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	<title>Direct Performance agora é dp6. &#187; Mídia On-line</title>
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	<description>Crescemos, mudamos e agora a Direct Performance se tornou dp6, uma empresa do grupo digital INC.</description>
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		<title>Evolução das Tecnologias e Performance em Projetos Digitais</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 01:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Folli</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesse post vamos falar sobre a evolução das tecnologias e do mercado de internet para chegar onde estamos. Pretendo mostrar o que analisamos mais frequentemente e onde deve estar concentrada a nossa atenção para obter melhor performance em projetos digitais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/evolucao-das-tecnologias-e-performance-em-projetos-digitais&#038;via=_dp6&#038;text=Evolução das Tecnologias e Performance em Projetos Digitais&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Nesse post vamos falar sobre a evolução das tecnologias e do mercado de internet para chegar onde estamos. Pretendo mostrar o que analisamos mais frequentemente e onde deve estar concentrada a nossa atenção para obter melhor performance em projetos digitais.</p>
<p>A Internet tem passado por diversas e constantes mudanças desde o seu princípio e, com isso, têm mudado as necessidades de medição e também o entendimento das possibilidades de negócios e ações de mídia em meios digitais. Em seu princípio o acesso era restrito, o número de sites pequeno e, pensando em medição, não precisávamos ir muito além de métricas básicas de acesso a cada página. O intuito era entender melhor a dinâmica de navegação deles e fazer modificações objetivando a melhoria. Surgiram então as primeiras ferramentas de Web Analytics, mais rudimentares e baseadas em análise de logs de servidor. Se você quiser ver maiores detalhes sobre a evolução desse tipo de ferramenta apenas, dê uma olhada <a href="http://www.dp6.com.br/uma-breve-historia-do-web-analytics" target="_blank">nesse post</a>.</p>
<p><span id="more-3833"></span></p>
<p>Rapidamente esse cenário se tornou mais complexo. O acesso à internet se popularizou e o conhecimento necessário para fazer sites se disseminou. Muitos foram criados e se iniciaram as campanhas online, que levavam tráfego de um site para outro. As necessidades de medição de sites se ampliaram e as ferramentas de Web Analytics tiveram que se tornar mais poderosas. Elas agora precisavam também registrar a origem do usuário e com isso permitir a medição da efetividade das campanhas, essas mudanças também deixaram as ferramentas mais complexas (outras tecnologias passaram a ser usadas, se destacaram ferramentas baseadas em tags e não análise de log). Nesse contexto surge também a necessidade dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ad_server" target="_blank">Adservers</a> para facilitar o controle e gestão de mídia e, devido ao grande número de sites sobre os mais diversos assuntos, surge a necessidade de melhorar a forma como os encontramos. A resposta foi rápida. Buscadores.</p>
<p>O aparecimento dos buscadores mudou drasticamente o modo como navegamos na internet e também seu entendimento como negócio. Hoje em dia a grande maioria dos usuários vai diretamente para um buscador antes de seguir para outro site. Nesse novo momento é fundamental estar presente nos buscadores para ser encontrado. Isso pode ocorrer de duas formas: Organicamente (nesse caso será importante realizar um bom trabalho de <a href="http://www.dp6.com.br/o-que-e-seo" target="_blank">SEO</a>) ou então com campanhas de <a href="http://www.dp6.com.br/links-patrocinados-mais-do-que-cliques" target="_blank">Links Patrocinados</a>. Com essas novidades, além de mais necessidades de medição nas ferramentas de Web Analytics e Adservers (que novamente se tornaram mais complexas), também passa a ser importante observar diversas métricas nos Links Patrocinados, acompanhar a evolução do SEO, entender o comportamento das buscas e conhecer o que os sites concorrentes estavam fazendo. Para cada necessidade nova surgiu uma gama de ferramentas, vou citar algumas. Para os links patrocinados foram feitas ferramentas de controle de lances (conhecidas como “bid management tools”). No âmbito do SEO surgiram várias: medidores de pagerank, plug-ins que fazem sitemaps, ferramentas para medir densidade de cada palavra em uma página específica e também outras para calcular o quanto o seu site e de seus concorrentes aparecem nas buscas para cada termo que você quer saber. Para entender um pouco mais sobre o comportamento das buscas é importante acompanhar ferramentas como o <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a>, o <a href="http://www.google.com/insights/search/">Google Insights for Search</a> e também ficar atento para diversas pesquisas de comportamento de busca que são divulgadas em eventos e palestras do mercado digital (bem como em blogs e twitter). Para entender mais sobre o seu mercado no mundo digital e boas práticas, além de acompanhar palestras e eventos vale utilizar uma ferramenta de inteligência competitiva como o <a href="http://www.ibope.com.br" target="_blank">Ibope</a>, <a href="http://www.comscore.com/" target="_blank">Comscore</a> ou <a href="http://www.serasaexperian.com.br/hitwise/" target="_blank">Hitwise</a>.</p>
<p>Beleza então. Meu site tem uma navegação legal, o SEO tá bacana, minhas campanhas rodando direitinho e com ROI positivo. Posso descansar?</p>
<p>Ainda não.  Toma um fôlego que já estamos na reta final.</p>
<p>Depois da “revolução dos buscadores” a novidade que trouxe mais uma série de possibilidades e necessidades para o mundinho da internet veio com um nome bonito: Web 2.0. Muito mais do que discutir a validade ou não do nome, o intuito é observar o que mudou. A partir desse momento o usuário começa a produzir seu próprio conteúdo e falar o que bem entende. Os negócios digitais não podem mais se preocupar apenas com o que acontece “dentro de casa”, é necessário entender o que estão falando da sua marca e seus produtos nas redes sociais, blogs e companhia. Se por um lado existe a preocupação em ficar de olho no que estão falando (principalmente falando mal) sobre as empresas nas redes sociais, por outro, nunca foi tão fácil estar próximo das pessoas que gostam da sua marca e te apoiam. Basta estar atento. Uma gama de possibilidades de promoções e melhoria no relacionamento com o cliente surgem nesse momento. Ainda estamos aprendendo o que é possível fazer com tudo isso. Agora passa a ser importante o entendimento de como funciona cada rede social e também acompanhar o que está sendo publicado sobre a sua marca (sem esquecer de todo o resto, hein!). Ferramentas que fazem esse acompanhamento ganham destaque e o <a href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/buzz-intelligence" target="_blank">Buzz Intelligence</a> passa a ser super importante.</p>
<p>Esse é mais ou menos o momento que estamos vivendo agora. O aparecimento dos tablets e crescimento de vendas de smartphones não muda o cenário da internet como um todo, certamente possibilita a inclusão de mais gente e traz a necessidade de se adaptar a esses novos dispositivos. Já estamos preocupados em medir (meios de se fazer isso já são realidade) e também pensando nas possibilidades de ações e negócios.</p>
<p>Obrigado pela sua atenção e até a próxima.<br />
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</ul>
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		<title>Algumas razões para utilizar Behavioral Targeting</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 21:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Cardozo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt&#038;via=_dp6&#038;text=Algumas razões para utilizar Behavioral Targeting&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt"></g:plusone></div>
<p>Tão importante quanto sempre realizar testes visando entender o comportamento das visitas em seu site, como falei em <a href="http://www.dp6.com.br/quer-aumentar-a-performance-do-seu-site-faca-testes" target="_blank">post recente no blog</a>, é segmentar os tipos de acessos por meio do perfil de navegação dos visitantes, lhes entregando uma linguagem e um conteúdo mais próximos do que ele está habituado a visualizar/utilizar/comprar, facilitando o caminho da conversão. Esse post visa exemplificar algumas maneiras para que essa segmentação seja realizada e mostrar a importância para a evolução da performance do seu site. Mas, em primeiro lugar, precisamos entender exatamente o que é e como funciona o Behavioral targeting.</p>
<p><span id="more-2954"></span>Behavioral Targeting (BT) está longe de ser considerado uma invasão de privacidade – as principais ferramentas possuem, inclusive, a opção de opt-out caso o usuário não queira compartilhar suas informações; é, na verdade, a utilização com inteligência dos rastros deixados pelos usuários em um banco de dados anônimo e que contém uma diversidade enorme de variáveis. O intuito é, nesse caso, a correta interpretação dessas variáveis, onde conseguimos agrupar em perfis os usuários que navegam por determinada plataforma ou que visualizam determinado conteúdo na internet, como por onde navegou, o que gosta, o que comprou, entre outros, e lhes entregar a informação mais condizente com esse comportamento, deixando nosso site com navegação mais amigável para todos os perfis de visita do mesmo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2955" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt/target"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2955" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/target-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Alguns exemplos de como se utilizar dos dados de BT:</p>
<p><strong>Identificação da plataforma de acesso</strong></p>
<p>Identificar qual plataforma está sendo utilizada na navegação e entregar uma versão de site diferente, com peculiaridades para cada uma delas, facilita e muito a navegação! Há algum tempo atrás, os usuários de Mac sofriam bastante com a compatibilidade dos sites, o que hoje é algo praticamente sanado com o crescimento de mercado da Apple. Mas, o que dizer dos usuários de mobile?! Vivemos uma grande tendência onde a internet não se prende mais apenas aos computadores e se expande aos smartphones e tablets, seja via wireless ou tecnologia 3G. Porém, como as telas são menores que as habituais dos computadores e notebooks, o conteúdo padrão dos sites a maioria das vezes tem a leitura extremamente dificultada, o que impede um volume maior de conversões e pode alavancar a rejeição do site. Apresentar os dados em um site voltado ao mobile, com uma navegação bem mais simples e direta ao ponto auxilia, e muito!</p>
<p><strong>Qualidade da conexão</strong></p>
<p>O Brasil ainda tem muito a evoluir em relação a distribuição da banda larga. É exatamente por isso que desenvolver sites extremamente carregados e com detalhes pode complicar nossos resultados. Criar sites com layout muito simples e sem detalhes pode frustrar parte dos nossos acessos, bem como deixá-lo carregado demais inviabiliza a navegação para outros. Como lidar com isso e agradar a todos (ou praticamente todos)? Simples: utilize BT! Identificar a conexão do usuário e direcioná-lo para um modelo de site que melhor atende suas necessidades, sem atrapalhar a qualidade da navegação, é fundamental para alavancar a conversão do seu site!</p>
<p><strong>Segmentação por região</strong></p>
<p>Nosso país possui uma diversidade de culturas, girías e comportamentos enormes, visto seu tamanho. Dessa maneira, desenvolver um modelo de site e apresentá-lo da mesma maneira para usuários do Sul e do Norte pode ser um erro estratégico muito grande, desde a linguagem utilizada ao produto ofertado! Imagine utilizar gírias como “tri tecnológico” e “esse produto é bala”, gírias normalmente utilizadas no Sul, para acessos vindos da Bahia, ou até mesmo na região Sudeste. Com certeza não teremos a mesma performance em conversões nas outras regiões! Segmentar seu site e entregar uma linguagem diferente para os acessos de cada uma das regiões do Brasil deixará sua marca e seus produtos com um ar de maior proximidade, possivelmente aumentando sua performance.</p>
<p><strong>Comportamento de navegação</strong></p>
<p>Utilizar os rastros de navegação do usuário para mostrar produtos que mais se adequem ao seu gosto pode alavancar o poder de conversão do seu site! Por exemplo: rotineiramente busco notícias de placares e informações sobre o Corinthians e, quando entro no site do Netshoes, os produtos ofertados são, em sua  maioria, do Corinthians. Coincidência?! Não: Inteligência!</p>
<p>Outro exemplo de comportamento de compra utilizado em sites de ecommerce ocorre quando, visualizando detalhes do produto, vejo logo abaixo a informação “Usuários que compraram a camiseta do Corinthians também compraram: Agasalho do Corinthians, bandeira do Corinthians”. Nesse caso, há o cruzamento de informações e produtos vendidos visando aumentar a venda casada, aumentando, assim, o ticket médio da compra.</p>
<p>Além da segmentação dentro do site, com o modelo de BT pode, e deve, ser utilizado em campanhas online, onde uma peça criativa diferente é vista com base no perfil do usuário. Por exemplo:</p>
<p>- Se o usuário buscou ou navegou por conteúdo relevante ao Cruzeiro, ele será impactado com peça exclusiva do time.</p>
<p>- Se o usuário buscou ou navegou sobre conteúdo relacionado a futebol como um todo, como informações do Campeonato Brasileiro, mas sem foco em nenhum time específico, ele será impactado por peças mais genéricas, mas relacionadas a futebol.</p>
<p>- Se o usuário navegou ou buscou por demais esportes, como tênis, vôlei, entre outros, ele é impactado por um terceiro modelo de peça, genérico e voltado para esportes como um todo.</p>
<p>Esse modelo de campanha traz ganho a todos os envolvidos, pois melhora a experiência de navegação dos visitantes em seu site, rentabiliza o estoque publicitário com a customização da entrega do conteúdo, além de dar a oportunidade de um melhor trabalho sobre os valores de CPM aos veículos e, por consequência, traz melhor conversão e ROI para a campanha, uma vez que a linguagem e o assunto estará muito mais próximo do comportamento de navegação do target.</p>
<p><strong>E quais as principais ferramentas do mercado atualmente?</strong></p>
<p>Behavioral Targeting é uma estratégia de segmentação em pleno avanço no mercado online nacional, mas ainda pouco utilizado. Ainda assim, temos 2 boas ferramentas de grande potencial a nossa disposição:</p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-2957" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt/navegg"><img class="size-full wp-image-2957 alignleft" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/navegg.png" alt="" width="240" height="78" /></a></strong></p>
<p>Primeira empresa totalmente brasileira dedicada a targeting online, o <a href="http://www.navegg.com/" target="_blank">Navegg</a> possui um sistema de informações sócio-demográficas capaz de traçar o perfil dos visitantes do seu site, com interesses e intenções de compra a partir da navegação web, com serviços especializados para Publishers e também para sites de ecommerce. Conta hoje com mais de 40 milhões de perfis analisados por mês e uma rede de 1.400 sites mapeados, com mais de 30 critérios de segmentação de conteúdo.</p>
<p>Além disso, possui um grande diferencial oferecendo uma API para integração com ferramentas de Analytics e AdServers.</p>
<p>A <a href="www.directflow.com.br" target="_blank">Direct Flow</a>, empresa pertencente ao mesmo grupo da Direct Performance, possui uma <a href="http://www.directflow.com.br/parceria-navegg" target="_blank">parceria com o Navegg</a> para a gestão de campanhas customizadas que tem trazido grandes resultados, o que indica o potencial da ferramenta tupiniquim.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-2959" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt/btb"><img class="alignleft size-full wp-image-2959" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/btb.jpg" alt="" width="182" height="52" /></a></strong></p>
<p>O <a href="http://btbuckets.com/" target="_blank">BTBuckets</a> também é uma ferramenta nacional e especializada em criar nichos de usuários, predefinidos ou customizados, seguindo o mesmo raciocício do Navegg, lhes entregando mensagens diferentes a partir do cruzamento de dados de informações como fonte de tráfego, padrões de navegação, termos de busca, eventos, informações demográficas e tecnológicas do target.</p>
<p>Lá fora, estratégias de BT são muito mais utilizadas e praticamente fazem parte do dia-a-dia dos sites e planejamento de campanhas. Dentre as principais ferramentas internacionais, vale citar o <a href="http://www.simpli.fi/" target="_blank">Simpli.fi</a>, o <a href="http://www.lucidmedia.com/" target="_blank">LucidMedia</a> e o <a href="http://www.audiencescience.com/" target="_blank">AudienceScience</a>, mas as opções são diversas, como vemos na imagem abaixo:
</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2958" href="http://www.dp6.com.br/razoes-para-utilizar-bt/bt-inter"><img class="size-full wp-image-2958 aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/bt-inter.jpg" alt="" width="278" height="118" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Como podemos ver, a possibilidade de segmentação é imensa e, bem trabalhada, traz grandes resultados para todos. É só escolher a ferramenta para seu site/campanha, segmentar e correr pro abraço!<br />
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		<title>12 Passos para um e-commerce de Sucesso!</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 23:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gerson Ribeiro</dc:creator>
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<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/12-passos-para-um-e-commerce-de-sucesso"></g:plusone></div>
<p>Segundo o <a href="http://www.comscore.com/" target="_blank">ComScore</a>, o Brasil possui uma estimativa de 78,5MM de usuários de internet &#8211; quando analisamos o universo total, não apenas residência e trabalho, onde 66% destes usuários navegaram por algum site de e-commerce no mês de fev/11. No relatório <a href="http://www.webshoppers.com.br/" target="_blank">WebShoppers</a> 23ª edição, desenvolvido pelo e-bit, observamos que 23MM de brasileiros efetuaram uma compra pela internet no ano de 2010 &#8211; crescimento de 31% quando comparado com 2009 (onde tivemos um total de 17,6MM de e-consumidores) e crescimento de 74% em comparação com 2008, que registrou 13,2MM de compradores pela Internet. Falando em $$$, estes 23MM de e-consumidores movimentaram nada mais, nada menos, do que R$14,8 bilhões em 2010 &#8211; um ticket médio de R$373.</p>
<p>Sem dúvidas, são números promissores e que tendem a crescer a cada dia! Hoje, estamos no meio de um boom dos sites de compras coletivas, como <a href="http://www.desejomania.com.br" target="_blank">Desejo Mania</a>, <a href="http://www.peixeurbano.com.br/" target="_blank">Peixe Urbano</a>, <a href="http://www.groupon.com.br" target="_blank">Groupon</a> e muitos outros. Em fevereiro deste ano, foi divulgado que já são<a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2011/02/04/268589-brasil-ja-tem-mil-sites-de-compras-coletivas" target="_blank"> mais de 1.000 sites de compras coletivas no Brasil</a>! Várias grandes marcas também estão com as suas lojas virtuais a todo vapor, como a <a href="https://www.lojaonlinenokia.com.br/" target="_blank">Nokia</a>, <a href="http://loja.brastemp.com.br" target="_blank">Brastemp</a>, <a href="http://desktopparavoce.lojahp.com.br" target="_blank">HP</a>, entre outras. E claro, não podemos esquecer do fenômeno <a href="http://www.netshoes.com.br/" target="_blank">NetShoes</a> que possui uma loja extremamente segmentada e que pode ter <a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0984/noticias/a-craque-do-varejo-online" target="_blank">faturado mais de R$400MM em 2010</a>.</p>
<p>Mas claro, nem tudo são flores! Observamos diversas marcas tentando aproveitar este filão e na hora de fechar o caixa o mundo não é tão maravilhoso assim. Para evitar este cenário, preparamos 12 passos infalíveis para você obter sucesso em sua Loja Virtual. Depois disso, <em>é só correr para o abraço!</em></p>
<p><em><span id="more-2027"></span></em></p>
<p><strong>Passo 1 &#8211; Faça uma análise de Mercado!</strong></p>
<p>Sim, estamos falando de internet! Mas, todos aqueles conceitos maravilhosos do Philip Kotler que aprendemos na faculdade podem e devem fazer parte do seu Planejamento. Antes de qualquer coisa, vamos analisar e entender o mercado em que iremos navegar. Quais são nossos concorrentes? Quais os públicos potenciais dos nossos produtos? Como estão as buscas ou o interesse pelos nossos produtos no Brasil? E em cada estado? Sim, a internet permite segmentar ao máximo nosso target, vamos aproveitar isso. Além de todas as técnicas de Marketing, nós também podemos responder muitas destas perguntas através de algumas ferramentas, como o <a href="http://www.google.com/insights/search/#" target="_blank">Google Insights for Search</a> do Google (que permite analisar a busca por determinados termos), a <a href="https://adwords.google.com/o/Targeting/Explorer?__u=1000000000&amp;__c=1000000000&amp;ideaRequestType=KEYWORD_IDEAS#search.none" target="_blank">ferramenta de palavras chaves do Google Adwords</a> (que permite ver o número exato de buscas por determinados produtos) e até mesmo analisar o interesse por estes produtos nas redes sociais: analisando as comunidades, comentários sobre este segmento de produtos, etc. Junte o máximo de informações possíveis e comece a montar o seu quebra-cabeça &#8230; o resultado será bem bacana!</p>
<p><strong>Passo 2 &#8211; Escolha uma boa plataforma de e-commerce</strong></p>
<p>Hoje em dia o que não faltam são opções. Temos plataformas para todos os &#8220;bolsos&#8221; e &#8220;gostos&#8221;. Busque colocar na ponta do lápis todas as regras do seu negócio: cálculo de frete, informações necessárias para compra, prazo de entrega, plataformas de CRM, etc. Com todas as premissas do seu negócio detalhadas, veja qual opção lhe trará o melhor custo benefício. Opte pela opção que cabe no seu bolso neste 1º momento &#8211; nada impede que você faça um upgrade futuramente! A única regra que não pode ser quebrada é: <strong>feche com uma plataforma flexível</strong>. Na internet surgem diversas ferramentas e aplicativos novos a cada dia. No e-commerce não é diferente! Imagine uma loja hoje que não integre com as Redes Sociais? Ou uma loja que não lhe dê liberdade de editar o seu preço, o seu call to action ou a cor do seu botão comprar? Sem dúvidas, você já irá dar o primeiro grande passo para uma tragédia!</p>
<p><strong>Passo 3 &#8211; Aceite todas as formas de pagamento</strong></p>
<p>Eu sei, esta é a dica mais simples e que pode parecer até &#8220;idiota&#8221;, mas &#8230; é verdade! Muitas lojas não aceitam todas as formas de pagamento e ainda por cima comunicam isso apenas na última fase do processo de compra &#8211; ou seja, uma experiência no mínimo frustrante para nosso usuário.</p>
<p><strong>Passo 4 &#8211; Invista na Logística!</strong></p>
<p>Buscar as melhores taxas pode ser um grande diferencial para trabalharmos com um bom preço final de venda dos nossos produtos. Mas, o assunto que gostaria de explorar neste post é com relação ao prazo de entrega e com a comunicação feita desde o momento da compra até o momento em que nosso cliente recebe o produto em sua casa. Trabalhar com o menor prazo de entrega pode ser um grande diferencial para a tomada de decisão no momento da compra (afinal, ninguém quer esperar 10 dias para receber o seu produto). Em paralelo, uma boa comunicação no pós venda, avisando o usuário que o pedido foi processado, que o pedido foi enviado para entrega, etc pode ser uma ótima estratégia para uma próxima compra, afinal de contas, estamos atrás de compradores recorrentes, certo?</p>
<p><strong>Passo 5 &#8211; Teste o seu Layout com ferramentas que simulam estudos de Eye Tracking</strong></p>
<p>É simples, barato &#8230; e faz uma baita diferença! Não esperamos que você suba o site 100% otimizado. Mas, já podemos pensar em uma versão de layout que atendam as <a href="http://www.dp6.com.br/15-dicas-de-sucesso-para-landing-page" target="_blank">boas práticas para desenvolvimento de uma Landing Page </a>(post com dicas bem bacanas) e claro, começar nossa rotina de testar, testar e testar! Sim, esta frase fará parte da sua vida eternamente como Gestor de um e-commerce! Para estes testes, existem diversas ferramentas no mercado, como o <a href="http://www.feng-gui.com/" target="_blank">Feng-GUI</a>, o <a href="http://www.attentionwizard.com/" target="_blank">Attention Wizard</a>, entre outras. Estas ferramentas simulam estudos de Eye Tracking através dos algorítimos que fazem parte de nossa página, levando em conta imagens, contrates, etc. Faça com que as principais mensagens de sua página estejam nas primeiras colocações na atenção do usuário.</p>
<p>No exemplo da <a href="https://www.lojaonlinenokia.com.br/" target="_blank">Loja Online da Nokia</a> abaixo, observamos quais os pontos de atenção do usuário na home do site, ou seja, o que o usuário enxerga quando entra no site. No nosso exemplo, observamos que as principais mensagens do site estão com um ponto de atenção bacana: produto, preço, marca, carrossel, etc.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2164" href="http://www.dp6.com.br/12-passos-para-um-e-commerce-de-sucesso/loja-nokia"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2164" title="loja-nokia" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/loja-nokia-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<p><strong>Passo 6 &#8211; Implemente uma Ferramenta de Web Analytics em seu Site</strong></p>
<p>Sim, esta também pode parecer uma dica &#8220;ultrapassada&#8221; &#8230; então podemos aperfeiçoar ela: implemente corretamente uma ferramenta de web analytics em seu Site. Existem diversas ferramentas disponíveis a sua escolha: também para todos os &#8220;bolsos&#8221; e &#8220;gostos&#8221;. Confiram o post: <a href="http://www.dp6.com.br/como-escolher-sua-ferramenta-de-web-analytics" target="_blank">Como escolher a sua ferramenta de web analytics</a>. O ponto mais importante aqui é que esta ferramenta irá lhe fornecer todos os insumos necessários para você aumentar a performance do seu site, como <strong>analisar o funil de conversão</strong> (aonde estamos perdendo nossos compradores) &#8211; uma ferramenta bem configurada poderá apontar em qual campo do seu processo de compras o usuário parou, <strong>qual a taxa de conversão do meu site</strong>, qual a <strong>taxa de conversão por cidade</strong> &#8211; tem alguma cidade com problema ou que eu precise fazer uma comunicação diferente?, quais são as <strong>principais fontes de tráfego</strong> que estão gerando vendas &#8211; imprescindível para otimizações de campanhas (vamos vender mais com menos investimento), compatibilidade com todos os <strong>Browsers</strong>, qual o <strong>Bounce Rate</strong> do meu site (confiram post: <a href="http://www.dp6.com.br/4-formas-de-se-trabalhar-o-bounce-rate" target="_blank">4 formas de analisar o Bounce Rate</a>), qual o <strong>ROI</strong><span style="text-decoration: underline;"> </span>das minhas campanhas, o que os usuários estão buscando em minha <strong>busca interna do site</strong> &#8211; esta análise pode trazer informações muito bacanas para colocarmos destaques na home, aumentarmos nosso portfólio de produtos, entre diversas outras métricas. Como costumamos dizer, um projeto digital sem métricas é como &#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2163" href="http://www.dp6.com.br/12-passos-para-um-e-commerce-de-sucesso/internet-sem-metricas"><img class="size-medium wp-image-2163 aligncenter" title="Internet-sem-metricas" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/Internet-sem-metricas-300x156.jpg" alt="" width="300" height="156" /></a></p>
<p><strong>Passo 7 &#8211; Faça SEO em seu Site!</strong></p>
<p>A implementação de técnicas de SEO no seu site trará 2 grandes ganhos:</p>
<ul>
<li>Maior visibilidade nos Sites de Buscas, ou seja, maior número de visitas e maior volume de vendas.</li>
<li>Melhor usabilidade no seu Site. Sim, da mesma forma que os &#8220;robos&#8221; dos buscadores irão visualizar melhor as suas páginas, o usuário também terá uma melhor experiência ao navegar em seu site.</li>
</ul>
<p>Todas as técnicas de SEO (search engine optimization) irão aumentar a relevância do seu site nos Sites de Buscas, que hoje são navegados por 88% dos usuários de Internet no Brasil. Não dá para ficar fora desta, certo?</p>
<p><strong>Passo 8 &#8211; Explore os comentários dos seus usuários!</strong></p>
<p>Você já foi viajar e pesquisou o que estão falando do hotel escolhido em sites de viagens e redes sociais? Ou, estava em dúvida se comprava o produto x ou y e se deixou levar pela opinião dos usuários que já haviam comprado estes produtos? Sim, esta é uma prática cada vez mais comum e, nem é tão recente assim. Ela vem do tradicional marketing boca a boca, aonde nossos avós trocavam suas experiências de compras com suas primas e as primas dos nossos avós contavam para suas amigas &#8230; e por ai vai. O marketing boca a boca sempre foi importante e sempre será, porém, com o fortalecimento das Redes Sociais, esta estratégia passou de uma &#8220;pequena brisa&#8221; para um &#8220;furacão&#8221;. O que eu quero dizer com isso: hoje, <strong>as pessoas estão a apenas um clique de distância de falar bem ou mal da sua marca</strong>. Entender o que elas estão falando é imprescindível para o sucesso de sua loja e de sua marca em geral. Recentemente tivemos o exemplo da Arezzo, que ficou por quase 2 dias como Trending Topic do Twitter e foi alvo de inúmeros comentários e manifestações nas redes sociais devido a sua nova coleção de bolsas e sapatos. Mensurar e entender estes comentários sobre sua marca pode contribuir com ajustes na loja, ajustes no atendimento, novas campanhas de marketing, etc.</p>
<p>Um outro ponto, tão importante quanto o citado acima, é <strong>explorar os comentários de nossos usuários dentro do nosso site</strong>. As famosas notas ou estrelinhas sobre o produto que está sendo vendido, entrega, atendimento, etc. Os comentários destes usuários podem interferir diretamente na tomada de decisão dos outros usuários e nos fornecer insumos importantes para tomadas de decisões, como campanhas de marketing (imagina se a nossa loja possui uma ótima nota para qualidade nos produtos e prazo de entrega, sem dúvidas são fatores que podem ou devem ser explorados em nosso plano de marketing), ajustes no processo de compra, portfólio de produtos, etc.</p>
<p><strong>Passo 9 &#8211; Invista em Mídia, mas &#8230; Segmente!</strong></p>
<p>É muito comum observamos campanhas de mídia que &#8220;atiram para todos os lados&#8221;. A internet permite segmentar e muito nosso target da campanha &#8211; utilize desta possibilidade para atingir o maior ROI desde o início da sua loja. Não é necessário subir uma campanha no Google Search com 1MM de palavras e depois iniciar as otimizações. Vamos subir esta mesma campanha bem estruturada e segmentada, e conforme o resultado for surgindo e o site for aumentando sua performance &#8230; nós podemos ir aumentando a nossa cobertura, buscando atingir o long tail do nosso negócio. Busque trabalhar estas campanhas segmentadas em diversos veículos, obtendo o melhor resultado em cada um &#8211; sempre se preocupando com a rentabilidade e o ROI conquistado com a campanha. Uma opção muito boa para e-commerce é o Remarketing do Google, que permite trabalhar uma comunicação personalizada para cada grupo de usuários &#8211; definido pelo gestor da campanha. Ex. Podemos fazer um grupo de usuários que entraram em nossa loja, clicaram em comprar, mas desistiram no meio da compra. Para estes usuários, podemos exibir uma peça com uma mensagem bastante específica: &#8220;você chegou muito perto de comprar o produto dos seus sonhos! Compre agora e ganhe 20% de desconto&#8221; &#8230; imaginou a taxa de conversão? Sem dúvida será bastante alta! E este é apenas um exemplo do que podemos fazer com relação a segmentação &#8230;</p>
<p><strong>Passo 10 &#8211; Cliques? CTR? Nãooo! Analise o pós-clique de sua campanha!</strong></p>
<p>Nosso primeiro passo na mensuração de uma campanha de mídia online é definir qual o objetivo desta campanha e quais serão os principais KPIs de nossa análise. O planejamento das métricas precisa fazer parte da campanha desde o seu momento de briefing, e acompanhar todos os processos até o dia do lançamento! Com isso, será feito todo o planejamento da campanha e, tanto o site, quanto as peças, estarão &#8220;preparadas&#8221; para mensuração dos dados. No post &#8220;<a href="http://www.dp6.com.br/links-patrocinados-mais-do-que-cliques" target="_blank">Links Patrocinados &#8211; Mais do que CPC e CTR</a>&#8221; temos diversas possibilidades de análises para cada tipo de campanha. Falando de um e-commerce, não existe muito segredo: nosso objetivo é vender, vender e vender! Com isso, não podemos ficar presos em análises de cliques, CTR, visitas, etc &#8230; precisamos analisar o retorno de cada usuário que levamos até o nosso site. Abaixo, algumas perguntas que precisam ser respondidas em uma campanha com objetivo em vendas:</p>
<ul>
<li>Qual a taxa de conversão da campanha? Ou seja, quantas visitas eu levei para o site e quantas destas visitas efetuaram uma compra?</li>
<li>Qual o CPA (custo por aquisição) da campanha? Ou seja, quanto estou gastando para efetuar uma venda?</li>
<li>Qual o Bounce Rate da campanha? Esta é uma métrica muito bacana para analisar, já que, o usuário que for um Bounce Rate representa alguns R$ jogados no lixo. Uma campanha com 50% de Bounce Rate significa que do nosso total de investimento, metade foi desperdiçado &#8230; ou seja, não navegou em nosso site e, conseqüentemente, não concluiu a venda. Vejam algumas<a href="http://www.dp6.com.br/4-formas-de-se-trabalhar-o-bounce-rate" target="_blank"> formas de mensurar o Bounce Rate</a>!</li>
<li>Qual o ROI da campanha? Ou seja, quanto estamos ganhando para cada R$1,00 investido em mídia.</li>
</ul>
<p>Todas as métricas podem e devem ser detalhadas por veículo, ou seja, precisamos ter uma visão geral do veículo e também todo o seu detalhamento, analisando cada um dos canais, campanhas, etc.</p>
<p><strong>Passo 11 &#8211; Teste, teste, teste &#8230;</strong></p>
<p>Testar! Se você trabalha ou pretende trabalhar com um e-commerce este será o verbo que fará parte da sua vida. Você chegará ao escritório e ao invés de dizer &#8220;bom dia&#8221; &#8230; você dirá &#8220;bom teste&#8221;. Pode parecer exagerado! Mas, esta é ou deverá ser a realidade um profissional de e-commerce. Existem 2 tipos de testes tradicionais, o teste A/B e o teste Multivariável &#8211; vejam detalhes abaixo:</p>
<ul>
<li>Teste A/B &#8211; Ideal para testar 2 versões distintas de páginas e/ou peças. Neste teste, subiremos as duas versões e, com as visitas chegando ao site, podemos visualizar qual versão converte mais. É um bom teste para se fazer em Landing Pages ou em peças de mídia. Ex. Temos a peça vermelha e a peça azul. Qual vende mais? Ou temos a peça com destaque para o valor final do produto, ex. R$1.000,00. E a peça com o valor parcelado em destaque, ex. 10x R$100,00. Qual vende mais?</li>
<li>Teste Multivariável &#8211; Ideal para testar alterações em nossas páginas. Não existe um número mínimo de variações (quanto maior o número, maior o volume de visitas necessário para se der uma boa base estatística). Neste teste, podemos alterar a mensagem do site, cor do botão, testo do botão, etc e analisar qual a versão que irá nos dar a melhor taxa de conversão.</li>
</ul>
<p>Em ambos os testes, as ferramentas apontam a taxa de conversão da versão original (atual do site) e qual o ganho ou perda na taxa de conversão das versões testadas. Após o teste, basta alterarmos a versão do site para nossa melhor versão e já pensar em um novo teste! Sim, não podemos parar nunca! Se em cada teste tivermos um aumento de 20% na sua taxa de conversão e fizermos 1 teste por mês, já imaginou qual seria o ganho no seu faturamento ao longo de 1 ano? Já começou? Então &#8230; mão na massa!</p>
<p><strong>Passo 12 &#8211; Personalize as suas Ações!</strong></p>
<p>Cada vez mais o conceito de personalização faz parte do nosso dia a dia. Em um país tão grande e com regiões tão diferentes, não podemos tratar a todos como um mesmo usuário, certo? Certamente, um usuário do Amazonas possui comportamento e interesses diferentes de um usuário do Rio Grande do Sul. E claro, os produtos oferecidos e a comunicação feita deverá ser diferente também. Este é apenas um exemplo. Com um bom trabalho de CRM e um bom trabalho de Behavioral Target, podemos fazer chover em nossa loja. identificar um cliente que já comprou em nossa loja e tratá-lo de forma diferente será um primeiro grande passo para fazermos a segunda venda. Já temos informações suficientes sobre este usuário para oferecermos produtos, fazer uma comunicação diferente, atrair ele novamente para nosso site, etc. O desafio é grande! Basta fazermos um bom planejamento e &#8220;darmos asas para nossa imaginação&#8221; que certamente teremos bons resultados. E o melhor, esta é uma estratégia pouco explorada no Brasil! Vamos sair na frente?<br />
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</ul>
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		<title>4 formas de se trabalhar o Bounce Rate</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 13:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gerson Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Links Patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia On-line]]></category>
		<category><![CDATA[Web Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Bounce Rate]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa de Rejeição]]></category>

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<p>Bom, vamos começar com uma pergunta que costumamos ouvir com bastante frequência: O que é Bounce Rate?? Bounce Rate pode ser traduzido e entendido como a taxa de rejeição de seu site, ou seja, os usuários que entraram no site e não gostaram de seu conteúdo.</p>
<p>Por default, todas as ferramentas de web analytics trabalham com o Bounce Rate por página &#8211; ou seja, o usuário entrou no site através de uma página (entry page ou landing page, em caso de campanha) e saiu sem fazer nenhuma interação, sem clicar em nenhum link.</p>
<p>No exemplo acima, o usuário pode ter ficado 5 minutos no site, leu todas as informações de sua página e saiu do site sem nenhuma interação. Sim, ele será contabilizado como um Bounce Rate. É neste momento que começa nossa brincadeira!</p>
<p>Como devemos usar esta métrica tão importante?<span id="more-1443"></span></p>
<p>O primeiro passo é entender quais são suas entry pages &#8211; páginas de entrada do site. Esta informação está disponível em qualquer ferramenta de web analytics e certamente irá te surpreender quando souber dos resultados!</p>
<p>Com todas as páginas de entradas em mãos, vamos buscar entender qual o objetivo de cada página. Por que o usuário entrou em nosso site através daquela página? O que gostaríamos que o usuário fizesse ao entrar no site? Qual seria a meta deste usuário?</p>
<p>Após este entendimento, vamos definir qual o melhor formato de Bounce Rate para cada página! <strong>Sim, conseguimos trabalhar com tipos de Bounces diferentes do default da ferramenta</strong>! Confiram abaixo:</p>
<p><strong>Bounce Rate por Tempo</strong> &#8211; Podemos criar uma variável com o tempo mínimo que esperamos que o usuário navegue em nosso site. Costumamos trabalhar com 15 ou 20 segundos &#8230; ou seja, o usuário que navegou menos do que isso será considerado um Bounce Rate. <strong>Ok, mas quando usar?</strong> Este é o formato de Bounce Rate que mais utilizamos, bastante indicado para sites de conteúdo, atendimento, blogs, etc. Apenas para ilustrar, vamos pensar na Home de um portal &#8211; O usuário que entrou, navegou por mais de 3 minutos no site e deu uma olhadinha rápida em todas as notícias &#8211; pela métrica tradicional, ele seria um Bounce Rate &#8230; já quando analisamos o Bounce por Tempo não &#8230;</p>
<p><strong>Bounce Rate por Engajamento</strong> &#8211; Esta é uma forma de trabalhar o Bounce Rate bastante &#8220;agressiva&#8221;, onde podemos configurar uma meta de tempo e page views para nossos usuários. Ex. Navegar mais de 1 minuto e visualizar mais de 2 páginas. Com isso, todos os usuários que não atingirem esta meta, serão considerados um Bounce Rate. É importante que a meta esteja diretamente relacionada com o objetivo do site &#8211; todos que não a fizerem, não terão cumprido com o motivo que entraram no site. Neste formato de Bounce Rate, trabalhamos com um público bastante segmentado, o que costuma apontar índices de bounce rate bastante elevado. <strong>Ok, mas quando usar? </strong>Também indicado para sites de conteúdo ou sites de campanha que possuem uma meta bem definida para o usuário.</p>
<p><strong>Bounce Rate por Scroll</strong> &#8211; Sim, conseguimos mensurar o índice de usuários que desceram a barra de rolagem de nosso site. Com isso, podemos configurar um bounce rate para todos os usuários que não deram scroll em nossa página. <strong>Ok, mas quando usar? </strong>Este formato é bastante indicado para Blogs (que costumam ser one page e faz com que o bounce tradicional das ferramentas não funcione), para home de portais, que possuem bastante conteúdo e páginas extensas &#8230; e para qualquer outro site que seja necessário o scroll da página para visualizar todo seu conteúdo.</p>
<p><strong>Bounce Rate por Página</strong> &#8211; O tradicional de qualquer ferramenta de web analytics. Sim, também utilizamos este tipo de Bounce! Neste caso, o usuário que visualizar apenas uma página no site será considerado Bounce Rate. Este formato de bounce é importante, principalmente, <strong>quando analisamos páginas de campanha</strong>, que possuem call to action bem definido (vejam post sobre otimizações de <a title="15 dicas de Sucesso para Landing Page" href="http://www.dp6.com.br/15-dicas-de-sucesso-para-landing-page" target="_blank">Landing Page</a>) &#8230; onde não existe fuga na página, ou seja, o usuário só tem uma coisa para fazer &#8211; clicar no call to action e dar continuidade em sua navegação. Todo usuário que não clicar no call to action será considerado Bounce Rate.</p>
<p>A análise do Bounce Rate do site é bastante importante no tráfego espontâneo (usuário que entrou no site de forma direta ou através de uma busca orgânica) e principalmente quando analisamos campanhas de mídia. Esta métrica indica diretamente se a nossa campanha está atingindo o público certo, se a mensagem da campanha está coerente com a página receptiva, etc.</p>
<p>O importante neste mundo de infinitas métricas é planejar, entender o que estamos mensurando e adequar a mensuração / análise conforme o objetivo de nosso site &#8211; depois é só analisar os números e começar as otimizações!<br />
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</ul>
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		<item>
		<title>A importância do Planejamento das Métricas em Campanhas Online</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 00:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Cardozo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia On-line]]></category>
		<category><![CDATA[campanha online]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/importancia-do-planejamento-das-metricas-em-campanhas-online&#038;via=_dp6&#038;text=A importância do Planejamento das Métricas em Campanhas Online&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/importancia-do-planejamento-das-metricas-em-campanhas-online"></g:plusone></div>
<p>Cada vez mais nos deparamos com uma quantidade enorme de possibilidades de análise e desenvolvimento de ações realmente inovadoras no mundo da internet e com uma grande preocupação sobre o retorno sobre o investimento das campanhas, o famoso ROI.</p>
<p>Por isso é muito importante que, ainda na fase do briefing da campanha, exista um alinhamento entre todos envolvidos no processo sobre quais os principais objetivos da campanha e quais serão as conversões para a mesma. Isso facilita, e muito, a mensuração dos resultados posteriormente. O que quero dizer é que é importantíssimo entender quais serão as análises necessárias para medir o ROI no final de uma campanha.</p>
<p>Fazendo uma analogia, não vou a um show de rock esperando ouvir sertanejo, e o mesmo acontece com o comportamento dos consumidores (assim fica óbvio, não?!). Precisamos saber em que terreno estamos pisando para indicar as melhores métricas para a mensuração dos resultados.</p>
<p>Dessa maneira, podemos ter os seguintes passos:<span id="more-1421"></span></p>
<p><strong>- Definição dos objetivos: </strong>devemos definir o principal objetivo para a campanha, como, por exemplo, a compra de um produto online no site da empresa. Ele será o <em>Key Performance Indicator</em> (KPI) que ditará as principais análises de métrica do site, isto é, todas as avaliações girarão em torno dele. É importante ressaltar que em uma mesma campanha podemos ter mais de um KPI, lembrando que devem ser pontos realmente relevantes, e nao algo evasivo para mensuração.</p>
<p><strong>- Definição das métricas: </strong>partimos, então, para as ferramentas de Web Analytics. Nelas, devemos nos basear nos objetivos previamente definidos para que possamos implementar cruzamentos de dados que gerem as taxas de conversão referentes aos mesmos. É a melhor organização desses dados que nos dará informações precisas posteriormente.</p>
<p><strong>- Análise do ROI:</strong> durante e ao término de uma campanha podemos verificar o quanto ela está sendo efetiva a partir da sinalização de que os usuários atingiram a meta de conversão que foi estipulada para o site, isto é, se ele fez o que queríamos que fizesse, como efetuar a compra de um determinado produto, por exemplo.</p>
<p>O interessante é que as ferramentas de web Analytics nos dão dados concretos do sucesso (ou insucesso) da campanha, possibilitando otimizações e melhorias em nosso ROI no decorrer da campanha &#8211; por isso é muito importante que este planejamento das métricas  não seja feito apenas a partir do momento que a campanha está no ar, pois perderemos dias preciosos de mensuração e estaremos &#8220;rasgando&#8221; nosso rico dinheirinho.</p>
<p>O maior benefício da internet é que ela nos permite mensurar o resultado de tudo o que acontece em nossas campanhas, web sites, redes sociais, etc &#8230; portanto, vamos aproveitar e utilizar estas mensurações com inteligência e ampliar nossos resultados na internet &#8211; depois é &#8220;só correr para o abraço&#8221; &#8230;<br />
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</ul>
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		<title>Uma metodologia qualitativa para Buzz Intelligence: o Índice de Buzz</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 18:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/uma-metodologia-qualitativa-para-buzz-intelligence-o-indice-de-buzz&#038;via=_dp6&#038;text=Uma metodologia qualitativa para Buzz Intelligence: o Índice de Buzz&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/uma-metodologia-qualitativa-para-buzz-intelligence-o-indice-de-buzz"></g:plusone></div>
<p>Em metodologia científica, uma das grandes dificuldades sempre foi encontrar métodos eficazes em análise qualitativa. Questionários, entrevistas, <em>focus group</em>, pesquisa de campo, enfim, todas essas formas são consideradas como as mais tradicionais nas ciências humanas. Com exceção da pesquisa de campo (principalmente a linha de observação participante de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bronislaw_Malinowski" target="_blank">Malinowski</a>), todas as metodologias caem na quantificação das informações. Por exemplo, em uma base qualitativa de questionários, as respostas dadas se transformam em dados estatísticos, de uma forma ou de outra. Sendo assim, o qualitativo e o quantitativo possuem uma relação direta e, em muitos casos, complementar.</p>
<p>Em uma análise de <a title="Buzz" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/buzz-intelligence">Buzz</a>, o qualitativo é a nossa base. Não há como: precisamos ler e observar todos os fatores geradores do buzz: desde tweets até vídeos postados no Youtube. Mas todos esses dados só se transformam em informações se houver uma análise cuidadosa de cada elemento formador da base. Ou seja, mesmo com um volume de dados muito grande, é necessário que toda base esteja preparada para a análise.</p>
<p>A maioria das metodologias de análise qualitativa possuem uma relação direta com o quantitativo. O Índice de Buzz não foge à regra.</p>
<p><span id="more-1263"></span></p>
<p>A forma mais tradicional de se preparar a base de análise é a <strong>polarização</strong>. Consiste em classificar cada post em negativo, positivo ou neutro, de acordo com os objetivos da análise. Deve-se tomar cuidado com o tom de discurso e as intenções do emissor no post, já que lidamos com <strong>conteúdo gerado por seres humanos</strong>, ou seja, em tudo há um sentido subjetivo. E para analisar isso, (por enquanto) nenhuma máquina, software ou qualquer coisa dotada de sistema binário consegue fazer, apenas o próprio ser humano.</p>
<p>Com uma base toda polarizada, já podemos começar a cruzar as informações e gerar uma análise. Um dos métodos utilizados aqui na Direct Performance é o <strong>Índice de Buzz (IB)</strong>.</p>
<div id="attachment_1264" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px">
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl>
<dt><a rel="attachment wp-att-1281" href="http://www.dp6.com.br/uma-metodologia-qualitativa-para-buzz-intelligence-o-indice-de-buzz/indicedebuzz-2"><img class="size-medium wp-image-1281" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/indicedebuzz1-300x217.png" alt="" width="300" height="217" /></a>
<p class="wp-caption-text">Índice de Buzz (IB)</p>
</div>
</dt>
</dl>
</div>
<p>O IB é um gráfico composto pelo volume total de posts, o volume de posts positivos e neutros. Basicamente, é um <strong>termômetro do buzz</strong>, dado em termos percentuais. Através dele, podemos saber qual a polaridade geral do buzz, saber se há um grande volume de posts neutros, se tem mais posts positivos, etc. E também é possível estabelecer comparações entre as bases analisadas, já que a distribuição espacial do gráfico favorece uma visão comparativa.</p>
<p>Um ponto interessante do Índice de Buzz é a capacidade em descobrir quando um buzz neutro é composto por predominância de posts neutros ou se há uma equivalência entre posts negativos e positivos. Se, em um buzz neutro (entre 45% a 55% de IB), o gráfico tende, no eixo X, para a esquerda, concluímos que o buzz é neutro por conta da predominância de posts neutros. Se o gráfico tende para a direita, concluímos que o buzz é neutro pela equivalência de volume entre os posts negativos e positivos.</p>
<p>Na escala comparativa, também conseguimos concluir quando um buzz possui maior volume de posts que outro, através do espaço ocupado no gráfico. Vejam o exemplo:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1270" href="http://www.dp6.com.br/uma-metodologia-qualitativa-para-buzz-intelligence-o-indice-de-buzz/ibexemplo"></a><a rel="attachment wp-att-1280" href="http://www.dp6.com.br/uma-metodologia-qualitativa-para-buzz-intelligence-o-indice-de-buzz/ibexemplo-2"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1280" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/ibexemplo1-300x186.png" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
<p>Na comparação com o Buzz B, podemos concluir que o Buzz A tem um volume e um índice de buzz maiores (55%), além de um maior percentual de posts neutros. No Buzz B, percebemos que há uma predominância de posts negativos, gerando o índice de buzz negativo (39%).</p>
<p>Mesmo oferecendo dados estatísticos em um gráfico, o Índice de <a title="buzz intelligence" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/buzz-intelligence">Buzz</a> tem um pé e meio no qualitativo, já que para formar esse painel, foi necessário analisar qualitativamente os dados coletados. Além disso, o IB nos fornecerá uma direção de análise, já que saberemos aonde nos focar e aonde poderemos pesquisar dentro do buzz. Então, conforme disse no começo do post, o Índice de Buzz é mais um exemplo de metodologia qualitativa com um toque quantitativo.</p>
<p>Sinta-se à vontade para comentar e perguntar.<br />
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</ul>
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		<title>SEO para Vídeos no Youtube</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 21:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Serra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet O Youtube vem ganhando cada vez mais adeptos na internet brasileira e, certamente, pessoas que tem por objetivo atingir seu público alvo não podem ficar de fora dessa ferramenta. O objetivo deste post é auxiliá-lo a otimizar o processo de busca de seus vídeos no youtube &#8211; seja ele para fins comerciais, entretenimento ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/seo-para-videos-de-youtube&#038;via=_dp6&#038;text=SEO para Vídeos no Youtube&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/seo-para-videos-de-youtube"></g:plusone></div>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1188" style="margin-left: 15px; margin-right: 15px; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="SEO no YouTube" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/youtube-300x225.jpg" alt="SEO para YouTube videos" width="300" height="225" /></p>
<p>O Youtube vem ganhando cada vez mais adeptos na internet brasileira e, certamente, pessoas que tem por objetivo atingir seu público alvo não podem ficar de fora dessa ferramenta.</p>
<p>O objetivo deste post é auxiliá-lo a otimizar o processo de busca de seus vídeos no youtube &#8211; seja ele para fins comerciais, entretenimento ou outros fins.</p>
<p>Primeiramente, precisamos ter em mente que o Youtube não é um repositório de vídeos mas sim uma rede social antes de tudo. Não pense que apenas o fato de sua empresa ou você fazer upload de vídeos com frequência quer dizer que você faz um bom uso deste canal. Antes de ser um instrumento de <a title="SEO otimização de sites" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/seo-search-engine-optimization">SEO</a> é um canal de comunicação entre clientes e empresa ou você e seu público alvo. Estimule o debate e esteja preparado para ter comentários negativos de vez em quando. O importante é gerar este debate e colher feedbacks, ajustando seus próximos vídeos às expectativas de seus followers. Não alimente discussões sem sentido e mostre que você está aberto para as opiniões do público.</p>
<p>Para um bom desempenho de popularidade no Youtube é preciso participar, ou seja, assistir outros vídeos, avaliar, comentar, recomendar, criar grupos, adicionar listas de reprodução e etc.</p>
<p>Segue abaixo, algumas táticas que podem ajudar bastante no número de visualizações de seus vídeos:</p>
<p><span id="more-1187"></span></p>
<p><strong>O que pesa na busca interna do YouTube:</strong></p>
<ul>
<li>Tags      (palavras-chave);</li>
<li>Descrição;</li>
<li>Popularidade;</li>
<li>Rating      (avaliações do Usuário).</li>
</ul>
<p><strong>Canal YouTube:</strong></p>
<ul>
<li>Inclua seus      vídeos em um único canal;</li>
<li>Mantenha a      página atualizada;</li>
<li>Tenha um link      permanente para o site;</li>
<li><strong>Descrição do      Canal:</strong> usar este campo para incluir as principais informações sobre a      marca utilizando palavras-chave que estejam associadas à marca/campanha;</li>
<li><strong>Categoria do      Canal:</strong> sempre vincular seu canal a uma categoria.</li>
</ul>
<p><strong>Vídeo:</strong></p>
<ul>
<li>Inserir um link      para o site sempre que postar um vídeo;</li>
<li>Insira uma introdução nos      vídeos com o logo da marca, o título do vídeo e uma imagem que diferencia cada um deles;</li>
<li><strong>Categoria do      vídeo</strong>: sempre vincular seu vídeo a uma categoria;</li>
<li>Cada vídeo deve      ter uma lista de palavras cadastradas (tags, palavras-chave) que estejam      relacionados com o que foi falado e explicado no vídeo. Devem ser      cadastradas no mínimo 5 palavras por vídeo podendo chegar até 15;</li>
<li><strong>Título dos      vídeos:</strong> deve ser o mais informativo possível e associado ao conteúdo de      forma direta;</li>
<li><strong>Descrição do      vídeo:</strong> descrição do assunto de maneira simples e direta utilizando palavras      associadas ao conteúdo. Estas palavras irão aumentar as chances dos      usuários encontrarem os vídeos na área de Buscas.</li>
</ul>
<p><strong>No web-site:</strong></p>
<ul>
<li>Crie um link no      site para o canal no Youtube ou para o vídeo.</li>
</ul>
<p><strong>Demais recomendações:</strong></p>
<ul>
<li>Acompanhe as estatísticas de      visualizações dos vídeos e comentários dos usuários;</li>
<li>Sempre passe      suas informações de maneira limpa e clara. Canais e vídeos com informação em      excesso cansam o usuário e dificilmente retornará ao mesmo;</li>
<li>Não economize em      links para o vídeo, se seu objetivo é acessos (que resultam em      publicidade), links vão lhe auxiliar a alcançar essa meta;</li>
<li>Incentive os      comentários dos vídeos, se proponha a responder as dúvidas;</li>
<li>Incentive os      usuários a avaliar o vídeo.</li>
</ul>
<p>Com base nessas dicas e instruções não garanto um primeiro lugar nas buscas, mas com certeza você terá uma ótima melhora no posicionamento de seu vídeo.<br />
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<li><a href="http://www.dp6.com.br/como-otimizar-site-em-wordpress-com-o-plugin-all-in-one-seo"><!--:pt-->Como otimizar site em Wordpress com o plugin All in One SEO<!--:--></a></li>
<li><a href="http://www.dp6.com.br/nova-metrica-google-adwords-parcelas-de-impressao-no-nivel-de-grupo-de-anuncios"><!--:pt-->Nova Métrica Google Adwords &#8211; Parcelas de Impressão no nível de Grupo de Anúncios<!--:--></a></li>
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</ul>
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		<title>Diferença nos Cliques das Campanhas e Visitas ao Site</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 23:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gerson Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Você já foi questionado ou questionou sobre a diferença entre os cliques de suas campanhas e as visitas que chegaram ao seu site? Se não, aposto que conhece alguém que já passou por este questionamento! Recentemente, esta questão ganhou força entre os membros do grupo webanalytics_brasil no Yahoo! e decidimos listar todas as possibilidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/diferenca-nos-cliques-das-campanhas-e-visitas-ao-site&#038;via=_dp6&#038;text=Diferença nos Cliques das Campanhas e Visitas ao Site&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/diferenca-nos-cliques-das-campanhas-e-visitas-ao-site"></g:plusone></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Você já foi questionado ou questionou sobre a diferença entre os cliques de suas campanhas e as visitas que chegaram ao seu site? Se não, aposto que conhece alguém que já passou por este questionamento! Recentemente, esta questão ganhou força entre os membros do grupo webanalytics_brasil no Yahoo! e decidimos listar todas as possibilidades que possam impactar nesta diferença.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1º &#8211; A página não carregou (erro na página) -&gt; foi gerado um clique, porém a TAG não foi executada e com isso a visita não foi mensurada.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">2º &#8211; A página não carregou totalmente (página pesada) -&gt; foi gerado um clique, porém a TAG não foi executada e com isso a visita não foi mensurada. A posição da TAG (topo ou rodapé) interfere diretamente neste cenário.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">3º &#8211; Mais de um clique no link (conexão lenta) -&gt; foi contabilizado mais de um clique e apenas uma visita. Mais visível em campanhas onde o target são usuários com acesso dial-up.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">4º &#8211; Mais de um clique no link em intervalo de 30 minutos -&gt; foi contabilizado mais de um clique e apenas uma visita (visita = seção de 30 minutos. Ex. Se o usuário visitar o site 10 vezes neste intervalo, será contabilizado apenas uma visita.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">5º &#8211; Landing Page sem TAG -&gt; as visitas não serão mensuradas. Esta diferença pode ocorrer quando a campanha possui diversas páginas de entrada e uma ou mais páginas não estiverem &#8220;tagueadas&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">6º &#8211; Adwords não sincronizado com a ferramenta de web analytics -&gt; as visitas ao site não serão mensuradas como tráfego da campanha.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">7º &#8211; Campanha de Link Patrocinado no Yahoo! / Bing sem parâmetros na URL -&gt; as visitas ao site não serão mensuradas como tráfego da campanha. Confira como incluir parâmetros em campanhas do Yahoo!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">8º &#8211; Campanhas de Mídia Gráfica / Shoppings, etc sem parâmetros na URL -&gt; as visitas ao site não serão mensuradas como tráfego da campanha.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De qualquer forma, vale ressaltar que a diferença entre cliques e visitas sempre irá ocorrer, já que são métricas diferentes. Cabe ao profissional de web analytics seguir os &#8220;conselhos&#8221; acima, minimizar a diferença entre as métricas e desenvolver análises embasada no cenário encontrado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mãos na massa e bom trabalho!</div>
<p>Você já foi questionado ou questionou sobre a diferença entre os cliques de suas campanhas e as visitas que chegaram ao seu site?  Se não, aposto que conhece alguém que já passou por este questionamento! Recentemente, este assunto ganhou força entre os membros do grupo <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/webanalytics_brasil/" target="_blank">webanalytics_brasil</a> no Yahoo! e decidimos listar todas as possibilidades que possam impactar nesta diferença.</p>
<p><span id="more-884"></span></p>
<ul>
<li>A página não carregou (erro na página) -&gt; foi gerado um clique, porém a TAG não foi executada e com isso a visita não foi mensurada.</li>
<li>A página não carregou totalmente (página pesada) -&gt; foi gerado um clique, porém a TAG não foi executada e com isso a visita não foi mensurada. A posição da TAG (topo ou rodapé) interfere diretamente neste cenário.</li>
<li>Mais de um clique no link (conexão lenta) -&gt; foi contabilizado mais de um clique e apenas uma visita. Mais visível em campanhas onde o target são usuários com acesso dial-up.</li>
<li>Mais de um clique no link num intervalo de 30 minutos -&gt; foi contabilizado mais de um clique e apenas uma visita (visita = sessão de 30 minutos. Ex: se o usuário visitar o site 10 vezes neste intervalo, será contabilizada apenas uma visita.</li>
<li>Landing Page sem TAG -&gt; as visitas não serão mensuradas. Esta diferença pode ocorrer em campanhas com diversas páginas de entrada, onde uma ou mais páginas não foram &#8220;tagueadas&#8221;.</li>
<li>Adwords não sincronizado com a ferramenta de web analytics -&gt; as visitas ao site não serão mensuradas como tráfego da campanha.</li>
<li>Campanha de Link Patrocinado no Yahoo! / Bing sem parâmetros na URL -&gt; as visitas ao site não serão mensuradas como tráfego da campanha. Confira nosso post: <a href="http://www.dp6.com.br/como-medir-campanhas-do-yahoo-search-marketing-no-google-analytics" target="_blank">Como medir campanhas do Yahoo Search Marketing no Google Analytics.</a></li>
<li>Campanhas de Mídia Gráfica, Shoppings, etc sem parâmetros na URL -&gt; as visitas ao site não serão mensuradas como tráfego da campanha.</li>
</ul>
<p>De qualquer forma, vale ressaltar que a diferença entre cliques e visitas sempre irá ocorrer, já que estamos falando de métricas e ferramentas de medição diferentes. Cabe ao profissional de web analytics seguir os &#8220;conselhos&#8221; acima, minimizar as diferenças entre as métricas e desenvolver análises embasadas no cenário encontrado.</p>
<p>Mãos na massa e bom trabalho!<br />
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</ul>
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		<title>Ferramentas de Métricas: Tipos e usos</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 18:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Naressi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/ferramentas-de-metricas-tipos-e-usos&#038;via=_dp6&#038;text=Ferramentas de Métricas: Tipos e usos&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-549 aligncenter" title="by carl dwyer (http://www.sxc.hu/photo/92297)" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/92297_1081_tile.jpg" alt="by carl dwyer (http://www.sxc.hu/photo/92297)" width="500" height="159" /></p>
<p>Você já deve ter se perguntado por que existem tantas ferramentas de medição diferentes que fornecem a mesma informação.</p>
<p>Ou então, já presenciou alguma discussão sobre qual número utilizar, o do instituto de pesquisa, ou o da ferramenta de Web Analytics, não é?</p>
<p>Bom, cada uma tem sua peculiaridade desde o método de coleta de dados até como eles são processados. E é difícil mesmo escolher entre tantos números diferentes subjetivamente. Mas, se organizarmos e classificarmos cada ferramenta e recursos, a escolha fica mais fácil, às vezes, óbvia até.</p>
<p>Sigam-me os bons:</p>
<p><span id="more-538"></span></p>
<h3>1) Painéis de consumo e auditoria de mídia / aferição de audiência</h3>
<p>Estas ferramentas são as mais usadas para números oficiais e comunicados para a imprensa e por um simples motivo: São pesquisas altamente estruturadas por institutos respeitados com avaliações estatísticas profundas com métricas sobre pessoas.</p>
<p>MAS, é bom lembrar que são painéis de pesquisa. O que isso quer dizer? Que dizer que não são censitários, ou seja, não contam TODOS os usuários/pessoas. As empresas responsáveis por esses painéis recrutam e medem uma amostra da população, que deve ser aleatória e representativa em todos seus segmentos. Com os dados de comportamento e navegação de algumas milhares de pessoas, eles extrapolam o valor desta amostra para todo o restante da população através de aproximações estatísticas confiáveis.</p>
<p>Os dados então são processados e reunidos em relatórios e comercializados para qualquer empresa ou agência que queria analisar o consumo de mídia, internet, comportamento de navegação ou outros detalhes <strong>não só do seu site mas também de seus concorrentes ou players de outros segmentos do mercado</strong>.</p>
<p>Principais painéis e ferramentas:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.ibope.com.br/" target="_blank">Netview do Ibope//NetRatings</a></li>
<li><a href="http://www.comscore.com/" target="_blank">MediaMetrix da comScore</a></li>
<li><a href="http://www.hitwise.com.br" target="_blank">HitWise (via Serasa Experian)</a></li>
<li><a href="http://www.cetic.br/pesquisas/index.htm" target="_blank">CETIC.br do Comitê Gestor da Internet no Brasil</a> (grátis)</li>
<li><a href="https://www.google.com/adplanner/#siteSearch" target="_blank">Research do Google AdPlanner</a> (grátis)</li>
<li><a href="http://www.google.com/insights/search/#" target="_blank">Google Insights for Search (grátis)</a></li>
</ul>
<h3>2) Web Analytics</h3>
<p>São ferramentas que processam e analisam, geralmente, TODO o tráfego de um site. Mas, nesse caso, você só pode analisar dados de sites seus ou sites que você administre. Pois exige acesso a dados das páginas ou logs do servidor.</p>
<p>Aqui, temos uma primeira distinção: Entre softwares de análise de Logs e serviços de mensuração por tags.</p>
<h4><strong>a) Análise de Logs</strong></h4>
<p><strong> </strong>P<span>rocessam os registros de requisições de páginas do seu servidor e fornecem uma avaliação mais técnica do desempenho do seu site: Que tipos de arquivos foram requisitados, qual a latência do servidor, a carga dos servidores, etc. Podem até fornecer dados sobre a navegação dos usuários no seu site, mas devido à características técnicas de servidores, proxy e cache não são mais recomendados para avaliação de usuários e visitas. É geralmente recomendado para ambientes controlados (Intranets, por exemplo) ou para avaliações volumétricas de infra-estrutura técnica.</span></p>
<p><span>Principais ferramentas de Web Analytics (logs):</span></p>
<ol>
<li><a href="http://www.webtrends.com/Products/Analytics/Software.aspx" target="_blank">Webtrends Analytics Software</a></li>
<li><a href="http://www.google.com/urchin/" target="_blank">Urchin</a> do Google (não, este não é grátis)</li>
<li><a href="http://awstats.sourceforge.net/" target="_blank">AWStats</a> (free e open-source)</li>
</ol>
<p><span></span></p>
<h4><span><strong>b) Mensuração por tag</strong>s</span></h4>
<p><span>Aqui estão as principais ferramentas de Web Analytics atuais do mercado. O diferencial está no método de coleta de dados que não depende de logs de servidores. Na medição por tags, todas as páginas do site e recursos interativos devem ser &#8220;tagueados&#8221;, ou seja, devemos inserir um trecho de código (snippet) geralmente em Javascript, que captura informações da navegação do usuário e envia para um servidor específico. Estes dados coletados pelas tags são então processados e viram relatórios. Mas o detalhe é que, como todo o controle da tag é feito pelo navegador, é possível utilizar cookies por padrão e identificar com maior precisão cada usuário do site. Por exemplo, quando uma pessoa volta a acessar o site no dia seguinte no mesmo navegador, é possível sabermos que se trata do mesmo visitante único.</span></p>
<p><span>Principais ferramentas de Web Analytics (tags):</span></p>
<ol>
<li><a href="http://www.webtrends.com/Products/Analytics/OnDemand.aspx" target="_blank">Webtrends Analytics On-Demand</a></li>
<li><a href="http://www.omniture.com/en/products/online_analytics/sitecatalyst" target="_blank">Omniture SiteCatalyst</a></li>
<li><a href="http://www.google.com/intl/pt-BR_ALL/analytics/" target="_blank">Google Analytics</a> (grátis)</li>
<li><span><a href="http://piwik.org" target="_blank">Piwik</a> (grátis e open-source)</span></li>
</ol>
<p>Se você tem dúvidas sobre qual ferramenta é a melhor para seu caso, vejam o guia rápido: <a href="http://www.dp6.com.br/como-escolher-sua-ferramenta-de-web-analytics" target="_blank">Como escolher sua ferramenta de web analytics;</a></p>
<p>A tendência em ferramentas de Web Analytics, é que a maioria delas começa a integrar outros tipos de ferramentas e passa a se transformar em &#8220;Suites&#8221; de análise. Tanto Omniture, Webtrends, Google Analytics, etc, já começam a incluir recursos para monitoramento de redes sociais, ferramentas de testes A/B ou multivariáveis, medição para projetos mobile, recursos de gestão de mídia on-line e por aí vai. Estas ferramentas já estão se tornando a grande central de inteligência para gestão de projetos e campanhas digitais. Fique de olho!</p>
<h3>3) AdServers ou ferramentas de gestão de mídia on-line</h3>
<p>Para quem trabalha com mídia on-line, sabe que a importância de um AdServer é maior do que se imagina. Estas ferramentas não só centralizam a gestão das campanhas (o que será veiculado, quando e como) economizando horas e horas de equipes de tráfego dos portais e agências, mas também centralizam todas as informações e métricas sobre o que foi veiculado. Daí seu papel vital nas métricas digitais. Com estas belezinhas, você pode saber quando e qual peça foi veiculada, que site, qual formato, quantas vezes, quantos clicks foram recebidos, se um usuário viu mas não clicou, ou se ele foi ao site dias depois mesmo sem ter clicado na publicidade.</p>
<p>Principais AdServers ou ferramentas de gestão de mídia on-line:</p>
<ul>
<li><span><a href="http://www.predicta.com.br/home_html.php" target="_blank">Maestro da Predicta</a></span></li>
<li><span><a href="http://www.doubleclick.com/products/dfp/index.aspx" target="_blank">DoubleClick</a> do Google</span></li>
<li><span><a href="http://www.247realmedia.com/EN-US/" target="_blank">OpenAdStream da Realmedia</a></span></li>
<li><span><a href="http://www.atlassolutions.com/solutions_admanager.aspx" target="_blank">Atlas</a></span></li>
<li><a href="http://www.openx.org/pt" target="_blank">OpenX</a> (grátis e open-source)</li>
<li><a href="https://www.google.com/admanager/login/en_US/index.html" target="_blank">AdManager do Google</a> (grátis)</li>
</ul>
<p>Com a integração de informações entre AdServers e Web Analytics, as análises de campanhas on-line ficam realmente mais poderosas, inferindo não somente sobre quem foi impactado, mas sobre o comportamento do usuário ou do público em todo o ciclo de comunicação, relacionamento e compra.</p>
<h3>4) Ferramentas de monitoramento de Redes Sociais</h3>
<p>Muitas interações diárias de pessoas e consumidores acontecem nas redes sociais atualmente. Sejam blogs, microblogs, social bookmarks, ou qualquer outra rede social como Orkut e Facebook, estes sites reunem um potencial enorme de dados e grafos sociais para serem coletados, explorados e analisados. Aí surgem as ferramentas de monitoramento, pois, não se pode dizer que basta consultar estas redes para saber como está sua empresa ou marca. Você tem de monitorar palavras-chave, usuários influenciadores, comunidades relevantes e estar sempre pronto quando alguma novidades surgir nestes diálogos. Por isso, são ferramentas muito novas e em fase de amadurecimento. Nem os recursos, nem os métodos, nem os preços são padronizados, ainda. Então aguarde grandes mudanças aqui.</p>
<p>Principais ferramentas de monitoramento de redes sociais:</p>
<ul>
<li><span><a href="http://www.scup.com.br" target="_blank">Scup</a></span></li>
<li><span><a href="http://www.postx.com" target="_blank">PostX</a></span></li>
<li><span><a href="http://www.socialmetrix.com" target="_blank">SocialMetrix</a></span></li>
<li><span><a href="http://www.radian6.com" target="_blank">Radian6</a></span></li>
<li><span><a href="http://www.brandseye.com" target="_blank">BrandsEye</a></span></li>
<li><span><a href="http://ibrands.a2c.com.br/index.php" target="_blank">I-Brands</a></span></li>
<li><a href="http://www.elife.com.br/" target="_blank">E-Life</a></li>
<li>Recursos ou ferramentas grátis, <a href="http://www.marketingpilgrim.com/2008/12/social-media-monitoring-tools.html" target="_blank">veja aqui</a></li>
</ul>
<p>Algumas dessas soluções não funcionam sem serviço, ou seja, pode ser necessário contratar a gestão e análise destes dados para chegar a informações úteis. Como disse, este tipo de ferramenta ainda tem muito a mostrar!</p>
<h3>5) Ferramentas para medição de projetos Mobile</h3>
<p>A medição de sites e aplicativos para celulares e dispositivos móveis ainda possui detalhes. A maioria das soluções de Web Analytics já começa a agregar recursos para este tipo de métrica. Mas, enquanto a consolidação ainda não acontece, muitas ferramentas especialistas estão por aí e fazendo um bom trabalho.</p>
<p>Principais ferramentas para medição Mobile:</p>
<ol>
<li><span><a href="http://www.percentmobile.com" target="_blank">PercentMobile</a> (grátis, beta)</span></li>
<li><span><a href="http://analytics.admob.com/home/" target="_blank">AdMob</a> (grátis)</span></li>
<li><span><a href="http://www.mobilytics.net/" target="_blank">Mobilytics</a> (grátis)</span></li>
</ol>
<p>Ajudou?</p>
<p>Muitas ferramentas e recursos devem surgir em breve ou serem alterados. O importante é ter em mente que o tipo de dado e o método de coleta fazem a diferença e que <strong>o principal investimento deve ser em pessoas, em inteligência</strong>. Antes de gastar milhares com qualquer ferramenta, questione-se se você terá pessoas analisando todo o universo maravilhoso dos dados. Se estiver começando, nada melhor que iniciar pela inúmeras opções gratuitas disponíveis que não deixam nada a dever para as opções pagas.</p>
<p>Comentários?</p>
<p>Let&#8217;s Analyze!<br />
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</ul>
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		<title>Como medir campanhas do Yahoo Search Marketing no Google Analytics</title>
		<link>http://www.dp6.com.br/como-medir-campanhas-do-yahoo-search-marketing-no-google-analytics</link>
		<comments>http://www.dp6.com.br/como-medir-campanhas-do-yahoo-search-marketing-no-google-analytics#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Naressi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[origens de tráfego]]></category>
		<category><![CDATA[yahoo search marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Não existe segredo para identificar outras origens manualmente no Google Analytics, que pode ser feito facilmente através de utilitários simples como a ferramenta criadora de url para Google Analytics do próprio Google. E, com o uso correto, estas parametrizações fazem com que as URLs que sejam usadas para as campanhas contenham sempre as informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/como-medir-campanhas-do-yahoo-search-marketing-no-google-analytics&#038;via=_dp6&#038;text=Como medir campanhas do Yahoo Search Marketing no Google Analytics&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/yahoo-google-analytics.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-484" title="yahoo search marketing &amp; google analytics" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/yahoo-google-analytics-130x72.png" alt="yahoo search marketing &amp; google analytics" width="130" height="72" /></a>Não existe segredo para identificar outras origens manualmente no Google Analytics, que pode ser feito facilmente através de utilitários simples como a <a href="http://google.com/support/analytics/bin/answer.py?answer=55578" target="_blank">ferramenta criadora de url para Google Analytics</a> do próprio Google.</p>
<p>E, com o uso correto, estas parametrizações fazem com que as URLs que sejam usadas para as campanhas contenham sempre as informações de origem que serão utilizadas pelo Google Analytics.</p>
<p>Veja como fica uma URL parametrizada para Google Analytics:</p>
<blockquote><p>http://www.site.com.br/pagina.htm<br />
?<strong>utm_source</strong>=Minha%2BOrigem<br />
&amp;<strong>utm_medium</strong>=Minha%2BM%C3%ADdia<br />
&amp;<strong>utm_term</strong>=Minha%2BPalavra-chave<br />
&amp;<strong>utm_content</strong>=Minha%2BVersao%20do%20Anuncio<br />
&amp;<strong>utm_campaign</strong>=Minha%2BCampanha</p></blockquote>
<p>Esta URL, ao ser acessada, irá levar à tag do Google Analytics as seguintes informações:</p>
<ul>
<li><strong>Origem (utm_source)</strong>: Minha Origem</li>
<li><strong>Mídia (utm_medium)</strong>: Minha Mídia</li>
<li><strong>Palavra-chave (utm_term)</strong>: Minha Palavra-chave</li>
<li><strong>Campanha (utm_campaign)</strong>: Minha Versao do Anuncio</li>
<li><strong>Anúncio (utm_content)</strong>: Minha Campanha</li>
</ul>
<p>Para identificar campanhas de links patrocinados, independente da plataforma, <strong>Yahoo</strong>, MSN AdCenter ou outra, recomenda-se que o parâmetro &#8220;Mídia&#8221; (utm_medium) seja identificado como &#8220;cpc&#8221;, que é o padrão do Google Analytics. Também pode-se preencher o parâmetro &#8220;Palavra-chave&#8221; (utm_term) e ter as visitas organizadas por palavras-chave.</p>
<p>Para identificar visitas do Yahoo, porém, existe um recurso adicional do Yahoo:</p>
<p><span id="more-479"></span></p>
<h3><strong>URLs de controle do Yahoo Search Marketing<br />
</strong></h3>
<p>As URLs de controle do Yahoo definem parâmetros automáticos para te ajudar a fazer estas parametrizações. Afinal, imagina criar (e aplicar) os parâmetros para aquela sua campanha com mais de 1.000 palavras-chave não é?</p>
<p>Você pode adicionar facilmente a identificação automática para cada palavra-chave comprada, inserindo o parâmetro de controle <strong>{YSMKEY}</strong> no parâmetro do Google Analytics<strong> (utm_term)</strong>. Veja como fica:</p>
<blockquote><p>http://www.site.com.br/pagina.htm?utm_source=Yahoo&amp;utm_medium=cpc<strong>&amp;utm_term={YSMKEY}</strong></p></blockquote>
<p>Assim, no Google Analytics a origem ficará com as seguintes informações:</p>
<ul>
<li><strong>Origem</strong>: Yahoo</li>
<li><strong>Mídia</strong>: CPC</li>
<li><strong>Palavra-chave</strong>: (palavra-chave comprada)</li>
</ul>
<h3>Incluindo a palavra-chave Bruta</h3>
<p><em>Adicionalmente</em>, você pode também incluir não só a palavra-chave comprada, mas também todo o texto buscado pelo usuário (palavra-chave bruta), utilizando o parâmetro de controle <strong>{YSMRAW}</strong>.</p>
<p>Para entender a diferença entre palavra-chave comprada e palavra, imagine que você compra no Yahoo a palavra &#8220;carro&#8221; com correspondência ampla. Ao buscar por &#8220;carro&#8221; somente e o anúncio for clicado, a palavra-chave comprada é &#8220;carro&#8221; e a palavra-chave bruta também é &#8220;carro&#8221;, obviamente. Mas, ao buscar por &#8220;carro 4 portas&#8221;, o anúncio também é exibido e então clicado. Neste caso, a palavra-chave comprada é &#8220;carro&#8221; mas a palavra-chave bruta &#8220;carro 4 portas&#8221;.</p>
<blockquote><p>http://www.site.com.br/pagina.htm?utm_source=Yahoo&amp;utm_medium=cpc<strong>&amp;utm_term={YSMKEY}:</strong><strong>{YSMRAW}</strong></p></blockquote>
<p>Assim, no Google Analytics a origem ficará com as seguintes informações:</p>
<ul>
<li><strong>Origem</strong>: Yahoo</li>
<li><strong>Mídia</strong>: CPC</li>
<li><strong>Palavra-chave</strong>: (palavra-chave comprada):(palavra-chave bruta)</li>
</ul>
<h3>Incluindo Campanha e Anúncio</h3>
<p>Agora, vamos dizer que você quer saber exatamente qual campanha e anúncio do Yahoo Search Marketing levaram à determinada visita, você pode incluir parâmetros adicionais como <strong>{YSMCAMPGID}</strong> e <strong>{YSMADID}</strong>.<br />
o parâmetro de controle <strong>{YSMCAMPGID}</strong> equivale ao ID (identificador) numérico da campanha no sistema no Yahoo. E o parâmetro de controle <strong>{YSMADID} </strong>equivale ao ID (identificador) numérico do anúncio.</p>
<p>Veja como fica com todos os parâmetros:</p>
<blockquote><p>http://www.site.com.br/pagina.htm?utm_source=Yahoo&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_term={YSMKEY}:{YSMRAW}<strong>&amp;utm_campaign=Yahoo-{YSMCAMPGID}&amp;utm_content=Anuncio-{YSMADID}</strong></p></blockquote>
<p>E no Google Analytics, ficará assim:</p>
<ul>
<li><strong>Origem</strong>: Yahoo</li>
<li><strong>Mídia</strong>: CPC</li>
<li><strong>Palavra-chave</strong>: (palavra-chave comprada):(palavra-chave bruta)</li>
<li><strong>Campanha</strong>: (ID da campanha, ex.: 123456789)</li>
<li><strong>Anúncio</strong>: (ID do anúncio, ex.: 987654321)</li>
</ul>
<p>Para saber todos os parâmetros do Yahoo que você pode usar na sua URL de controle, veja mais detalhes na documentação do Yahoo em:<br />
<a href="http://help.yahoo.com/l/br/yahoo/ysm/sps/screenref/16897.html" target="_blank">http://help.yahoo.com/l/br/yahoo/ysm/sps/screenref/16897.html</a></p>
<p>É isso! Tentei ser o mais didático possível, pois é uma dúvida recorrente entre os que iniciam suas campanhas no Yahoo. Ajudou? Dúvidas?</p>
<p>Keep on Tagging!<br />
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