos que procuravam em um tablet algo especifico relacionado a um livro. Comentavam sobre <strong>o site do autor</strong>, <strong>sobre o livro</strong>, enquanto <strong>passavam os dedos sobre o aparelho</strong>. <strong>Falavam sobre procurar determinada informação no Google</strong>, depois <strong>olhar no Facebook de alguém</strong> sobre o que tinha achado do livro, <strong>Twitter de pessoas que comentaram sobre o livro</strong>, enquanto ao mesmo tempo pediam opinião aos pais, e assim seguia a história. Ou seja, o processo de encontrabilidade de uma determinada informação hoje se torna muito mais sofisticado do que o de alguns anos atrás. No final desse artigo, volto a comentar sobre essa história.</p>
<h2>Como era o SEO</h2>
<p>Meu primeiro contato com SEO foi antes de começar a trabalhar só com SEO e em uma época onde o processo de encontrabilidade de informação na web era muito mais “quadrado” do que hoje, pois dependia basicamente de uma estação fixa (um computador em uma mesa) e um mecanismo de busca.</p>
<p>Eu trabalhava em uma empresa como responsável pelos seus sites. Na época (2003/2004), era difícil para uma pequena empresa que acabara de lançar seu site conseguir acessos, principalmente se não investisse nisso. <strong>O investimento em um site, por si só, já era considerado um luxo</strong>. Sendo assim, os sites eram quase como cartões de visitas com pouca atratividade e interesse, principalmente aqui no Brasil. Pois bem, nessa época eu percebi que trabalhar a favor de ser encontrado e não de encontrar pessoas poderia me ajudar muito a conquistar mais visitantes para o site e, por consequência, investimentos para essa fonte, pois seria valorizada. <strong>Foi aí que me interessei em saber como os sites apareciam nos mecanismos de busca</strong> e através de algumas <strong>técnicas de SEO com pouco valor ao usuário</strong>, consegui minhas primeiras posições nas listagens de busca. A verdade é que nessa época não era preciso se dedicar muito para aparecer nos mecanismos de busca. E é relevante comentar que nessa época (quase 10 anos atrás) o conhecimento dos empresários no Brasil sobre o que é o englobado de Search Marketing (SEO e PPC) também quase não existia.</p>
<h2>Como é o SEO hoje</h2>
<p>Ao contrário da minha experiência com SEO no passado, o SEO de hoje é totalmente voltado para as pessoas. Não existe mais aquele SEO de robô que servia somente para fins de posicionamento do site. Inclusive a própria visão do cliente sobre o SEO já é diferente.</p>
<p>Eu sempre disse que o importante é fazer aquilo que as pessoas desejam e, assim, os clientes virão. Justamente por isso, nunca me importei muito com mudanças no algoritmo da busca orgânica do Google e outros mecanismos, afinal, eu já conseguia entender e passar para as pessoas à minha volta que era importante prever essas mudanças. Sempre procurei direcionar a lógica da estratégia  justamente onde cada vez mais os mecanismos de busca davam valor: os seres humanos.
</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4989" href="http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo/usuario-e-robo"><img class="size-full wp-image-4989 aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/usuario-e-robo.jpg" alt="comentário sobre a importância do foco em humanos" width="528" height="169" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 01: não pense no robô, pense nas pessoas.</p>
<h2>O “SEO espiritual”</h2>
<p>O “SEO espiritual”, que <strong>é nada mais do que um termo que uso para explicar quais os rumos da lógica de humanizar o SEO</strong>, é aquele que tem por objetivo fazer com que o site tenha uma espécie de <strong>engajamento com o estado de espírito do consumidor</strong>. Exemplos: qual o estado de espírito de uma pessoa que está comprando um apartamento? Qual o estado de espírito de alguém que está comprando um celular? Há sentimentos e momentos presentes, portanto uma relevância a se considerar.</p>
<p>Quem conhece conceitos como o <a href="http://www.zeromomentoftruth.com/">ZMOT</a> , por exemplo, sabe que há vários momentos antes de o consumidor começar de fato a realizar uma conversão. Essa forma de pensar o SEO precisa considerar o consumidor tanto dentro como fora do site, de modo que reflita o planejamento onipresente de uma marca na rede.</p>
<p>Em 2010 escrevi um artigo em meu site chamado “<a href="http://www.erickformaggio.com/2010/02/os-sites-irao-acabar.html">Os sites irão acabar?</a>” onde comentei sobre a hipótese de no futuro os sites não existirem mais, na verdade os sites como conhecemos hoje, ou seja, representações únicas do seu negócio, como reafirmo no trecho a seguir:</p>
<blockquote><p>“&#8230;os sites não deixarão de existir no sentido real da palavra, serão ótimas estratégias de apoio. Sendo assim, pense em uma operação onde site, sites de redes sociais e dispositivos móveis se integrem de modo a formar um único ambiente de presença online”</p></blockquote>
<p><strong>Lembra da história da família no aeroporto que contei há pouco?</strong> Pois bem, <strong>pense que a comunicação com o usuário está ficando cada vez mais descentralizada</strong> e isso se reflete nos dias de hoje, onde cada vez mais se prospecta visitantes fora do site, em fontes que querem que o usuário fique lá a maior parte do tempo possível. Dessa forma, cada vez mais existirão meios de se comprar sem que seja necessário estar dentro do e-commerce especifico, pois seu perfil em sites de redes sociais permitirá isso. Trata-se praticamente da mesma quebra de paradigma onde antes a única fonte de consumo era a loja física e hoje é possível comprar online.</p>
<p><strong>Então não basta se posicionar em boas colocações somente no Google</strong>, mas viabilizar a presença da marca dentro de sites como Facebook e outros sites de redes sociais. <strong>O foco aqui é a encontrabilidade e ela existe independentemente da origem </strong>(como as redes sociais que existem muito antes dos sites de redes sociais), termo esse que nasce da <a href="http://www.erickformaggio.com/2010/05/recuperacao-de-informacao.html">recuperação de informação</a>, que nós fazemos desde que tomamos conhecimento da quantidade de informações existentes à nossa volta.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4990" href="http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo/site-marca"><img class="size-full wp-image-4990 aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/site-marca.jpg" alt="site como única fonte de representação online" width="439" height="318" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 02: o que orbitava a marca no ambiente digital até o final do século passado e início desse era somente seu site.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4995" href="http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo/elementos-online-representam-marca"><img class="aligncenter size-full wp-image-4995" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/elementos-online-representam-marca.jpg" alt="elementos online que representam a marca nos dias de hoje" width="477" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 03: o que orbita a marca hoje é muito mais do que o próprio site.</p>
<p><strong>O SEO com foco no estado de espírito do consumidor tem como prioridade as pessoas, não os robôs dos mecanismos de busca</strong>. Na verdade, como todos os SEOs do mundo, mecanismos de busca como o Google também parecem estar correndo atrás de algo: o comportamento do ser humano. Cada vez mais o mecanismo se molda a como nós procuramos as coisas. Às vezes acerta, às vezes erra, como nós, humanos.</p>
<p><strong>Lembram-se da história no inicio desse artigo?</strong> A verdade é que o SEO de hoje, como qualquer estratégia de Search, <strong>precisa prever não somente as palavras-chave importantes, mas qual o momento em que as pessoas estão buscando as informações na internet, quem está perto e onde</strong>. Assim, <strong>o site também precisa ser preparado e desenhado para isso</strong>, pois a navegação dentro dele afetará sua credibilidade (KALBACH, 2009, p.35). Naquele momento da busca, estará o usuário (ou usuários) em um aeroporto através de um tablet procurando a informação que levará para a conversão? O site abre rápido? Navegar através de um iPad, por exemplo, é totalmente diferente de um notebook. Se eu decidir comprar, vou conseguir fazer isso rápido antes de ter de entrar no avião? Se eu procurar no Facebook ou qualquer outro site de redes sociais as pessoas estarão comentando sobre  o produto ou serviço. O site incentivou isso? Está toda a sua estratégia online no mesmo estado de espírito do seu cliente? Acredite, não é fácil entender e planejar isso, principalmente quando a estratégia digital de um cliente e sua operação está dividida em muitas empresas. Integrar e comunicar a importância desse estado de espírito é um desafio e é preciso muita dedicação. Mas é isso que acaba influenciando o sucesso não só do SEO, mas também de outras siglas que compõem todo o escopo de marketing digital de um cliente.</p>
<p>O SEO tem épocas. Determinada época se falava muito em tecnologia, outra época se falava muito em link building, depois falaram que o <a href="http://www.erickformaggio.com/2011/05/o-conteudo-que-faz-diferenca.html">conteúdo era a grande sacada</a> (é mesmo), mas creio que se deve considerar a usabilidade e aspectos sociais (e se engana quem pensa que eu falo de questões sociais somente incluídos no mundo online) com mais carinho.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Encontrar o que necessita vai além das técnicas de SEO. É preciso pensar no que vem antes e qual a relação do SEO com o passo anterior, e isso é possível. Essa é a mensagem que eu quero passar. Portanto, <strong>antes de iniciar qualquer projeto de SEO observe as pessoas</strong>, pois é fato que cada vez mais os profissionais que trabalham com áreas de conhecimento relacionadas à internet se afastam das pessoas e se aproximam das ferramentas, justamente quando <strong>o mais importante é a proximidade com o entendimento das pessoas sobre sites, mercados e as mudanças na sua cultura</strong>. <strong>Números e ferramentas são complementos</strong>.</p>
<p>Elabore estratégias verdadeiras para ajudar as pessoas. Isso comprovadamente é notado por elas e pelos mecanismos de busca e  faz parte de se engajar o estado de espírito do consumidor e dos novos valores do marketing onde há uma total relação entre necessidade e valores, onde a proposição de valor é funcional, emocional e espiritual (nesse sentido do estado de espírito alinhado com o consumidor) (KOTLER; KARTAJAYA; SETIAWAN, 2010).</p>
<h2>Referências</h2>
<p>CAVALCANTI, Marcos; NEPOMUCENO, Carlos. “O conhecimento em rede: como implantar projetos de inteligência coletiva”. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.<br />
FORMAGGIO, Erick. “SEO – Otimização de Sites – Aplicando técnicas de otimização de sites com uma abordagem prática”. Rio de Janeiro: Brasport, 2010.<br />
KALBACH, James. &#8220;Design de navegação web: otimizando a experiência do usuário&#8221;. Tradução Eduardo Kessler Piveta. Porto Alegre: Bookman, 2009.<br />
KOTLER, Philip; KARTAJAYA Hermawan; SETIAWAN, Iwan. &#8220;Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano&#8221;. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2010.<br />
<a href="http://credibility.stanford.edu/pdf/PITheory.pdf">Prominence-Interpretation Theory: Explaining How People Assess Credibility Online</a><br />
<a href="http://www.consumerwebwatch.org/dynamic/web-credibility-report-evaluate.cfm">How Do People Evaluate a Web Site&#8217;s Credibility?</a><br />
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		<title>Evolução das Tecnologias e Performance em Projetos Digitais</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 01:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Folli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesse post vamos falar sobre a evolução das tecnologias e do mercado de internet para chegar onde estamos. Pretendo mostrar o que analisamos mais frequentemente e onde deve estar concentrada a nossa atenção para obter melhor performance em projetos digitais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/evolucao-das-tecnologias-e-performance-em-projetos-digitais&#038;via=_dp6&#038;text=Evolução das Tecnologias e Performance em Projetos Digitais&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Nesse post vamos falar sobre a evolução das tecnologias e do mercado de internet para chegar onde estamos. Pretendo mostrar o que analisamos mais frequentemente e onde deve estar concentrada a nossa atenção para obter melhor performance em projetos digitais.</p>
<p>A Internet tem passado por diversas e constantes mudanças desde o seu princípio e, com isso, têm mudado as necessidades de medição e também o entendimento das possibilidades de negócios e ações de mídia em meios digitais. Em seu princípio o acesso era restrito, o número de sites pequeno e, pensando em medição, não precisávamos ir muito além de métricas básicas de acesso a cada página. O intuito era entender melhor a dinâmica de navegação deles e fazer modificações objetivando a melhoria. Surgiram então as primeiras ferramentas de Web Analytics, mais rudimentares e baseadas em análise de logs de servidor. Se você quiser ver maiores detalhes sobre a evolução desse tipo de ferramenta apenas, dê uma olhada <a href="http://www.dp6.com.br/uma-breve-historia-do-web-analytics" target="_blank">nesse post</a>.</p>
<p><span id="more-3833"></span></p>
<p>Rapidamente esse cenário se tornou mais complexo. O acesso à internet se popularizou e o conhecimento necessário para fazer sites se disseminou. Muitos foram criados e se iniciaram as campanhas online, que levavam tráfego de um site para outro. As necessidades de medição de sites se ampliaram e as ferramentas de Web Analytics tiveram que se tornar mais poderosas. Elas agora precisavam também registrar a origem do usuário e com isso permitir a medição da efetividade das campanhas, essas mudanças também deixaram as ferramentas mais complexas (outras tecnologias passaram a ser usadas, se destacaram ferramentas baseadas em tags e não análise de log). Nesse contexto surge também a necessidade dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ad_server" target="_blank">Adservers</a> para facilitar o controle e gestão de mídia e, devido ao grande número de sites sobre os mais diversos assuntos, surge a necessidade de melhorar a forma como os encontramos. A resposta foi rápida. Buscadores.</p>
<p>O aparecimento dos buscadores mudou drasticamente o modo como navegamos na internet e também seu entendimento como negócio. Hoje em dia a grande maioria dos usuários vai diretamente para um buscador antes de seguir para outro site. Nesse novo momento é fundamental estar presente nos buscadores para ser encontrado. Isso pode ocorrer de duas formas: Organicamente (nesse caso será importante realizar um bom trabalho de <a href="http://www.dp6.com.br/o-que-e-seo" target="_blank">SEO</a>) ou então com campanhas de <a href="http://www.dp6.com.br/links-patrocinados-mais-do-que-cliques" target="_blank">Links Patrocinados</a>. Com essas novidades, além de mais necessidades de medição nas ferramentas de Web Analytics e Adservers (que novamente se tornaram mais complexas), também passa a ser importante observar diversas métricas nos Links Patrocinados, acompanhar a evolução do SEO, entender o comportamento das buscas e conhecer o que os sites concorrentes estavam fazendo. Para cada necessidade nova surgiu uma gama de ferramentas, vou citar algumas. Para os links patrocinados foram feitas ferramentas de controle de lances (conhecidas como “bid management tools”). No âmbito do SEO surgiram várias: medidores de pagerank, plug-ins que fazem sitemaps, ferramentas para medir densidade de cada palavra em uma página específica e também outras para calcular o quanto o seu site e de seus concorrentes aparecem nas buscas para cada termo que você quer saber. Para entender um pouco mais sobre o comportamento das buscas é importante acompanhar ferramentas como o <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a>, o <a href="http://www.google.com/insights/search/">Google Insights for Search</a> e também ficar atento para diversas pesquisas de comportamento de busca que são divulgadas em eventos e palestras do mercado digital (bem como em blogs e twitter). Para entender mais sobre o seu mercado no mundo digital e boas práticas, além de acompanhar palestras e eventos vale utilizar uma ferramenta de inteligência competitiva como o <a href="http://www.ibope.com.br" target="_blank">Ibope</a>, <a href="http://www.comscore.com/" target="_blank">Comscore</a> ou <a href="http://www.serasaexperian.com.br/hitwise/" target="_blank">Hitwise</a>.</p>
<p>Beleza então. Meu site tem uma navegação legal, o SEO tá bacana, minhas campanhas rodando direitinho e com ROI positivo. Posso descansar?</p>
<p>Ainda não.  Toma um fôlego que já estamos na reta final.</p>
<p>Depois da “revolução dos buscadores” a novidade que trouxe mais uma série de possibilidades e necessidades para o mundinho da internet veio com um nome bonito: Web 2.0. Muito mais do que discutir a validade ou não do nome, o intuito é observar o que mudou. A partir desse momento o usuário começa a produzir seu próprio conteúdo e falar o que bem entende. Os negócios digitais não podem mais se preocupar apenas com o que acontece “dentro de casa”, é necessário entender o que estão falando da sua marca e seus produtos nas redes sociais, blogs e companhia. Se por um lado existe a preocupação em ficar de olho no que estão falando (principalmente falando mal) sobre as empresas nas redes sociais, por outro, nunca foi tão fácil estar próximo das pessoas que gostam da sua marca e te apoiam. Basta estar atento. Uma gama de possibilidades de promoções e melhoria no relacionamento com o cliente surgem nesse momento. Ainda estamos aprendendo o que é possível fazer com tudo isso. Agora passa a ser importante o entendimento de como funciona cada rede social e também acompanhar o que está sendo publicado sobre a sua marca (sem esquecer de todo o resto, hein!). Ferramentas que fazem esse acompanhamento ganham destaque e o <a href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/buzz-intelligence" target="_blank">Buzz Intelligence</a> passa a ser super importante.</p>
<p>Esse é mais ou menos o momento que estamos vivendo agora. O aparecimento dos tablets e crescimento de vendas de smartphones não muda o cenário da internet como um todo, certamente possibilita a inclusão de mais gente e traz a necessidade de se adaptar a esses novos dispositivos. Já estamos preocupados em medir (meios de se fazer isso já são realidade) e também pensando nas possibilidades de ações e negócios.</p>
<p>Obrigado pela sua atenção e até a próxima.<br />
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		<title>Algumas razões para utilizar Behavioral Targeting</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 21:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Cardozo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt&#038;via=_dp6&#038;text=Algumas razões para utilizar Behavioral Targeting&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Tão importante quanto sempre realizar testes visando entender o comportamento das visitas em seu site, como falei em <a href="http://www.dp6.com.br/quer-aumentar-a-performance-do-seu-site-faca-testes" target="_blank">post recente no blog</a>, é segmentar os tipos de acessos por meio do perfil de navegação dos visitantes, lhes entregando uma linguagem e um conteúdo mais próximos do que ele está habituado a visualizar/utilizar/comprar, facilitando o caminho da conversão. Esse post visa exemplificar algumas maneiras para que essa segmentação seja realizada e mostrar a importância para a evolução da performance do seu site. Mas, em primeiro lugar, precisamos entender exatamente o que é e como funciona o Behavioral targeting.</p>
<p><span id="more-2954"></span>Behavioral Targeting (BT) está longe de ser considerado uma invasão de privacidade – as principais ferramentas possuem, inclusive, a opção de opt-out caso o usuário não queira compartilhar suas informações; é, na verdade, a utilização com inteligência dos rastros deixados pelos usuários em um banco de dados anônimo e que contém uma diversidade enorme de variáveis. O intuito é, nesse caso, a correta interpretação dessas variáveis, onde conseguimos agrupar em perfis os usuários que navegam por determinada plataforma ou que visualizam determinado conteúdo na internet, como por onde navegou, o que gosta, o que comprou, entre outros, e lhes entregar a informação mais condizente com esse comportamento, deixando nosso site com navegação mais amigável para todos os perfis de visita do mesmo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2955" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt/target"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2955" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/target-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Alguns exemplos de como se utilizar dos dados de BT:</p>
<p><strong>Identificação da plataforma de acesso</strong></p>
<p>Identificar qual plataforma está sendo utilizada na navegação e entregar uma versão de site diferente, com peculiaridades para cada uma delas, facilita e muito a navegação! Há algum tempo atrás, os usuários de Mac sofriam bastante com a compatibilidade dos sites, o que hoje é algo praticamente sanado com o crescimento de mercado da Apple. Mas, o que dizer dos usuários de mobile?! Vivemos uma grande tendência onde a internet não se prende mais apenas aos computadores e se expande aos smartphones e tablets, seja via wireless ou tecnologia 3G. Porém, como as telas são menores que as habituais dos computadores e notebooks, o conteúdo padrão dos sites a maioria das vezes tem a leitura extremamente dificultada, o que impede um volume maior de conversões e pode alavancar a rejeição do site. Apresentar os dados em um site voltado ao mobile, com uma navegação bem mais simples e direta ao ponto auxilia, e muito!</p>
<p><strong>Qualidade da conexão</strong></p>
<p>O Brasil ainda tem muito a evoluir em relação a distribuição da banda larga. É exatamente por isso que desenvolver sites extremamente carregados e com detalhes pode complicar nossos resultados. Criar sites com layout muito simples e sem detalhes pode frustrar parte dos nossos acessos, bem como deixá-lo carregado demais inviabiliza a navegação para outros. Como lidar com isso e agradar a todos (ou praticamente todos)? Simples: utilize BT! Identificar a conexão do usuário e direcioná-lo para um modelo de site que melhor atende suas necessidades, sem atrapalhar a qualidade da navegação, é fundamental para alavancar a conversão do seu site!</p>
<p><strong>Segmentação por região</strong></p>
<p>Nosso país possui uma diversidade de culturas, girías e comportamentos enormes, visto seu tamanho. Dessa maneira, desenvolver um modelo de site e apresentá-lo da mesma maneira para usuários do Sul e do Norte pode ser um erro estratégico muito grande, desde a linguagem utilizada ao produto ofertado! Imagine utilizar gírias como “tri tecnológico” e “esse produto é bala”, gírias normalmente utilizadas no Sul, para acessos vindos da Bahia, ou até mesmo na região Sudeste. Com certeza não teremos a mesma performance em conversões nas outras regiões! Segmentar seu site e entregar uma linguagem diferente para os acessos de cada uma das regiões do Brasil deixará sua marca e seus produtos com um ar de maior proximidade, possivelmente aumentando sua performance.</p>
<p><strong>Comportamento de navegação</strong></p>
<p>Utilizar os rastros de navegação do usuário para mostrar produtos que mais se adequem ao seu gosto pode alavancar o poder de conversão do seu site! Por exemplo: rotineiramente busco notícias de placares e informações sobre o Corinthians e, quando entro no site do Netshoes, os produtos ofertados são, em sua  maioria, do Corinthians. Coincidência?! Não: Inteligência!</p>
<p>Outro exemplo de comportamento de compra utilizado em sites de ecommerce ocorre quando, visualizando detalhes do produto, vejo logo abaixo a informação “Usuários que compraram a camiseta do Corinthians também compraram: Agasalho do Corinthians, bandeira do Corinthians”. Nesse caso, há o cruzamento de informações e produtos vendidos visando aumentar a venda casada, aumentando, assim, o ticket médio da compra.</p>
<p>Além da segmentação dentro do site, com o modelo de BT pode, e deve, ser utilizado em campanhas online, onde uma peça criativa diferente é vista com base no perfil do usuário. Por exemplo:</p>
<p>- Se o usuário buscou ou navegou por conteúdo relevante ao Cruzeiro, ele será impactado com peça exclusiva do time.</p>
<p>- Se o usuário buscou ou navegou sobre conteúdo relacionado a futebol como um todo, como informações do Campeonato Brasileiro, mas sem foco em nenhum time específico, ele será impactado por peças mais genéricas, mas relacionadas a futebol.</p>
<p>- Se o usuário navegou ou buscou por demais esportes, como tênis, vôlei, entre outros, ele é impactado por um terceiro modelo de peça, genérico e voltado para esportes como um todo.</p>
<p>Esse modelo de campanha traz ganho a todos os envolvidos, pois melhora a experiência de navegação dos visitantes em seu site, rentabiliza o estoque publicitário com a customização da entrega do conteúdo, além de dar a oportunidade de um melhor trabalho sobre os valores de CPM aos veículos e, por consequência, traz melhor conversão e ROI para a campanha, uma vez que a linguagem e o assunto estará muito mais próximo do comportamento de navegação do target.</p>
<p><strong>E quais as principais ferramentas do mercado atualmente?</strong></p>
<p>Behavioral Targeting é uma estratégia de segmentação em pleno avanço no mercado online nacional, mas ainda pouco utilizado. Ainda assim, temos 2 boas ferramentas de grande potencial a nossa disposição:</p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-2957" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt/navegg"><img class="size-full wp-image-2957 alignleft" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/navegg.png" alt="" width="240" height="78" /></a></strong></p>
<p>Primeira empresa totalmente brasileira dedicada a targeting online, o <a href="http://www.navegg.com/" target="_blank">Navegg</a> possui um sistema de informações sócio-demográficas capaz de traçar o perfil dos visitantes do seu site, com interesses e intenções de compra a partir da navegação web, com serviços especializados para Publishers e também para sites de ecommerce. Conta hoje com mais de 40 milhões de perfis analisados por mês e uma rede de 1.400 sites mapeados, com mais de 30 critérios de segmentação de conteúdo.</p>
<p>Além disso, possui um grande diferencial oferecendo uma API para integração com ferramentas de Analytics e AdServers.</p>
<p>A <a href="www.directflow.com.br" target="_blank">Direct Flow</a>, empresa pertencente ao mesmo grupo da Direct Performance, possui uma <a href="http://www.directflow.com.br/parceria-navegg" target="_blank">parceria com o Navegg</a> para a gestão de campanhas customizadas que tem trazido grandes resultados, o que indica o potencial da ferramenta tupiniquim.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-2959" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt/btb"><img class="alignleft size-full wp-image-2959" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/btb.jpg" alt="" width="182" height="52" /></a></strong></p>
<p>O <a href="http://btbuckets.com/" target="_blank">BTBuckets</a> também é uma ferramenta nacional e especializada em criar nichos de usuários, predefinidos ou customizados, seguindo o mesmo raciocício do Navegg, lhes entregando mensagens diferentes a partir do cruzamento de dados de informações como fonte de tráfego, padrões de navegação, termos de busca, eventos, informações demográficas e tecnológicas do target.</p>
<p>Lá fora, estratégias de BT são muito mais utilizadas e praticamente fazem parte do dia-a-dia dos sites e planejamento de campanhas. Dentre as principais ferramentas internacionais, vale citar o <a href="http://www.simpli.fi/" target="_blank">Simpli.fi</a>, o <a href="http://www.lucidmedia.com/" target="_blank">LucidMedia</a> e o <a href="http://www.audiencescience.com/" target="_blank">AudienceScience</a>, mas as opções são diversas, como vemos na imagem abaixo:
</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2958" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt/bt-inter"><img class="size-full wp-image-2958 aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/bt-inter.jpg" alt="" width="278" height="118" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Como podemos ver, a possibilidade de segmentação é imensa e, bem trabalhada, traz grandes resultados para todos. É só escolher a ferramenta para seu site/campanha, segmentar e correr pro abraço!<br />
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		<title>Quer aumentar a performance do seu site? Faça testes!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 18:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Cardozo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[teste A/B]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Uma das primeiras coisas que aprendemos quando temos contato com Web Analytics é o quanto é importante realizarmos testes visando melhorar o índice de conversão do seu site. Porém, muitas vezes isso acaba por não sair da teoria quando precisamos “botar a mão na massa” e não sabemos por onde (e nem como!) começar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/quer-aumentar-a-performance-do-seu-site-faca-testes&#038;via=_dp6&#038;text=Quer aumentar a performance do seu site? Faça testes!&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Uma das primeiras coisas que aprendemos quando temos contato com Web Analytics é o quanto é importante realizarmos testes visando melhorar o índice de conversão do seu site. Porém, muitas vezes isso acaba por não sair da teoria quando precisamos “botar a mão na massa” e não sabemos por onde (e nem como!) começar.</p>
<p>Muitos ainda utilizam a intuição como base para os testes e otimizações no site, o que pode ser um tiro no pé, pois você precisa saber como o cliente “vê” seu site: se ele é atrativo, fácil de navegar, seguro para realizar transações ou preenchimento de cadastros, e não como você enxerga o caminho ideal para isso pois, por mais que seja o maior conhecedor do seu negócio, não é você que converte nele, e sim seus clientes.<span id="more-2680"></span></p>
<p>Por isso, embora seja algo simples e óbvio, tenha sempre em mente os KPIs do seu site (alguns exemplos podem ser encontrados <a href="http://www.dp6.com.br/10-kpis-basicos-para-sua-analise-de-b-i" target="_blank">neste post</a>). É com base neles que você saberá exatamente o que mensurar e quais páginas e calls to action do seu site precisam ser testados em vias de encontrar o melhor caminho para a conversão do target do seu site, identificando quais combinações levam às melhores taxas de conversão.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2682" href="http://www.dp6.com.br/quer-aumentar-a-performance-do-seu-site-faca-testes/caminhos"><img class="aligncenter size-full wp-image-2682" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/caminhos.jpg" alt="" width="176" height="180" /></a></p>
<p>Após a realização do teste, a análise dos dados servirá como base para que as otimizações sejam feitas, quase sempre com novos testes buscando a melhor performance possível para seu site. Esses dados, independente dos resultados, sempre nos trarão learnings indicando a melhor maneira de trabalharmos nossa página ou campanha, por isso não devemos subestimar nem mesmo os dados negativos. Muito pelo contrário: informações negativas podem, muitas vezes, indicar mudanças que precisam ser feitas e que trarão uma nova visão ao nosso modelo de site. Mudanças essas que precisam ser “testadas”!</p>
<p>O que temos aqui é, portanto, um ciclo onde teste após teste buscamos aperfeiçoar cada vez mais nosso site, buscando os melhores resultados possíveis entendendo o perfil de navegação dos nossos clientes, que também está em mutação constante, para que possamos estar sempre nos atualizando e atendendo suas expectativas.</p>
<p>Certo. Agora você deve estar se perguntando&#8230;</p>
<p><strong>Tá, mas onde e como eu faço esses testes?</strong></p>
<p>Uma opção simples e muito fácil de ser utilizada é o <a href="http://www.google.com.br/websiteoptimizer" target="_blank">Google Website Optimizer</a>, onde podemos fazer os testes sem afetar as otimizações de <a href="http://www.dp6.com.br/o-que-e-seo" target="_blank">SEO</a> e sem que ele seja percebido pela visita, uma vez que a primeira versão do teste vista pela visita fica gravada no cookie. Além disso, esses testes podem ter apenas duas variáveis (como cores de botão “Comprar” diferentes) ou diversas versões, como títulos, fotos, títulos, entre outros, tudo dentro do mesmo teste, onde podemos identificar uma melhor combinação de informações, e não apenas versões de páginas.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2683" href="http://www.dp6.com.br/quer-aumentar-a-performance-do-seu-site-faca-testes/websiteoptimizer"><img class="aligncenter size-full wp-image-2683" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/websiteoptimizer.png" alt="" width="150" height="172" /></a></p>
<p>Temos 4 tipos de testes citados pelo Google como básicos:</p>
<p><strong>-          Antes e Depois:</strong> é a mensuração da performance de uma página antes de alterada e após a alteração. Aqui, não temos mais de uma variável ao mesmo tempo e, por conta disso, não é um teste controlado, visto que fatores externos, como o recebimento do salário no começo do mês, podem influenciar nos resultados independente da versão e, por conta disso, não é o mais recomendado.</p>
<p><strong>-          A/B:</strong> Nesse teste, o tráfego é dividido em duas ou mais versões de páginas, e é ideal para o teste de duas landing pages específicas, por exemplo, ou para grandes alterações de layout em geral.</p>
<p>-          <strong>Multivariado</strong>: teste feito com a divisão do site em seções e a possibilidade de diversos cruzamentos de versões, onde serão identificadas quais os “cruzamentos”  de informações com a melhor performance. É, geralmente, utilizado após os testes A/B visando otimizar ainda mais as conversões de uma landing page de campanha ou página de compra de um e-commerce, por exemplo.</p>
<p><strong>-          Teste segmentado/personalizado: </strong>Resultados variados com a tabulação cruzada, tendo como base a característica da visita por meio da modificação de toda a experiência do usuário nas páginas. É complexo e exige tempo, tecnologia e recursos significativos para ser desenvolvido. Porém, é um passo importante nas otimizações após os testes A/B e multivariados.</p>
<p>Com base nessas informações, implemente a ferramenta (ela é fácil e intuitiva de ser utilizada) de acordo com o tipo de teste e etapa a ser analisada dentro do seu site, sempre sem esquecer da importância de se ter o objetivo em mente. A partir disso, é só Testar, Mensurar e Otimizar, sem medo de ser feliz!<br />
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</ul>
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		<title>10 KPIs básicos para sua análise de BI</title>
		<link>http://www.dp6.com.br/10-kpis-basicos-para-sua-analise-de-b-i</link>
		<comments>http://www.dp6.com.br/10-kpis-basicos-para-sua-analise-de-b-i#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 00:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[BI]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[KPI]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Este não é um assunto novo por aqui, mas ainda existem muitas dúvidas quando chega o momento de definir os indicadores de performance &#8211; os famosos KPI&#8217;s. São eles que vão nos dizer se atingimos os nossos objetivos e orientar nossas ações para melhorar os nossos resultados. Todos concordam que não faz sentido algum investir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/10-kpis-basicos-para-sua-analise-de-b-i&#038;via=_dp6&#038;text=10 KPIs básicos para sua análise de BI&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/10-kpis-basicos-para-sua-analise-de-b-i"></g:plusone></div>
<p>Este não é um assunto novo por aqui, mas ainda existem muitas dúvidas quando chega o momento de definir os indicadores de performance &#8211; os famosos KPI&#8217;s. São eles que vão nos dizer se atingimos os nossos objetivos e orientar nossas ações para melhorar os nossos resultados.</p>
<p>Todos concordam que não faz sentido algum investir em um negócio sem que haja um objetivo para isso. Sempre se deseja vender produtos, reforçar uma marca, divulgar serviços, gerar cadastros, exibir anúncios, etc. Não importa! Seja qual for seu objetivo, ele existe. E se ele existe, podemos medir se o atingimos &#8211; pelo menos quando estamos na internet.</p>
<p>Só vale lembrar que um bom indicador é aquele que automaticamente &#8216;starta&#8217; um plano de ação. Não adianta muita coisa olhar para números subindo e descendo e não ter nada para fazer a respeito. Vamos tentar explorar aqui alguns KPI&#8217;s e o que eles podem nos mostrar.</p>
<p><span id="more-2622"></span>A primeira dúvida que sempre surge é em relação à audiência. Infelizmente ainda é muito comum que as pessoas olhem para as visitas como se fossem o saldo da conta no banco. As visitas aumentaram? Todo mundo comemora! As visitas caíram? Todos se desesperam! Mas, as visitas não devem ser a bússola de seu site!</p>
<p>A audiência de um site, pura e simples, diz muito pouco sobre o resultado de um negócio. Seria o equivalente a dizer que em uma loja de um shopping entram 2 mil pessoas todos os dias. O que isso significa? Nada! Você pode receber 2 mil clientes e todos eles saírem sem nenhuma sacola.</p>
<p>Em alguns casos específicos a audiência pode ser o indicador mais próximo de medir sua conversão. Porém, podemos refinar um pouco mais esta métrica. Refinar? Como? Com o Bounce Rate, nosso 1º KPI de hoje!</p>
<p><strong>1 &#8211; Bounce Rate</strong></p>
<p>Já disse que visitas não podem ser um objetivo. Se falarmos em visitas que navegaram pelo site, aí sim começa a fazer algum sentido. E é aí que o Bounce Rate entra. Existem <a href="http://www.dp6.com.br/4-formas-de-se-trabalhar-o-bounce-rate" target="_blank">4 formas de se trabalhar o Bounce Rate</a>. Vamos assumir aqui o modelo por tempo de navegação. Supondo que meu site recebe um tráfego natural (sem incentivo de uma campanha) de mil visitas por dia e que, metade delas, sequer navegam no site por 15 segundos. Isto é bom? É ruim? A princípio, nenhum dos dois. Porém, se eu investir R$ 50k numa campanha e levar outras mil visitas por dia para o meu site e, dessas, metade abandonarem o site em menos de 15 segundos, eu tenho um problema! Estou jogando R$ 25k no lixo. O Bounce Rate deve ser sempre a primeira etapa do funil de conversão. Reduzir o Bounce Rate pela metade equivale a dobrar o tráfego e pode significar dobrar suas conversões.</p>
<p>A Landing Page é a principal página de seu site, e é por ela que o usuário irá definir se continuará navegando no site ou se irá abandoná-lo! Confiram algumas boas dicas para reduzir o Bounce Rate em: <a href="http://www.dp6.com.br/15-dicas-de-sucesso-para-landing-page" target="_blank">15 dicas de sucesso para a Landing Page</a></p>
<p><strong>2 &#8211; Acessos a uma determinada seção ou conteúdo</strong></p>
<p>Eventualmente vamos nos deparar com situações em que a audiência é nosso melhor indicador. Imagine um site de noticias de economia, cujos usuários acessam diariamente para saber a cotação do dolar ou o índice da bolsa. Neste caso, e em alguns outros, o simples fato do usuário visualizar uma página do site se configura um objetivo atingido.</p>
<p><strong>3 &#8211; Taxa de retorno</strong></p>
<p>E a taxa de retorno? Outra dúvida comum. Esta também é uma métrica bastante respeitada, mas pouco compreendida. Taxa de retorno alta é bom ou é ruim? Depende! Esta é uma métrica um pouco mais complicada de se trabalhar. Diversas condições influenciam na proporção de visitas novas e retornantes, como: tempo de vida do site, existência de campanhas gerando tráfego, frequência de atualização do conteúdo do site, etc.</p>
<p>Mas aí o cliente diz que é importante para o negócio dele que as pessoas voltem muitas vezes ao site. O que fazer? Podemos eliminar todas aquelas condições de influências segmentando a análise somente por aqueles usuários que retornaram, ou seja, que fizeram duas visitas ou mais. Olhando somente para esta segmentação, podemos ter uma ideia de frequência de retorno dos usuários e da distribuição de usuários por cada faixa de frequência.</p>
<p>Exemplificando um caso de uso: Uma promoção onde o usuário que compra o produto deve ir ao site para cadastrar o código da embalagem e concorrer a prêmios. Neste caso, quanto mais vezes o usuário voltar para cadastrar novos códigos, maior o grau de engajamento dele na promoção. Sucesso!</p>
<p>Tá, mas eu já sou grandinho e sei que posso ir muito além da audiência. Quero olhar para o que os usuários então fazendo no meu site. Bom, aí podemos medir quase tudo que o usuário faz.</p>
<p><strong>4 &#8211; Tempo de Navegação x Profundidade da visita</strong></p>
<p>Um excelente indicador é usar tempo de navegação x profundidade da visita (page views). Podemos ter uma boa noção do grau de interesse dos usuários pelo conteúdo de um site cruzando estas duas métricas. Atenção para quando o tempo de navegação ou o número de page views podem indicar que o usuário está perdido, com dificuldade de encontrar o que procura!</p>
<p>Alguns casos são clássicos. Eventualmente o site tem o objetivo de gerar cadastros, ou vender produtos, ou ainda oferecer ao usuário serviço de auto-atendimento, etc. Nestes casos, basta olhar para o funil de conversão. Um funil bem estruturado aponta claramente em qual etapa está o gargalo e orienta o plano de ação.</p>
<p>Nestes casos os KPIs me parecem um pouco óbvios:</p>
<p><strong>5 &#8211; Usuários cadastrados</strong></p>
<p><strong>6 &#8211; Vendas</strong></p>
<p><strong>7 &#8211; Atendimentos</strong></p>
<p>Sem esquecer que com um bom tagueamento é possível detalhar muito mais cada conversão, como: vendas por tipo de produto ou por época do ano, atendimento por fonte de tráfego ou ou por região, desempenho do preenchimento do cadastro campo-a-campo, etc, etc, etc.</p>
<p>E há aquelas situações em que não temos apenas um objetivo principal. Queremos que o usuários façam alguma coisa, ou várias coisas, entre muitas possíveis dentro do site. Bom, então vamos medir o que for possível e, claro, fizer sentido.</p>
<p>Exemplos:</p>
<p><strong>8 &#8211; Comentários nos posts do meu blog</strong>: fica ainda mais legal se aprofundar a análise e classificar os comentários, gerando indicadores de comentários positivos, ou comentários que geram leed de venda, etc. Aí é estudar caso a caso;</p>
<p><strong>9 &#8211; Visualização de vídeos</strong>: veja também <a href="http://www.dp6.com.br/como-medir-videos-youtube-com-google-analytics" target="_blank">Como mensurar vídeos com o Google Analytics</a></p>
<p><strong>10 &#8211; Downloads de conteúdo e aplicativos</strong></p>
<p><strong>11 &#8211; Compartilhamento de conteúdo em redes sociais</strong></p>
<p>Os mais atentos perceberam que o título do post fala em 10 KPI&#8217;s &#8230; bom, o 11º é o chorinho!</p>
<p>Evidente que se ganha muito quando, junto aos KPIs, adicionamos outras informações que nos ajudam a compreender o que está acontecendo. Devemos estar de olho na evolução do mercado, ao que está acontecendo com os concorrentes, mudanças de hábitos dos usuários de internet, nova versão de browsers que não abre meu site corretamente, etc. Temos centenas de ferramentas de <a title="Web Analytics" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/web-analytics">Web Analytics</a> para entender melhor o comportamento do usuário. Tudo isso agrega inteligência a análise e, consequentemente, nos ajuda a alavancar nossos resultados.<br />
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</ul>
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		<title>Como criar um dashboard eficiente?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 13:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos aleatórios]]></category>
		<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[dashboard]]></category>
		<category><![CDATA[painel de resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Um dashboard (ou “painel”) é uma ótima forma de apresentar informações de maneira rápida e eficiente para diferentes pessoas, em diferentes áreas e níveis, de uma empresa. O problema é que nem sempre vemos dashboards tão “rápidos” – podem ser criados e compreendidos com agilidade – e “eficientes” – comunicam claramente a informação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/como-criar-um-dashboard-eficiente&#038;via=_dp6&#038;text=Como criar um dashboard eficiente?&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/como-criar-um-dashboard-eficiente"></g:plusone></div>
<p>Um dashboard (ou “painel”) é uma ótima forma de apresentar informações de maneira rápida e eficiente para diferentes pessoas, em diferentes áreas e níveis, de uma empresa. O problema é que nem sempre vemos dashboards tão “rápidos” – podem ser criados e compreendidos com agilidade – e “eficientes” – comunicam claramente a informação e geram algum resultado. Neste post vamos tratar de alguns pontos-chave para <strong>a criação de dashboards eficientes.</strong></p>
<p><strong>Que história quero contar? (E para quem?)</strong></p>
<p>Em business intelligence (e, consequentemente, web analytics) lidamos com um grande volume de informações, de diversas fontes e em diversos formatos, o que acaba criando uma massa de dados que gera apenas confusão. Emerge então a necessidade de sumarizar parte destes dados em um formato que forneça uma visão geral da performance, dê suporte à tomada de decisão e, claro, gere ação. O papel de um dashboard é justamente este: sumarizar parte da informação disponível em uma forma clara, concisa e visual.</p>
<p><span id="more-2306"></span>Especificar claramente qual é a “história” que se deseja contar em um dashboard é o primeiro passo. Não é aconselhável criar algo como &#8220;Dashboard da Empresa X”, o ideal seria mais próximo de “Dashboard de Tráfego no site da empresa X” – mais específico, mais conciso, menos megalomaníaco e com maior chance de sucesso. Embora um dashboard seja generalista, seu conteúdo deve ser o mais específico possível – é isso que o torna eficaz.</p>
<p>É preciso ter claro também quem terá contato com este documento, um expert em internet ou um CEO mais preocupado com o lucro e o retorno obtido do que pelo número de visitantes únicos do site? Isso faz toda a diferença na forma como a tal “história” será contada.</p>
<p><strong>Fique apenas com as métricas fundamentais </strong></p>
<p>A função de um dashboard não é vasculhar os detalhes e nuances dos dados, mas reduzi-los ao mínimo necessário para a compreensão. De fato, ao tratar das vendas de um e-commerce, por exemplo, você dispõe de uma série de métricas que parecem fantásticas e fundamentais. Mas em um dashboard você terá que cortar muitas delas. É um processo doloroso, mas necessário. Primeiro corte: apenas as métricas elementares para a compreensão da informação, aquelas sem as quais nada fará sentido. Ainda sobram algumas, então temos um segundo corte: apenas as métricas facilmente compreensíveis, que dispensem explicações adicionais.</p>
<p>Possivelmente agora você tem um número razoável de métricas para trabalhar. Se, ao contrário, ainda houver muitas considere:</p>
<p>1.       Que você não precisa de um dashboard, e deveria fazer um relatório (ou análise) mais completo.</p>
<p>2.       Que você precisa conseguir concentrar a informação e otimizar seu espaço e a organização dos dados.
</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2307" href="http://www.dp6.com.br/como-criar-um-dashboard-eficiente/ga-dashboard"><img class="size-medium wp-image-2307 aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/GA-DASHBOARD-300x182.png" alt="Dashboard Google Analytics" width="300" height="182" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Dashboards de ferramentas de Web Analytics são criticados </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>por serem generalistas em excesso</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><!--[if gte mso 9]&gt;    &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0     false false false  EN-US X-NONE X-NONE                         &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&quot;Table Normal&quot;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-parent:&quot;&quot;; 	mso-padding-alt:0in 5.4pt 0in 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0in; 	mso-para-margin-right:0in; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0in; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} --> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Concentre a informação em uma única página (ou tela, ou slide)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Traduzindo “dashboard” por “painel” temos uma razão bastante óbvia para a frase acima. Um dashboard deve sumarizar a informação em uma única “tela”, sem a necessidade de virar a página, dar scroll na tela ou mudar de canal. Se, por alguma razão, necessitar de maior espaço, considere utilizar alguma forma de animação ou mudança automática, mas idealmente siga a regra acima: uma tela, nada mais. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Se a informação que será comunicada puder ser segmentada ou dividia, o mesmo deve ocorrer com seu painel. Procure trabalhar com a ideia de “quadrantes” para dividir a informação, respeitando sempre uma ordem lógica e respeitando o sentido da leitura (de cima para baixo, da esquerda para a direita). </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Não é crime usar texto </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">A maior parte dos exemplos de dashboards que conhecemos contém apenas gráficos e, no máximo, tabelas. Isso gera um certo preconceito ou a ideia de que o texto é “proibido” neste tipo de documento. Pelo contrário: muitas vezes a informação escrita é mais clara e objetiva do que uma enorme tabela. Além disso, um dashboard também pode ser o espaço para pequenas análises ou insights que direcionem a interpretação dos dados e, neste sentido, o bom e velho texto é a melhor saída. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">No entanto, o texto deve ter seu lugar correto, respeitando a estrutura do dashboard; não deve “invadir” gráficos e tabelas; deve ser de fácil leitura (fontes legíveis, destaques em negrito) e, por fim, deve ser muito (muito mesmo) conciso. É preciso lembrar que nem sempre um executivo está interessado em seus preciosos insights e quer apenas ver os números e entender o que aconteceu. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Tenha metas e benchmarks</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Aquela célula da tabela, em fonte grande e destacada, mostra: “1 milhão de visitas”. De fato, é um grande número&#8230; mas o que ele significa? Em um dashboard há pouco texto, normalmente não há a figura do “apresentador”, e é preciso que esteja claro se um número é bom, ruim ou indiferente. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Por isso é fundamental que sejam definidas metas para cada métrica, este será o termômetro do desempenho. Além disso, queremos saber qual foi a evolução deste número em relação ao período anterior: tenha sempre um espaço para determinar a evolução de uma métrica ao longo do tempo. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Tenha um processo otimizado e automatizado para criar o dashboard</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Esteja você usando Excel, softwares de design de dashboards ou outras ferramentas de business intelligence, o processo de criação deve ser o mais otimizado e automatizado possível. Devemos lembrar que um dashboard é entregue em intervalos relativamente curtos, geralmente há mais de uma versão ou mais de um dashboard e ele não elimina a necessidade de relatórios e análises. Por todos estes motivos, deve tomar o menor tempo possível. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Grandes ferramentas de BI comumente oferecem módulos para criação de dashboards, mas se você utiliza o Excel também é possível otimizar o processo por meio de macros ou mesmo fórmulas simples, procedimentos bem definidos e bases facilmente atualizáveis. Tente reduzir o tempo para criação do documento ao mínimo, sempre mantendo a qualidade, claro. <span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR">Um dashboard deve ser visualmente claro</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Este talvez seja o fator que diferencia mais evidentemente um dashboard eficiente de um amontoado de números inúteis em uma tela ou de um infográfico “bacana”. Um dashboard deve ser pensado e estruturado em torno de boas práticas de visualização de dados e voltada para a tomada de decisão. Seu objetivo não é “encantar” pessoas ou fornecer números detalhados ao extremo, mas comunicar eficientemente informações vitais para um negócio.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Algumas boas práticas para a criação de dashboards visualmente claros incluem:</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="PT-BR"> </span>1 &#8211; </strong><strong><span lang="PT-BR">Se apoie nas convenções</span></strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0in;"><span lang="PT-BR">Entre o criativo e o convencional, em um dashboard, opte pelo convencional. Use gráficos de barra, de colunas ou linhas. Muitas uma tabela também é uma boa opção &#8230;</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0in;"><span lang="PT-BR"> </span><strong>2 &#8211; Não use gráficos “pizza”</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Eles ocupam muito espaço, não oferecem uma visão de tendência ao longo do tempo e escondem sutilezas nos dados. Gráficos pizza podem até não ser tão malignos quanto se fala, mas há melhores opções em quase todos os casos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span><strong>3 &#8211; Use técnicas de otimização do espaço</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Pense em um dashboard como um apartamento pequeno e use soluções inteligentes. “Sparklines” do Excel são um presente para quem quer visualizar tendências ao longo do tempo sem ter que criar um enorme gráfico que ocupa 20% do espaço disponível.<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Qual porcentagem do seu espaço é ocupada por dados e informações relevantes? Procure sempre maximizar esta taxa, cortando fontes enormes ou legendas rebuscadas. Nunca tenha uma tabela E um gráfico sobre a mesma série de dados, saiba selecionar.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span><strong>4 &#8211; Não deixe espaço para dúvidas</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Gráficos devem ter legendas, nomes e unidades bem definidas e sem redundâncias ou inconsistências. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Para cada métrica, ofereça o máximo de informação possível, antecipando as questões que podem ser criadas diante de cada número (“Qual a variação?”, “O que causou o aumento?”, “Qual era a meta?”).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span><strong>5 &#8211; Seja amigável</strong></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0in;"><span lang="PT-BR">Algumas pessoas são míopes, outras são daltônicas, outras possuem monitores desregulados. Para cada uma delas, fontes minúsculas ou cores estranhas podem ser um problema. Procure usar cores comuns (uma escala de cinzas geralmente resolve) e manter textos e gráficos em um tamanho razoável. Pode parecer exagero, mas em alguns casos é a diferença entre um documento ser visto como “útil” ou como “descartável”.</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0in;"><span lang="PT-BR"> </span><strong>6 &#8211; Mantenha as coisas muito simples</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Não use sombreamento ou efeitos 3D, seu objetivo é comunicar eficientemente, e não fazer uma obra de arte computacional. <span> </span>O mesmo vale para cores: siga apenas uma cor e o tradicional “preto no branco” – facilita a leitura e não deixa espaço para dúvidas. Para tabelas, use apenas as bordas e grades necessárias para uma boa leitura dos dados.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> </span>Em suma, seja funcionalista: mantenha todas as informações alinhadas, divididas em quadrantes bem definidos, com clara estrutura de raciocínio, e objetivos ainda mais claros. Se mesmo assim você sentir que seu dashboard é visto como um documento descartável, o problema pode não mais estar com você.</p>
<div style="width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;"><img src="/Users/THIAGO%7E1.COS/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-16.png" alt="" /></div>
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</ul>
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		<title>12 Passos para um e-commerce de Sucesso!</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 23:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gerson Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing e Planejamento]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/12-passos-para-um-e-commerce-de-sucesso&#038;via=_dp6&#038;text=12 Passos para um e-commerce de Sucesso!&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Segundo o <a href="http://www.comscore.com/" target="_blank">ComScore</a>, o Brasil possui uma estimativa de 78,5MM de usuários de internet &#8211; quando analisamos o universo total, não apenas residência e trabalho, onde 66% destes usuários navegaram por algum site de e-commerce no mês de fev/11. No relatório <a href="http://www.webshoppers.com.br/" target="_blank">WebShoppers</a> 23ª edição, desenvolvido pelo e-bit, observamos que 23MM de brasileiros efetuaram uma compra pela internet no ano de 2010 &#8211; crescimento de 31% quando comparado com 2009 (onde tivemos um total de 17,6MM de e-consumidores) e crescimento de 74% em comparação com 2008, que registrou 13,2MM de compradores pela Internet. Falando em $$$, estes 23MM de e-consumidores movimentaram nada mais, nada menos, do que R$14,8 bilhões em 2010 &#8211; um ticket médio de R$373.</p>
<p>Sem dúvidas, são números promissores e que tendem a crescer a cada dia! Hoje, estamos no meio de um boom dos sites de compras coletivas, como <a href="http://www.desejomania.com.br" target="_blank">Desejo Mania</a>, <a href="http://www.peixeurbano.com.br/" target="_blank">Peixe Urbano</a>, <a href="http://www.groupon.com.br" target="_blank">Groupon</a> e muitos outros. Em fevereiro deste ano, foi divulgado que já são<a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2011/02/04/268589-brasil-ja-tem-mil-sites-de-compras-coletivas" target="_blank"> mais de 1.000 sites de compras coletivas no Brasil</a>! Várias grandes marcas também estão com as suas lojas virtuais a todo vapor, como a <a href="https://www.lojaonlinenokia.com.br/" target="_blank">Nokia</a>, <a href="http://loja.brastemp.com.br" target="_blank">Brastemp</a>, <a href="http://desktopparavoce.lojahp.com.br" target="_blank">HP</a>, entre outras. E claro, não podemos esquecer do fenômeno <a href="http://www.netshoes.com.br/" target="_blank">NetShoes</a> que possui uma loja extremamente segmentada e que pode ter <a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0984/noticias/a-craque-do-varejo-online" target="_blank">faturado mais de R$400MM em 2010</a>.</p>
<p>Mas claro, nem tudo são flores! Observamos diversas marcas tentando aproveitar este filão e na hora de fechar o caixa o mundo não é tão maravilhoso assim. Para evitar este cenário, preparamos 12 passos infalíveis para você obter sucesso em sua Loja Virtual. Depois disso, <em>é só correr para o abraço!</em></p>
<p><em><span id="more-2027"></span></em></p>
<p><strong>Passo 1 &#8211; Faça uma análise de Mercado!</strong></p>
<p>Sim, estamos falando de internet! Mas, todos aqueles conceitos maravilhosos do Philip Kotler que aprendemos na faculdade podem e devem fazer parte do seu Planejamento. Antes de qualquer coisa, vamos analisar e entender o mercado em que iremos navegar. Quais são nossos concorrentes? Quais os públicos potenciais dos nossos produtos? Como estão as buscas ou o interesse pelos nossos produtos no Brasil? E em cada estado? Sim, a internet permite segmentar ao máximo nosso target, vamos aproveitar isso. Além de todas as técnicas de Marketing, nós também podemos responder muitas destas perguntas através de algumas ferramentas, como o <a href="http://www.google.com/insights/search/#" target="_blank">Google Insights for Search</a> do Google (que permite analisar a busca por determinados termos), a <a href="https://adwords.google.com/o/Targeting/Explorer?__u=1000000000&amp;__c=1000000000&amp;ideaRequestType=KEYWORD_IDEAS#search.none" target="_blank">ferramenta de palavras chaves do Google Adwords</a> (que permite ver o número exato de buscas por determinados produtos) e até mesmo analisar o interesse por estes produtos nas redes sociais: analisando as comunidades, comentários sobre este segmento de produtos, etc. Junte o máximo de informações possíveis e comece a montar o seu quebra-cabeça &#8230; o resultado será bem bacana!</p>
<p><strong>Passo 2 &#8211; Escolha uma boa plataforma de e-commerce</strong></p>
<p>Hoje em dia o que não faltam são opções. Temos plataformas para todos os &#8220;bolsos&#8221; e &#8220;gostos&#8221;. Busque colocar na ponta do lápis todas as regras do seu negócio: cálculo de frete, informações necessárias para compra, prazo de entrega, plataformas de CRM, etc. Com todas as premissas do seu negócio detalhadas, veja qual opção lhe trará o melhor custo benefício. Opte pela opção que cabe no seu bolso neste 1º momento &#8211; nada impede que você faça um upgrade futuramente! A única regra que não pode ser quebrada é: <strong>feche com uma plataforma flexível</strong>. Na internet surgem diversas ferramentas e aplicativos novos a cada dia. No e-commerce não é diferente! Imagine uma loja hoje que não integre com as Redes Sociais? Ou uma loja que não lhe dê liberdade de editar o seu preço, o seu call to action ou a cor do seu botão comprar? Sem dúvidas, você já irá dar o primeiro grande passo para uma tragédia!</p>
<p><strong>Passo 3 &#8211; Aceite todas as formas de pagamento</strong></p>
<p>Eu sei, esta é a dica mais simples e que pode parecer até &#8220;idiota&#8221;, mas &#8230; é verdade! Muitas lojas não aceitam todas as formas de pagamento e ainda por cima comunicam isso apenas na última fase do processo de compra &#8211; ou seja, uma experiência no mínimo frustrante para nosso usuário.</p>
<p><strong>Passo 4 &#8211; Invista na Logística!</strong></p>
<p>Buscar as melhores taxas pode ser um grande diferencial para trabalharmos com um bom preço final de venda dos nossos produtos. Mas, o assunto que gostaria de explorar neste post é com relação ao prazo de entrega e com a comunicação feita desde o momento da compra até o momento em que nosso cliente recebe o produto em sua casa. Trabalhar com o menor prazo de entrega pode ser um grande diferencial para a tomada de decisão no momento da compra (afinal, ninguém quer esperar 10 dias para receber o seu produto). Em paralelo, uma boa comunicação no pós venda, avisando o usuário que o pedido foi processado, que o pedido foi enviado para entrega, etc pode ser uma ótima estratégia para uma próxima compra, afinal de contas, estamos atrás de compradores recorrentes, certo?</p>
<p><strong>Passo 5 &#8211; Teste o seu Layout com ferramentas que simulam estudos de Eye Tracking</strong></p>
<p>É simples, barato &#8230; e faz uma baita diferença! Não esperamos que você suba o site 100% otimizado. Mas, já podemos pensar em uma versão de layout que atendam as <a href="http://www.dp6.com.br/15-dicas-de-sucesso-para-landing-page" target="_blank">boas práticas para desenvolvimento de uma Landing Page </a>(post com dicas bem bacanas) e claro, começar nossa rotina de testar, testar e testar! Sim, esta frase fará parte da sua vida eternamente como Gestor de um e-commerce! Para estes testes, existem diversas ferramentas no mercado, como o <a href="http://www.feng-gui.com/" target="_blank">Feng-GUI</a>, o <a href="http://www.attentionwizard.com/" target="_blank">Attention Wizard</a>, entre outras. Estas ferramentas simulam estudos de Eye Tracking através dos algorítimos que fazem parte de nossa página, levando em conta imagens, contrates, etc. Faça com que as principais mensagens de sua página estejam nas primeiras colocações na atenção do usuário.</p>
<p>No exemplo da <a href="https://www.lojaonlinenokia.com.br/" target="_blank">Loja Online da Nokia</a> abaixo, observamos quais os pontos de atenção do usuário na home do site, ou seja, o que o usuário enxerga quando entra no site. No nosso exemplo, observamos que as principais mensagens do site estão com um ponto de atenção bacana: produto, preço, marca, carrossel, etc.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2164" href="http://www.dp6.com.br/12-passos-para-um-e-commerce-de-sucesso/loja-nokia"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2164" title="loja-nokia" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/loja-nokia-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<p><strong>Passo 6 &#8211; Implemente uma Ferramenta de Web Analytics em seu Site</strong></p>
<p>Sim, esta também pode parecer uma dica &#8220;ultrapassada&#8221; &#8230; então podemos aperfeiçoar ela: implemente corretamente uma ferramenta de web analytics em seu Site. Existem diversas ferramentas disponíveis a sua escolha: também para todos os &#8220;bolsos&#8221; e &#8220;gostos&#8221;. Confiram o post: <a href="http://www.dp6.com.br/como-escolher-sua-ferramenta-de-web-analytics" target="_blank">Como escolher a sua ferramenta de web analytics</a>. O ponto mais importante aqui é que esta ferramenta irá lhe fornecer todos os insumos necessários para você aumentar a performance do seu site, como <strong>analisar o funil de conversão</strong> (aonde estamos perdendo nossos compradores) &#8211; uma ferramenta bem configurada poderá apontar em qual campo do seu processo de compras o usuário parou, <strong>qual a taxa de conversão do meu site</strong>, qual a <strong>taxa de conversão por cidade</strong> &#8211; tem alguma cidade com problema ou que eu precise fazer uma comunicação diferente?, quais são as <strong>principais fontes de tráfego</strong> que estão gerando vendas &#8211; imprescindível para otimizações de campanhas (vamos vender mais com menos investimento), compatibilidade com todos os <strong>Browsers</strong>, qual o <strong>Bounce Rate</strong> do meu site (confiram post: <a href="http://www.dp6.com.br/4-formas-de-se-trabalhar-o-bounce-rate" target="_blank">4 formas de analisar o Bounce Rate</a>), qual o <strong>ROI</strong><span style="text-decoration: underline;"> </span>das minhas campanhas, o que os usuários estão buscando em minha <strong>busca interna do site</strong> &#8211; esta análise pode trazer informações muito bacanas para colocarmos destaques na home, aumentarmos nosso portfólio de produtos, entre diversas outras métricas. Como costumamos dizer, um projeto digital sem métricas é como &#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2163" href="http://www.dp6.com.br/12-passos-para-um-e-commerce-de-sucesso/internet-sem-metricas"><img class="size-medium wp-image-2163 aligncenter" title="Internet-sem-metricas" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/Internet-sem-metricas-300x156.jpg" alt="" width="300" height="156" /></a></p>
<p><strong>Passo 7 &#8211; Faça SEO em seu Site!</strong></p>
<p>A implementação de técnicas de SEO no seu site trará 2 grandes ganhos:</p>
<ul>
<li>Maior visibilidade nos Sites de Buscas, ou seja, maior número de visitas e maior volume de vendas.</li>
<li>Melhor usabilidade no seu Site. Sim, da mesma forma que os &#8220;robos&#8221; dos buscadores irão visualizar melhor as suas páginas, o usuário também terá uma melhor experiência ao navegar em seu site.</li>
</ul>
<p>Todas as técnicas de SEO (search engine optimization) irão aumentar a relevância do seu site nos Sites de Buscas, que hoje são navegados por 88% dos usuários de Internet no Brasil. Não dá para ficar fora desta, certo?</p>
<p><strong>Passo 8 &#8211; Explore os comentários dos seus usuários!</strong></p>
<p>Você já foi viajar e pesquisou o que estão falando do hotel escolhido em sites de viagens e redes sociais? Ou, estava em dúvida se comprava o produto x ou y e se deixou levar pela opinião dos usuários que já haviam comprado estes produtos? Sim, esta é uma prática cada vez mais comum e, nem é tão recente assim. Ela vem do tradicional marketing boca a boca, aonde nossos avós trocavam suas experiências de compras com suas primas e as primas dos nossos avós contavam para suas amigas &#8230; e por ai vai. O marketing boca a boca sempre foi importante e sempre será, porém, com o fortalecimento das Redes Sociais, esta estratégia passou de uma &#8220;pequena brisa&#8221; para um &#8220;furacão&#8221;. O que eu quero dizer com isso: hoje, <strong>as pessoas estão a apenas um clique de distância de falar bem ou mal da sua marca</strong>. Entender o que elas estão falando é imprescindível para o sucesso de sua loja e de sua marca em geral. Recentemente tivemos o exemplo da Arezzo, que ficou por quase 2 dias como Trending Topic do Twitter e foi alvo de inúmeros comentários e manifestações nas redes sociais devido a sua nova coleção de bolsas e sapatos. Mensurar e entender estes comentários sobre sua marca pode contribuir com ajustes na loja, ajustes no atendimento, novas campanhas de marketing, etc.</p>
<p>Um outro ponto, tão importante quanto o citado acima, é <strong>explorar os comentários de nossos usuários dentro do nosso site</strong>. As famosas notas ou estrelinhas sobre o produto que está sendo vendido, entrega, atendimento, etc. Os comentários destes usuários podem interferir diretamente na tomada de decisão dos outros usuários e nos fornecer insumos importantes para tomadas de decisões, como campanhas de marketing (imagina se a nossa loja possui uma ótima nota para qualidade nos produtos e prazo de entrega, sem dúvidas são fatores que podem ou devem ser explorados em nosso plano de marketing), ajustes no processo de compra, portfólio de produtos, etc.</p>
<p><strong>Passo 9 &#8211; Invista em Mídia, mas &#8230; Segmente!</strong></p>
<p>É muito comum observamos campanhas de mídia que &#8220;atiram para todos os lados&#8221;. A internet permite segmentar e muito nosso target da campanha &#8211; utilize desta possibilidade para atingir o maior ROI desde o início da sua loja. Não é necessário subir uma campanha no Google Search com 1MM de palavras e depois iniciar as otimizações. Vamos subir esta mesma campanha bem estruturada e segmentada, e conforme o resultado for surgindo e o site for aumentando sua performance &#8230; nós podemos ir aumentando a nossa cobertura, buscando atingir o long tail do nosso negócio. Busque trabalhar estas campanhas segmentadas em diversos veículos, obtendo o melhor resultado em cada um &#8211; sempre se preocupando com a rentabilidade e o ROI conquistado com a campanha. Uma opção muito boa para e-commerce é o Remarketing do Google, que permite trabalhar uma comunicação personalizada para cada grupo de usuários &#8211; definido pelo gestor da campanha. Ex. Podemos fazer um grupo de usuários que entraram em nossa loja, clicaram em comprar, mas desistiram no meio da compra. Para estes usuários, podemos exibir uma peça com uma mensagem bastante específica: &#8220;você chegou muito perto de comprar o produto dos seus sonhos! Compre agora e ganhe 20% de desconto&#8221; &#8230; imaginou a taxa de conversão? Sem dúvida será bastante alta! E este é apenas um exemplo do que podemos fazer com relação a segmentação &#8230;</p>
<p><strong>Passo 10 &#8211; Cliques? CTR? Nãooo! Analise o pós-clique de sua campanha!</strong></p>
<p>Nosso primeiro passo na mensuração de uma campanha de mídia online é definir qual o objetivo desta campanha e quais serão os principais KPIs de nossa análise. O planejamento das métricas precisa fazer parte da campanha desde o seu momento de briefing, e acompanhar todos os processos até o dia do lançamento! Com isso, será feito todo o planejamento da campanha e, tanto o site, quanto as peças, estarão &#8220;preparadas&#8221; para mensuração dos dados. No post &#8220;<a href="http://www.dp6.com.br/links-patrocinados-mais-do-que-cliques" target="_blank">Links Patrocinados &#8211; Mais do que CPC e CTR</a>&#8221; temos diversas possibilidades de análises para cada tipo de campanha. Falando de um e-commerce, não existe muito segredo: nosso objetivo é vender, vender e vender! Com isso, não podemos ficar presos em análises de cliques, CTR, visitas, etc &#8230; precisamos analisar o retorno de cada usuário que levamos até o nosso site. Abaixo, algumas perguntas que precisam ser respondidas em uma campanha com objetivo em vendas:</p>
<ul>
<li>Qual a taxa de conversão da campanha? Ou seja, quantas visitas eu levei para o site e quantas destas visitas efetuaram uma compra?</li>
<li>Qual o CPA (custo por aquisição) da campanha? Ou seja, quanto estou gastando para efetuar uma venda?</li>
<li>Qual o Bounce Rate da campanha? Esta é uma métrica muito bacana para analisar, já que, o usuário que for um Bounce Rate representa alguns R$ jogados no lixo. Uma campanha com 50% de Bounce Rate significa que do nosso total de investimento, metade foi desperdiçado &#8230; ou seja, não navegou em nosso site e, conseqüentemente, não concluiu a venda. Vejam algumas<a href="http://www.dp6.com.br/4-formas-de-se-trabalhar-o-bounce-rate" target="_blank"> formas de mensurar o Bounce Rate</a>!</li>
<li>Qual o ROI da campanha? Ou seja, quanto estamos ganhando para cada R$1,00 investido em mídia.</li>
</ul>
<p>Todas as métricas podem e devem ser detalhadas por veículo, ou seja, precisamos ter uma visão geral do veículo e também todo o seu detalhamento, analisando cada um dos canais, campanhas, etc.</p>
<p><strong>Passo 11 &#8211; Teste, teste, teste &#8230;</strong></p>
<p>Testar! Se você trabalha ou pretende trabalhar com um e-commerce este será o verbo que fará parte da sua vida. Você chegará ao escritório e ao invés de dizer &#8220;bom dia&#8221; &#8230; você dirá &#8220;bom teste&#8221;. Pode parecer exagerado! Mas, esta é ou deverá ser a realidade um profissional de e-commerce. Existem 2 tipos de testes tradicionais, o teste A/B e o teste Multivariável &#8211; vejam detalhes abaixo:</p>
<ul>
<li>Teste A/B &#8211; Ideal para testar 2 versões distintas de páginas e/ou peças. Neste teste, subiremos as duas versões e, com as visitas chegando ao site, podemos visualizar qual versão converte mais. É um bom teste para se fazer em Landing Pages ou em peças de mídia. Ex. Temos a peça vermelha e a peça azul. Qual vende mais? Ou temos a peça com destaque para o valor final do produto, ex. R$1.000,00. E a peça com o valor parcelado em destaque, ex. 10x R$100,00. Qual vende mais?</li>
<li>Teste Multivariável &#8211; Ideal para testar alterações em nossas páginas. Não existe um número mínimo de variações (quanto maior o número, maior o volume de visitas necessário para se der uma boa base estatística). Neste teste, podemos alterar a mensagem do site, cor do botão, testo do botão, etc e analisar qual a versão que irá nos dar a melhor taxa de conversão.</li>
</ul>
<p>Em ambos os testes, as ferramentas apontam a taxa de conversão da versão original (atual do site) e qual o ganho ou perda na taxa de conversão das versões testadas. Após o teste, basta alterarmos a versão do site para nossa melhor versão e já pensar em um novo teste! Sim, não podemos parar nunca! Se em cada teste tivermos um aumento de 20% na sua taxa de conversão e fizermos 1 teste por mês, já imaginou qual seria o ganho no seu faturamento ao longo de 1 ano? Já começou? Então &#8230; mão na massa!</p>
<p><strong>Passo 12 &#8211; Personalize as suas Ações!</strong></p>
<p>Cada vez mais o conceito de personalização faz parte do nosso dia a dia. Em um país tão grande e com regiões tão diferentes, não podemos tratar a todos como um mesmo usuário, certo? Certamente, um usuário do Amazonas possui comportamento e interesses diferentes de um usuário do Rio Grande do Sul. E claro, os produtos oferecidos e a comunicação feita deverá ser diferente também. Este é apenas um exemplo. Com um bom trabalho de CRM e um bom trabalho de Behavioral Target, podemos fazer chover em nossa loja. identificar um cliente que já comprou em nossa loja e tratá-lo de forma diferente será um primeiro grande passo para fazermos a segunda venda. Já temos informações suficientes sobre este usuário para oferecermos produtos, fazer uma comunicação diferente, atrair ele novamente para nosso site, etc. O desafio é grande! Basta fazermos um bom planejamento e &#8220;darmos asas para nossa imaginação&#8221; que certamente teremos bons resultados. E o melhor, esta é uma estratégia pouco explorada no Brasil! Vamos sair na frente?<br />
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		<title>A importância do Planejamento das Métricas em Campanhas Online</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 00:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Cardozo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Planejamento]]></category>
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<p>Cada vez mais nos deparamos com uma quantidade enorme de possibilidades de análise e desenvolvimento de ações realmente inovadoras no mundo da internet e com uma grande preocupação sobre o retorno sobre o investimento das campanhas, o famoso ROI.</p>
<p>Por isso é muito importante que, ainda na fase do briefing da campanha, exista um alinhamento entre todos envolvidos no processo sobre quais os principais objetivos da campanha e quais serão as conversões para a mesma. Isso facilita, e muito, a mensuração dos resultados posteriormente. O que quero dizer é que é importantíssimo entender quais serão as análises necessárias para medir o ROI no final de uma campanha.</p>
<p>Fazendo uma analogia, não vou a um show de rock esperando ouvir sertanejo, e o mesmo acontece com o comportamento dos consumidores (assim fica óbvio, não?!). Precisamos saber em que terreno estamos pisando para indicar as melhores métricas para a mensuração dos resultados.</p>
<p>Dessa maneira, podemos ter os seguintes passos:<span id="more-1421"></span></p>
<p><strong>- Definição dos objetivos: </strong>devemos definir o principal objetivo para a campanha, como, por exemplo, a compra de um produto online no site da empresa. Ele será o <em>Key Performance Indicator</em> (KPI) que ditará as principais análises de métrica do site, isto é, todas as avaliações girarão em torno dele. É importante ressaltar que em uma mesma campanha podemos ter mais de um KPI, lembrando que devem ser pontos realmente relevantes, e nao algo evasivo para mensuração.</p>
<p><strong>- Definição das métricas: </strong>partimos, então, para as ferramentas de Web Analytics. Nelas, devemos nos basear nos objetivos previamente definidos para que possamos implementar cruzamentos de dados que gerem as taxas de conversão referentes aos mesmos. É a melhor organização desses dados que nos dará informações precisas posteriormente.</p>
<p><strong>- Análise do ROI:</strong> durante e ao término de uma campanha podemos verificar o quanto ela está sendo efetiva a partir da sinalização de que os usuários atingiram a meta de conversão que foi estipulada para o site, isto é, se ele fez o que queríamos que fizesse, como efetuar a compra de um determinado produto, por exemplo.</p>
<p>O interessante é que as ferramentas de web Analytics nos dão dados concretos do sucesso (ou insucesso) da campanha, possibilitando otimizações e melhorias em nosso ROI no decorrer da campanha &#8211; por isso é muito importante que este planejamento das métricas  não seja feito apenas a partir do momento que a campanha está no ar, pois perderemos dias preciosos de mensuração e estaremos &#8220;rasgando&#8221; nosso rico dinheirinho.</p>
<p>O maior benefício da internet é que ela nos permite mensurar o resultado de tudo o que acontece em nossas campanhas, web sites, redes sociais, etc &#8230; portanto, vamos aproveitar e utilizar estas mensurações com inteligência e ampliar nossos resultados na internet &#8211; depois é &#8220;só correr para o abraço&#8221; &#8230;<br />
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