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	<title>Direct Performance agora é dp6. &#187; Social Media</title>
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	<link>http://www.dp6.com.br</link>
	<description>Crescemos, mudamos e agora a Direct Performance se tornou dp6, uma empresa do grupo digital INC.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 16:53:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Como escolher a ferramenta ideal para monitoramento em mídias sociais</title>
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		<comments>http://www.dp6.com.br/como-escolher-ferramenta-monitoramento-midias-sociais#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 22:33:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[buzz intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>

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		<description><![CDATA[A melhor ferramenta de monitoramento em mídias sociais pode não ser a melhor para os objetivos do negócio. Sendo assim, existem fatores que devem ser levados em consideração na contratação de uma ferramenta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/como-escolher-ferramenta-monitoramento-midias-sociais&#038;via=_dp6&#038;text=Como escolher a ferramenta ideal para monitoramento em mídias sociais&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/como-escolher-ferramenta-monitoramento-midias-sociais"></g:plusone></div>
<p>Muito se fala sobre monitorar a marca nas redes sociais visando verificar o que está sendo falado pelo público e, principalmente, dando atenção às opiniões sobre produtos e campanhas. Entretanto, para que o monitoramento traga os resultados esperados, deve-se planejar cuidadosamente os objetivos e, o mais importante, contar com uma ferramenta que atenda as expectativas. Por isso que alguns fatores devem ser levados em consideração na hora de contratar uma ferramenta.</p>
<p>O primeiro passo é determinar <strong>quais níveis hierárquicos irão ter acesso à ferramenta</strong>. Isso é importante, pois existem vários aspectos que se deve levar em conta tendo esclarecida essa questão. Por exemplo, uma ferramenta com dashboards personalizados e com interfaces &#8220;amigáveis&#8221; é propícia para o acesso do nível gerencial por conta da necessidade estratégica do monitoramento dos dados, mas não é tão necessário para os níveis operacionais.<span id="more-3849"></span></p>
<p>Sendo assim, juntamente com um painel personalizável e intuitivo, uma ferramenta para o <strong>nível gerencial</strong> também deve conter:</p>
<p><strong>- Uma boa coleta de posts</strong></p>
<p><strong>- Uma usabilidade que facilite a exploração e aprofundamento dos dados coletados</strong></p>
<p>Coletar o maior volume possível de posts no menor tempo possível e ter um bom filtro contra spams são essenciais tanto para o nível gerencial quanto para o operacional, já que o volume de posts é a base para toda análise que será feita. Entretanto, deve-se entender que um filtro de spam pode resultar em uma menor velocidade da coleta, já que ele representa uma fase a mais no processo.</p>
<p>Uma ferramenta que facilite a exploração dos dados coletados também é importante para o nível gerencial, pois o gestor necessita das informações estratégicas o mais rápido possível. Com uma ferramenta de intuitivo manuseio, esse trabalho é facilitado.</p>
<p>Já outros fatores são mais relevantes apenas para o <strong>nível operacional</strong>:</p>
<p><strong>- Estruturação de tags e classificação de posts</strong></p>
<p><strong>- Possibilidade e flexibilidade na exportação dos dados brutos</strong></p>
<p><strong>- Suporte técnico</strong></p>
<p><strong>- Disponibilidade de interação com os perfis da marca</strong></p>
<p>Uma ferramenta que possibilite (e facilite) a criação de tags e classificação de posts é essencial tanto para que o usuário organize e categorize os dados de análise, quanto para auxiliar a estruturação dos dashboards para o nível gerencial. Outro aspecto a ser considerado é a exportação dos dados brutos, pois muitas análises são feitas fora da ferramenta e/ou com auxílio de outras. Sendo assim, além de verificar se a ferramenta possibilita esse recurso, deve-se observar quais opções estão presentes na exportação, como variedade de formatos, segmentação e organização dos dados exportados e limite de exportação.</p>
<p>A disponibilidade e eficiência do suporte técnico também devem ser consideradas, já que é comum que as ferramentas apresentem problemas técnicos ou necessitem de auxílio para configuração adequada. Nesses casos, vale verificar se o suporte oferece contato em tempo real, se atendem rapidamente às requisições feitas via e-mail, entre outros fatores facilitadores.</p>
<p>Além disso, outro recurso que é interessante checar é se a ferramenta suporta a interação com os perfis da marca-proprietária, afim de realizar postagens, obter dados de desempenho e formar redes de relacionamento direto da ferramenta, sem precisar utilizar aplicativos de terceiros.</p>
<p>Todos esses fatores devem ser pensados para avaliar o custo-benefício da ferramenta e o que deve ser priorizado para os objetivos do monitoramento. Abaixo fizemos uma avaliação de três ferramentas de monitoramento (<a href="http://www.scup.com.br/" target="_blank">Scup</a>, <a href="http://www.sysomos.com/" target="_blank">Sysomos</a> e <a href="http://www.brandwatch.com/" target="_blank">Brandwatch</a>) levando em consideração os critérios acima.</p>
<p><a href="http://www.scup.com.br" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3893" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/scup.jpg" alt="" width="178" height="120" /></a></p>
<p>- <strong>Volume e velocidade na coleta dos dados:</strong> Alto volume captado, boa velocidade, com volume considerável de spam em blogs. Permite configurar para coletar posts por idioma e geolocalização, dependendo da rede social utilizada.</p>
<p>- <strong>Dashboard:</strong> Simplificado, não possibilita filtros por geolocalização ou idioma.</p>
<p>- <strong>Estrutura de tags e avaliação de sentimento:</strong> A possibilidade de criar monitoramentos distintos na mesma conta permite a utilização de sentimentos múltiplos para um post, dependendo do ponto de vista da análise. Além disso, tem uma estrutura de tags bem maleável, incrementada com o recurso de regras e a possibilidade de realizar amostragem dos posts.</p>
<p>- <strong>Suporte técnico:</strong> no Brasil</p>
<p>- <strong>Interação com perfis oficiais:</strong> Completo.</p>
<p><a href="http://www.sysomos.com" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3894" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/sysomos.jpg" alt="" width="196" height="87" /></a></p>
<p>- <strong>Volume e velocidade na coleta dos dados:</strong> Alto volume, baixas velocidade e quantidade de spam.</p>
<p>- <strong>Dashboard</strong>: Completo, flexível e intuitivo. É possível cruzar tags e realizar filtros segmentados por geolocalização, idioma e rede social.</p>
<p>- <strong>Estrutura de tags e avaliação de sentimento</strong>: Não permite polaridades múltiplas. Apenas se forem criadas duas contas distintas. Além disso, através do flexível dashboard, pode-se contornar isso através da criação e cruzamento de tags.</p>
<p>- <strong>Suporte Técnico</strong>: no Canadá</p>
<p>- <strong>Interação com perfis oficiais</strong>: Completo.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.brandwatch.com" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3898" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/brandwatch1.jpg" alt="" width="232" height="84" /></a></p>
<p>- <strong>Volume e velocidade na coleta dos dados</strong>: Alto volume, baixo volume de spam, e baixa velocidade.</p>
<p>- <strong>Dashboard</strong>: Completo e altamente personalizável. É intuitivo e de fácil configuração, além de possibilitar um cruzamento de dados e tags.</p>
<p>- <strong>Estrutura de tags e avaliação de sentimento</strong>: Permite a criação de várias queries por monitoramento e possibilita polarização múltipla. Também permite apenas coletar posts por idioma e geolocalização.</p>
<p>- <strong>Suporte Técnico</strong>: no Reino Unido, mas possui suporte em português</p>
<p>- <strong>Interação com perfis oficiais</strong>: Completo.</p>
<p>Existem muitas outras ferramentas de monitoramento no mercado e cada uma com especificidades e características próprias. Além disso, cada projeto possui necessidades que priorizam diferentes aspectos de cada ferramenta e, portanto, deve-se sempre entender os objetivos do projeto de monitoramento para realizar a melhor escolha.</p>
<p>Também é necessário entender que a ferramenta depende de uma boa configuração realizada pelo usuário, pois essa será fundamental para a entrega dos resultados. Mas isso é assunto para outro post.<br />
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</ul>
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		<item>
		<title>O impacto das mídias sociais na caixa de comentários dos blogs</title>
		<link>http://www.dp6.com.br/o-impacto-das-midias-sociais-na-caixa-de-comentarios-dos-blogs</link>
		<comments>http://www.dp6.com.br/o-impacto-das-midias-sociais-na-caixa-de-comentarios-dos-blogs#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 23:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[buzz intelligence]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.dp6.directperformance.com.br/?p=3219</guid>
		<description><![CDATA[No começo do auge do Twitter e Facebook em 2009, pensava-se que esses iriam acabar com os blogs. Ao contrário dessa idéia, as visitas aos blogs foram potencializados, mas diminuiu a quantidade de comentários nos posts: as mídias sociais se tornaram uma plataforma de repercussão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/o-impacto-das-midias-sociais-na-caixa-de-comentarios-dos-blogs&#038;via=_dp6&#038;text=O impacto das mídias sociais na caixa de comentários dos blogs&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/o-impacto-das-midias-sociais-na-caixa-de-comentarios-dos-blogs"></g:plusone></div>
<p>No início da hegemonia do Twitter e Facebook em 2009, muito se comentou sobre &#8220;<a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2009/07/27/o_blog_esta_morto_mas_juro_que_nao_fui_e/" target="_blank">a morte dos blogs</a>&#8220;. O fato é que o efeito foi inverso: <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/11/05/para-blogs-twitter-e-facebook-sao-mais-importantes-que-seo/" target="_blank">os dois canais se tornaram importantes fontes de tráfego</a>. Entretanto, a principal consequência dessa integração veio em um lugar que já foi palco de <a href="http://www.brainstorm9.com.br/17148/social-media/lg-responde-ao-fail-da-ativacao-social-da-linha-de-maquinas-de-lavar/" target="_blank">diversas polêmicas</a>: a <strong>caixa de comentários</strong>. Uma <strong><a href="http://blog.postrank.com/2009/11/measuring-engagement-of-the-social-web-2007-2009/" target="_blank">pesquisa</a></strong> desenvolvida pela PostRank coletou dados de 2007 a 2009 e constatou: <strong>houve uma queda de 50% no volume de comentários, mas o volume de trackbacks feitos em mídias sociais cresceu 30%</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/resultados-da-pesquisa1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3322" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/resultados-da-pesquisa1.png" alt="" width="400" height="152" /></a><em>Engajamento dos usuários com o post</em></p>
<p>Basicamente, o que ocorre é um deslocamento da caixa de comentários para o Twitter, Facebook, Orkut, Google+ e até mesmo para outros blogs. Apesar dessa pesquisa ser relativamente antiga, pense: <strong>quem nunca viu ou comentou um post de blog/site fora da caixa de comentários? </strong>Vejamos alguns exemplos.<span id="more-3219"></span></p>
<p>Em <a href="http://www.brainstorm9.com.br/25982/entretenimento/por-que-voce-deve-assistir-the-borgias/" target="_blank">um post</a> do blog <strong>Brainstorm 9</strong> que falava do seriado Borgias, postado há quase uma semana, apresenta apenas <strong>14 comentários</strong>. Entretanto, fazendo uma pesquisa rápida no <a href="http://backtweets.com" target="_blank">BackTweets</a>, temos <strong>84 tweets</strong> que postaram o link para o post. Apesar da grande maioria ser retweets comuns do <a href="http://twitter.com/brains9" target="_blank">perfil oficial do blog</a>, temos diversas opiniões interessantes que poderiam parar na caixa de comentários (clique na imagem para ir ao post):</p>
<p><a href="http://twitter.com/New_Alexandria/status/103875796061536256" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3325" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/exemplo1.bmp" alt="" width="239" height="115" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/New_Alexandria/status/103875796061536256" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/Luciano_Cokado/status/103887787861872640" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3326" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/exemplo2.bmp" alt="" width="238" height="116" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/Luciano_Cokado/status/103887787861872640" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/MarcosRavena/status/103933562620882945" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3327" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/exemplo3.bmp" alt="" width="241" height="120" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/mnegrini/status/103878168770904064" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3328" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/exemplo4.bmp" alt="" width="241" height="105" /></a></p>
<p>Esses são alguns dos exemplos. Isso sem contar os trackbacks feitos por outros blogs e em outras redes, como Facebook e Orkut. Nessa pequena demonstração, nota-se como pode ser rico de informações relevantes esse monitoramento da repercussão de um post. Por isso que diversas organizações, percebendo essa tendência, <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/02/pessoas-estao-fugindo-da-caixa-de-comentarios/" target="_blank">buscaram incorporar esse volume de informação &#8220;off-post&#8221;</a>. Atualmente, há <a href="http://blog.boo-box.com/br/2011/use-as-redes-sociais-para-ter-mais-comentarios-em-seu-blog/" target="_blank">diversas ferramentas</a> que fazem essa convergência, sendo que a <a href="http://aboutecho.com/" target="_blank">Echo</a>, uma das pioneiras, é a principal referência.</p>
<p>Por isso, além das <a href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-da-analise-de-buzz-nas-acoes-offline" target="_blank">mídias sociais serem reflexos imediatos do ambiente offline</a>, elas são também a <strong>plataforma de repercussão da própria mídia social</strong>. É aí que entra a famosa história da viralização e dos memes, mas me refiro às &#8220;menores repercussões&#8221;, como aquela <a href="http://www.webdialogos.com/2011/midias-sociais/bendito-seja-o-twitter-papa-envia-seu-primeiro-tweet/" target="_blank">pequena ação no Twitter</a> ou uma <a href="http://www.imagineseusite.com.br/blog/216-fail-da-fiat-no-formspringme.html" target="_blank">pergunta respondida no Formspring</a>. Mas então, se um post de blog gera buzz com informações importantes, imagina uma campanha baseada em ações online? Sendo assim, podemos entender que essa integração entre caixa de comentários e mídias sociais também vale para qualquer ação online. A diferença é que essa não tem nenhum tipo de caixa: <strong>as mídias sociais é o lugar único</strong>. Por isso que uma estratégia de análise e monitoramento em mídias sociais é importante para mensurar a repercussão de campanhas on e offline.</p>
<p>Para finalizar, deixo um <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/10/18/era-uma-vez-um-blog/" target="_blank">post muito bacana</a> do <a href="http://twitter.com/tdoria" target="_blank">Tiago Dória</a> falando sobre as mudanças ocorridas na sociedade com a popularização dos blogs. O post é longo, mas vale a pena conferir.<br />
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</ul>
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		<title>A importância da análise de Buzz nas ações offline</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 04:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O conteúdo do Twitter e da televisão são consumidos juntos e uma análise de buzz pode proporcionar o que essa relação pode fornecer em termos de idéias e insights para as marcas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/a-importancia-da-analise-de-buzz-nas-acoes-offline&#038;via=_dp6&#038;text=A importância da análise de Buzz nas ações offline&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-da-analise-de-buzz-nas-acoes-offline"></g:plusone></div>
<p>Como presenciamos há algum tempo, o Twitter e a televisão estão andando de mãos dadas. Quem nunca presenciou o lançamento de hashtags e campanhas em um programa televisivo ou um acompanhamento <em>real-time</em> do que acontece no microblog? A relação já está tão evidente que até mesmo o Twitter fez um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Jc8TQppzORE" target="_blank">vídeo mostrando essa integração</a>.</p>
<p>Um exemplo recente ocorreu no programa CQC, liderado por Marcelo Tas. A ex-primeira dama Marisa Letícia afirmou que ela e o ex-presidente Lula iriam ao programa em algum dia. Por isso, o programa lançou a hashtag <a href="http://twitter.com/#!/search/%23lulanocqc" target="_blank">#LulaNoCQC</a> e imediatamente figurou entre os Trending Topics Brasil. Também presenciamos a mobilização das pessoas por conta de ações ocorridas no offline, como foram os casos das manifestações contra o deputado <a href="http://twitter.com/#!/search/%23forabolsonaro" target="_blank">Bolsonaro</a> e a marca <a href="http://www.midiassociais.net/2011/04/apos-polemica-nas-redes-sociais-arezzo-recolhe-produtos/" target="_blank">Arezzo</a>.</p>
<p>Todas essas ações geraram um grande número de menções. Mas grande volume é igual a quanto? Mil, dez mil, cem mil posts? Só conseguimos saber ao certo se temos um acompanhamento histórico do contexto que a ação está inserida, através de um mapeamento da situação (ex: não podemos comparar a quantidade de posts sobre moda com futebol ou novela). Sem falar que estar presente no Trending Topics não significa grande volume de posts (veja o motivo <a href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>E será que todos esses posts são favoráveis ao que se propõe? Por exemplo, será que todas as manifestações da hashtag #LulaNoCQC são favoráveis a presença do ex-presidente no programa? Vejamos alguns exemplos:<span id="more-3063"></span></p>
<p><a href="http://twitter.com/prof_kamillo/status/95849192307687424" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3093" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc4.bmp" alt="" width="277" height="97" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/prof_kamillo/status/95849192307687424" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/MichelleKiyo/status/95880394053918720" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3092" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc3.bmp" alt="" width="272" height="96" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/MichelleKiyo/status/95880394053918720" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/#!/kamii_lla/status/96075381693624320" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3091" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc2.bmp" alt="" width="263" height="108" /></a></p>
<p>Veja que, nesses três exemplos, todos não fazem referência a mobilização proposta pelo programa. Mas, observando superficialmente a hashtag, não notamos essas diferentes apropriações. Agora imagine as campanhas de marcas (exemplo: <a href="http://www.simviral.com/bem-misteriosa-da-tv-para-o-twitter/" target="_blank">Devassa e a Misteriosa</a>). Será que todas as menções sobre a campanha realmente estão favoráveis para a marca?</p>
<p>Por isso que, atualmente, o monitoramento e análise de buzz está tão em voga. Percebe-se justamente que as informações devem ser analisadas mais profundamente, afim de mensurar o sucesso (ou o fracasso) de qualquer ação de marketing.</p>
<p>Vejamos, por exemplo, uma análise de buzz sobre as transmissões dos jogos de futebol que ocorreram no <strong>dia 27 de junho</strong>, envolvendo times brasileiros. Como sabemos, a transmissão de futebol é algo atraente tanto para os anunciantes quanto para os próprios canais. <strong>Mas o que será que as pessoas dizem sobre as transmissões?</strong> A opinião dos espectadores deve ser considerada para qualquer estratégia planejada nesse contexto.</p>
<p>Durante o dia, identificamos <strong>1.184 posts</strong> que mencionavam a transmissão do jogo e o canal aonde estava assistindo.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc1.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-3115" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc1.bmp" alt="" /></a><em>Participação por canal no buzz</em></p>
<p style="text-align: left;">Olhando apenas o gráfico, pode-se concluir que a <strong>ESPN</strong> (canal pago) tem um volume maior que a Bandeirantes (canal aberto) e a internet.  Entretanto, analisando mais profundamente o buzz, percebemos que as menções sobre <strong>ESPN</strong> e <strong>Esporte Interativo</strong> vieram em decorrência da transmissão exclusiva do jogo <strong>Internacional-RS x Milan</strong>, pela Copa Audi. Percebe-se que muitas pessoas perguntaram aonde estava sendo transmitido a partida, sendo a ESPN citada diversas vezes por conta disso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/DaiaDorneles/status/96278992012836864" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3117" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc5.bmp" alt="" width="209" height="86" /></a><em>Torcedores do Inter-RS mencionando a ESPN</em></p>
<p style="text-align: left;">Já a <strong>SporTV</strong> tem uma participação expressiva no buzz por conta dos <strong>problemas técnicos</strong> enfrentados durante a partida Fluminense x Atlético-MG. Os espectadores reclamaram sobre a queda do sinal.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/tonnywashington/status/96367033628897281" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3136" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blog-dpc-2.bmp" alt="" width="211" height="84" /></a><em>Espectadores irritados com os problemas da transmissão</em></p>
<p style="text-align: left;">Com tantas opções de partidas, percebe-se que muitas pessoas optaram em acompanhar as partidas <strong>via internet</strong> por não estarem sendo transmitidas na televisão. Entretanto, a grande maioria lamentava o fato da transmissão ser &#8220;<strong>muito ruim</strong>&#8221; e deixar claro que é a &#8220;<strong>última alternativa</strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/ericmiyamoto/status/96388092101013505" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3138" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/internet2.bmp" alt="" width="217" height="86" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/ericmiyamoto/status/96388092101013505" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/tarcisiobarbosa/status/96391213145534464" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3137" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/internet1.bmp" alt="" width="213" height="83" /></a><em>A qualidade da transmissão via internet foi criticada</em></p>
<p style="text-align: left;">Nas menções sobre a <strong>Bandeirantes</strong>, percebe-se uma <strong>satisfação dos torcedores palmeirenses</strong> por conta do canal transmitir a partida Figueirense x Palmeiras.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/SuntMatheus/status/96387728240939009" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3140" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/band.bmp" alt="" width="214" height="92" /></a><em>Palmeirenses divulgaram a transmissão da partida na Bandeirantes</em></p>
<p style="text-align: left;">Apesar da grande maioria no buzz, a Globo obteve um grande volume de <strong>críticas</strong> por transmitirem o jogo <strong>Coritiba x São Paulo</strong> ao invés de Santos x Flamengo, cuja partida foi considerada um &#8220;jogão&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/_KeSs_/status/96399606505668608" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3141" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/globo1.bmp" alt="" width="202" height="92" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/_KeSs_/status/96399606505668608" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/carol_aalves/status/96392567704395777" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3142" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/Globo-2.bmp" alt="" width="197" height="94" /></a><em>Protestos contra a transmissão do jogo do São Paulo na Globo</em></p>
<p><strong>Conclusões:</strong></p>
<p>- Nem sempre a presença de um termo nos <a href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter" target="_blank">Trending Topics</a> ou nos assuntos mais comentados é 100% benéfico. Por isso que uma análise de buzz é essencial para entender o que realmente aconteceu e tirar insights para as próximas ações.</p>
<p>- Especificamente no estudo sobre as transmissões das partidas, percebe-se que a disseminação dos tweets que mencionam os canais pode ser positivo (ex: ESPN, Esporte Interativo e Bandeirantes) ou negativo (ex: Sportv, Globo e internet).</p>
<p>- No caso da internet, essa é usada como última alternativa para acompanhar os jogos que não são transmitidos na televisão. Entretanto, tem uma participação bastante expressiva no buzz (15%). Será que não é uma oportunidade para os canais televisivos melhorarem ou inovarem em suas transmissões via internet?</p>
<p>- Também se  confirma que o Twitter e a televisão são consumidos ao mesmo tempo, exemplificado pela mobilização instantânea do CQC e pelo o que aconteceu com a transmissão da Sportv, quando apresentou problemas técnicos. Os espectadores imediatamente reclamaram via Twitter e direcionaram para o perfil oficial do canal.</p>
<p><strong>UPDATE</strong>: O <a href="http://twitter.com/tarushijio" target="_blank">Tarcízio Silva</a> divulgou um excelente post sobre a relação Televisão e Mídias Sociais no grupo do <a href="http://lnkd.in/RiCXzH" target="_blank">Linkedin sobre o assunto</a>. Leia <a href="http://thenextweb.com/media/2011/04/18/how-media-check-in-apps-will-change-the-way-we-watch-tv/" target="_blank">aqui</a> (em inglês). Também há uma apresentação do Radian6 que mostra as diferentes formas de apropriação dessa relação. Veja <a href="http://www.slideshare.net/Radian6/tv-gets-social" target="_blank">aqui</a>.<br />
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		<title>Mensurando influência nas Redes Sociais: o Peer Index</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 14:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<description><![CDATA[O Peer Index se complementa ao Klout e fornece mensurações sobre autoridade em determinados assuntos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-redes-sociais-peer-index&#038;via=_dp6&#038;text=Mensurando influência nas Redes Sociais: o Peer Index&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-redes-sociais-peer-index"></g:plusone></div>
<p>O <a href="http://www.peerindex.net/" target="_blank">Peer Index</a> é um índice semelhante ao <a href="http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-no-twitter-o-indice-klout" target="_blank">Klout Score</a>, compreendendo também entre 0 a 100 e visando mensurar a influência (autoridade) de um perfil. A diferença está na abordagem: enquanto o Klout tem um foco mais geral da audiência engajada, o Peer Index busca especificar em quais assuntos o perfil tem maior autoridade. Para isso, a ferramenta se baseia na idéia de que as pessoas compartilham assuntos que  mais lhe interessam, correspondendo à afinidade e, consequentemente, autoridade sobre o assunto.</p>
<p>&#8220;<em>We believe web authority is established when we participate in  meaningful exchanges of information online. [...] We also believe that the type of information we  share reveals a lot about who we are, whom we know, and what we know &#8211;  after all, we tend to talk about the things we care about, are most  knowledgeable in, and with people interested in similar subjects</em>&#8221; (direto do FAQ do Peer Index)</p>
<p><span id="more-2567"></span></p>
<p>O Peer Index também é baseado em um tripé de métricas: <strong>Authority (Autoridade), Audience (Audiência) e Activity (Atividade)</strong>. Autoridade está ligada ao conteúdo que o perfil compartilha e engaja seu público. Audiência é o volume desse público e Atividade é a frequência de publicação de conteúdo relevante.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-21.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2569" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-21.bmp" alt="" width="249" height="245" /></a><em>As três métricas para o Peer Index</em></p>
<p>É dentro da métrica &#8220;Autoridade&#8221; que o Peer Index segmenta por assuntos, dividindo a análise em oito principais áreas:</p>
<p>- AME &#8211; Artes e entretenimento</p>
<p>- TEC &#8211; Tecnologia e internet</p>
<p>- SCI &#8211; Ciências e meio ambiente</p>
<p>- MED &#8211; Medicina e saúde</p>
<p>- LIF &#8211; Lazer e bem-estar</p>
<p>- SPO &#8211; Esportes</p>
<p>- POL &#8211; Notícias, atualidades e política</p>
<p>- BIZ &#8211; Negócios e economia</p>
<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/figura-1.bmp"><img class="aligncenter" src="../wp-content/uploads/figura-1.bmp" alt="" width="365" height="262" /></a><em>Painel de autoridade por assunto</em></p>
<p>Na figura acima, percebe-se que o perfil posta mais conteúdo sobre tecnologia e internet do que os demais assuntos. Além disso, o Peer Index identifica tópicos dentro dos oito assuntos e também as principais fontes utilizadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-31.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2571" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-31.bmp" alt="" width="491" height="129" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-41.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2572" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-41.bmp" alt="" width="488" height="125" /></a><em>Exemplos de painéis contendo os tópicos e as principais fontes de conteúdo</em></p>
<p style="text-align: left;">Entretanto, o principal problema do índice é que ele só fornece esses dados completos se o perfil for registrado na ferramenta. Digitando o perfil do jogador Neymar (<a href="http://twitter.com/njr92" target="_blank">@njr92</a>), por exemplo, encontramos apenas o seu Peer Index &#8220;estimado&#8221; e sem os detalhamentos das métricas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-5.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2575" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-5.bmp" alt="" width="451" height="107" /></a><em>Painel do perfil do Neymar e o aviso sobre os dados estimados</em></p>
<p style="text-align: left;">O Peer Index auxilia o entendimento do Klout Score, no sentido de especificar em quais assuntos o perfil tem maior influência. Para campanhas de seeding, aonde se busca atingir públicos-alvo segmentados, é essencial saber quais perfis atendem a estratégia. É mais uma ferramenta que ajuda a compreender e esclarecer a questão sobre influência em mídias sociais.</p>
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		<title>Mensurando influência no Twitter: o Índice Klout</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 05:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
		<category><![CDATA[klout]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A discussão sobre influência no Twitter ganha uma nova dimensão com o índice Klout, que considera diversas variáveis para se analisar um perfil e seu poder de influência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-no-twitter-o-indice-klout&#038;via=_dp6&#038;text=Mensurando influência no Twitter: o Índice Klout&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-no-twitter-o-indice-klout"></g:plusone></div>
<p>A discussão sobre a <a href="http://www.dp6.com.br/mensuracao-de-influencia-no-twitter" target="_blank">mensuração de influência de um perfil no Twitter</a> é longa e complexa. Longa porque acontece desde a criação do Twitter. E complexa porque ainda não existe um consenso do que é influência e o pior, de como mensurá-la. É nesse contexto que o <a href="http://klout.com" target="_blank"><strong>Klout</strong></a> se propõe a esclarecer essas questões, oferecendo um índice de 0 a 100 e que busca contemplar os principais fatores para essa mensuração.</p>
<p>No dicionário Houaiss, influência é o &#8220;<span><span><em>poder de produzir um efeito sobre os seres ou sobre as coisas, sem aparente uso da força ou de autoritarismo</em>&#8220;. No próprio Klout, a definição é semelhante e contextualizada para a web: &#8220;</span></span><em>We (Klout) believe that influence is the ability to drive people to action &#8212;  &#8220;action&#8221; might be defined as a reply, a retweet, a comment, or a click</em>&#8221; (&#8220;Nós acreditamos que influência é a habilidade de convencer as pessoas a agir &#8211; agir pode ser definido como um reply, um retweet, um comentário ou um clique&#8221;). Tomando por base essa definição, podemos entender o motivo da formação do tripé do índice Klout: <strong>True Reach</strong>, <strong>Amplification Probability</strong> e <strong>Network Influence</strong>.</p>
<p><span id="more-2390"></span><strong>True Reach</strong> (Real Alcance) é o tamanho de sua audiência engajada. Basicamente, o Klout elimina os perfis falsos, inativos ou provedores de spam e calcula o volume de perfis que realmente você pode exercer influência. Ele é fornecido em número bruto e leva em consideração o número de seguidores, de seguidores mútuos, total de retweets, a razão seguidores/seguidos, total de mentions e de listas incluídas.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/truereach.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2392" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/truereach.bmp" alt="painel de True Reach width="377" height="143" /></a><em>Exemplo do painel de True Reach</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Amplification Probability</strong> (Probabilidade de amplificação) é a probabilidade do conteúdo do perfil ser disseminado pelos seus seguidores ou até mesmo iniciar uma conversa. O Klout considera três pilares principais para essa métrica: <strong>engajamento, velocidade de propagação e volume de atividade</strong>. Engajamento, basicamente, é a interação entre o perfil e os seguidores. Velocidade de propagação considera a rapidez que o conteúdo é disseminado e se esse atinge outras redes, fora do círculo de seguidores. Volume de atividade mede se a frequência de postagem é a ideal para a audiência e se os posts geram novos seguidores.</p>
<p style="text-align: left;">Seguindo o conceito de influência do Klout e do Houaiss, Amplification Probability é a métrica mais interessante para considerarmos pois, basicamente, mede a <strong>resposta dos seguidores perante o conteúdo do perfil</strong>, valorizando a distinção de &#8220;<strong>amplificadores únicos</strong>&#8220;, que é semelhante a métrica de &#8220;visitantes únicos&#8221; no <a title="Web analytics" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/web-analytics">web analytics</a>. Ou seja, basicamente, o <strong>Amplification Probability está interessado em saber se o conteúdo está gerando interação na rede de seguidores do perfil e se é disseminado em outras redes</strong>. Tanto é que, nos fatores que o compõem, temos o volume de retweets únicos (dados por perfis diferentes), número de mensagens que foram retweetadas, volume de perfis únicos que mandaram reply e a razão entre seguidores que deram retweet sobre o volume total de seguidores.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/amplification.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2393" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/amplification.bmp" alt="painel de Amplification Probability" width="399" height="154" /></a><em>Exemplo de painel de Amplification Probability</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Network Influence</strong> (Influência da Rede) é a influência da audiência engajada do perfil. Apesar de também considerar a influência geral dos seguidores, ele dá mais peso aos seguidores que interagem com o perfil, seja via mentions, replys, retweets e inclusões em listas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/networkscore.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2394" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/networkscore.bmp" alt="painel de Network Influence" width="379" height="148" /></a><em>Exemplo de painel de Network Influence</em></p>
<p style="text-align: left;">Com o valor das três métricas, o Klout monta o índice geral, o <strong>Klout Score</strong>. Além disso, ele também classifica o perfil entre 16 categorias (Klout Styles): <strong>Observer, Explorer, Activist, Specialist, Dabbler, Conversationalist, Socializer, Networker, Syndicator, Feeder, Thought Leader, Pundit, Curator, Broadcaster, Taste Maker e Celebrity</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/score.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2397" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/score.bmp" alt="perfil do Klout no Twitter" width="350" height="177" /></a><em>Exemplo do Klout Score do perfil do Klout no Twitter</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/kloutstyle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2399" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/kloutstyle.jpg" alt="" width="363" height="411" /></a>As categorias do Klout Style e os respectivos quadrantes (visto <a href="http://tarciziosilva.com.br/blog/tag/klout/" target="_blank"></a><a href="http://hmckie.files.wordpress.com/2011/03/klout-influence-matrix.jpg" target="_blank">aqui</a>)<br />
</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/kloutclassification.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2395" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/kloutclassification.bmp" alt="" width="392" height="409" /></a><em>Um exemplo de painel do Klout Style, comparando os principais seguidores do perfil do @Klout<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;">É importante ressaltar que o Klout valoriza mais a qualidade das interações do que o volume de seguidores de um perfil. E isso conseguimos visualizar em uma análise comparativa, como no exemplo abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/tabelacomparativaklout.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2401" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/tabelacomparativaklout.bmp" alt="" width="440" height="223" /></a><em>Painel com 12 perfis oficiais de times de futebol brasileiros, com as métricas do Klout e o volume de seguidores</em></p>
<p style="text-align: left;">Percebe-se que, mesmo com um volume maior de seguidores, o perfil do Corinthians possui um Klout Score menor que perfis com menos seguidores, como o do Grêmio e do Vasco da Gama. Também se percebe que o Amplification Probability (A.P.) possui uma correlação com o Klout Score, pois os perfis com maiores A.P. são os que possuem maiores índices.</p>
<p style="text-align: left;">Apesar de oferecer as três métricas e uma classificação do tipo de perfil (Klout Style), a principal crítica que existe sobre o Klout é a forma de cálculo desses valores, já que ele não explica exatamente como os realiza e apenas cita os fatores que os influenciam. Isso acaba causando problemas na determinação do índice e <a href="http://www.pmorganbrown.com/2010/11/brands-beware-my-klout-score-is-a-farce/" target="_blank">questionamentos sobre os resultados</a>. Entretanto, o Klout anda recebendo cada vez mais notoriedade e adesão por parte das <a href="http://mashable.com/2010/06/21/virgin-america-klout-influencers/" target="_blank">grandes companhias</a> e <a href="http://mashable.com/2010/01/01/twitter-influential-topics/" target="_blank">meios especializados</a>, ganhando atenção do <a href="http://mashable.com/2010/11/17/twitter-reputation-scores/" target="_blank">próprio Twitter</a>, de <a href="http://klout.com/blog/2011/05/gnip-twitter-data-now-with-klout/" target="_blank">outras empresas de T.I.</a> e de fundos de investimentos.</p>
<p style="text-align: left;">Por enquanto, é o índice mais usado para se mensurar influência no Twitter, sendo também utilizado para analisar perfis de Facebook e com pretensões para perfis de Linkedin e Foursquare. Com uma integração entre essas redes, esperamos que seja possível uma análise mais sofisticada, com novas métricas que agreguem essas novas redes. Mas ainda tem muitas novidades para chegar.</p>
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<li><a href="http://www.dp6.com.br/a-visao-direct-performance-de-buzz-intelligence-inspirada-por-paul-mccartney">A visão dp6 de Buzz Intelligence, inspirada por Paul McCartney</a></li>
</ul>
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		<title>Ferramentas para Analisar os Trending Topics do Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 17:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Complementando o post do Marco Cardozo sobre o funcionamento dos Trending Topics, agora apresentamos as principais ferramentas para a análise dos Trending Topics do Twitter. Antes de mais nada, é importante ressaltar a grande dificuldade que existe para se ter um registro histórico dos TTs, principalmente para uma análise qualitativa. Basicamente, as ferramentas ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter&#038;via=_dp6&#038;text=Ferramentas para Analisar os Trending Topics do Twitter&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter"></g:plusone></div>
<p>Complementando o post do Marco Cardozo sobre <a href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter" target="_blank">o funcionamento dos Trending Topics</a>, agora apresentamos as principais ferramentas para a análise dos Trending Topics do Twitter. Antes de mais nada, é importante ressaltar a grande dificuldade que existe para se ter um registro histórico dos TTs, principalmente para uma análise qualitativa. Basicamente, as ferramentas ou possuem uma boa base quantitativa e histórica dos Trending Topics, só que sem detalhamentos qualitativos, ou possuem uma boa cobertura qualitativa, mas sem um registro histórico. É 8 ou 80. Sendo assim, é importante cruzarmos as diversas ferramentas para que possamos extrair as melhores análises possíveis.</p>
<p><span id="more-2036"></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2039" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/twend" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2039" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/twend.png" alt="Twend.it" width="260" height="130" /></a></p>
<p><a href="http://twend.it" target="_blank">Twend.it</a> registra os Trending Topics Mundiais desde Maio de 2010 e, recentemente, começou a registrar os TTs por país, como o Brasil. Apresenta quais os dias que o termo entrou nos TTs e qual foi o período que permaneceu. Também mostra uma lista dos quinze últimos tweets contendo o termo.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2041" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/figura-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-2041" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-2.bmp" alt="Exemplo de painel do Twend.it" width="353" height="161" /></a><em>Exemplo de painel do Twend.it, sobre o termo &#8220;Rebecca Black&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">No exemplo acima, percebemos que &#8220;Rebecca Black&#8221; permaneceu nos Trending Topics mundial durante os dias 13 a 22 de Março e durante o dia inteiro. Já no dia 23, ficou nos TTs durante 70% do dia e, no dia 24, não entrou. No dia 25, ficou um pouco mais da metade do dia e, nos dias 26 a 28, ficou por um período mais curto.</p>
<p style="text-align: left;">Essa visão que o Twend.it nos fornece é importante para entendermos o contexto e direcionarmos melhor as análises de buzz. Entretanto, o Twend.it não segmenta os &#8220;<a href="http://support.twitter.com/articles/489553-o-que-s-xe3-o-as-tend-xea-ncias-promovidas" target="_blank">Promoted Topics</a>&#8220;, ou seja, não conseguimos distinguir se o termo entrou nos TTs por espontaneidade ou porque foi promovido, o que dificulta a análise. Além disso, o registro histórico é muito recente, principalmente para o Brasil. Muitos termos que fizeram sucesso, como #putafaltadesacanagem, não foram catalogados.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><a rel="attachment wp-att-2038" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/trendistic" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2038" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/trendistic.png" alt="Trendistic" width="500" height="55" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Outra boa referência, na mesma linha do Twend.it, é o <a href="http://trendistic.com/" target="_blank">Trendistic</a>. A diferença é que o Trendistic não se refere especificamente aos Trending Topics e sim no percentual que o termo representou perante o volume geral de menções. Além disso, você pode determinar qual período gostaria de ver (desde as últimas 24 horas ou nos últimos 7, 30, 90 ou 180 dias).</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2044" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/figura-4"><img class="aligncenter size-full wp-image-2044" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-4.bmp" alt="Exemplo de painel do Trendistic" width="407" height="125" /></a><em>Exemplo de painel do Trendistic, utilizando como base &#8220;Rebecca Black&#8221; nos últimos 30 dias<br />
</em></p>
<p>A principal diferença entre ele e o Twend.it, é que esse apresenta uma visão menos limitada e específica dos Trending Topics: sabemos exatamente quando um termo entrou nos TTs. Com o Trendistic, não temos essa informação, porém, não ficamos &#8220;presos&#8221; ao período que o termo ganhou destaque: podemos visualizar a sua performance nos últimos 180 dias.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2083" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/whatthetrend-2" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2083" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/whatthetrend1.png" alt="What the Trend" width="522" height="90" /></a>O <a href="http://www.whatthetrend.com" target="_blank">What The Trend</a> é a ferramenta que pertence ao segundo grupo (ferramentas qualitativas). Não tem gráficos de desempenho e se foca mais nos assuntos que giram em torno do termo no Trending Topics. Também tem um registro histórico dos vinte TTs mais duradouros nos últimos 30 dias. Entretanto, para o registro completo e segmentado por países, é necessário assinar o <a href="http://whatthetrend.com/pro/signup" target="_blank">pacote Pro</a>, que oferece também uma visão mais aprofundada.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2092" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/figura-3"><img class="aligncenter size-full wp-image-2092" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-3.bmp" alt="" width="486" height="139" /></a><em>Exemplo de painel do What The Trend (extraído dia 15/04/2011)</em></p>
<p style="text-align: left;">Um aspecto bacana do What The Trend é que ele não se limita apenas aos tweets, mas também em posts de blogs e notícias, ampliando o espectro de compreensão do termo. Além disso, ele se baseia na colaboração dos usuários para definir os termos em evidência, oferecendo recompensas (badges) para os que mais contribuírem corretamente nas definições. Alguns programas, como o TweetDeck, utilizam o What The Trend para explicar os Trending Topics do momento.</p>
<p style="text-align: left;"><a rel="attachment wp-att-2037" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/knowyourmeme"><img class="aligncenter size-full wp-image-2037" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/knowyourmeme.png" alt="" width="300" height="29" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O <a href="http://www.knowyourmeme.com" target="_blank">Know Your Meme</a> é um site que registra os principais fenômenos (<em>memes</em>) da internet. E, como geralmente esses fenômenos são Trending Topics, o site acaba servindo como uma &#8220;enciclopédia&#8221; para sabermos mais detalhes, origens e curiosidades que possam ser utilizados para as análises.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2093" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/figura-6"><img class="aligncenter size-full wp-image-2093" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-6.bmp" alt="" width="469" height="266" /></a><em>Descrição de Rebecca Black no Know Your Meme</em></p>
<p style="text-align: left;">Para encerrar o post, o Youtube lançou o recurso <a href="http://www.youtube.com/trendsdashboard" target="_blank">Youtube Trends Dashboard</a>, aonde ele lista os vídeos que mais estão sendo compartilhados ou vistos no momento. Dá para filtrar por país, por gênero e por idade, além de permitir diversas comparações dentro desses segmentos.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2094" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/youtubetrends"><img class="aligncenter size-full wp-image-2094" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/youtubetrends.bmp" alt="" width="498" height="252" /></a><em>Painel do Youtube Trends Dashboard, segmentado por Brasil e extraído no dia 15/04/2011</em></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Analisar Trending Topics é uma tarefa complicada, mas essas ferramentas podem ajudar bastante nessa empreitada.</p>
<p>Agradecimentos ao <a href="http://www.dp6.com.br/author/marcosfernandes" target="_blank">Marcos Fernandes</a>, pela ajuda na produção do post.<br />
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</ul>
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		<title>Afinal, como funciona o Trending Topics do Twitter?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 01:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Cardozo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Embora o Twitter seja uma rede social mais do que consolidada (completou 5 anos no dia 21/3/2011 e tem mais de 460 mil novas contas criadas diariamente, além de  140 milhões de tweets/dia), ainda há muita confusão sobre o que realmente são os ‘tópicos da tendência’ e qual o seu funcionamento. Afinal, como funciona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter&#038;via=_dp6&#038;text=Afinal, como funciona o Trending Topics do Twitter?&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Embora o Twitter seja uma rede social mais do que consolidada (completou 5 anos no dia 21/3/2011 e tem mais de 460 mil novas contas criadas diariamente, além de  140 milhões de tweets/dia), ainda há muita confusão sobre o que realmente são os ‘tópicos da tendência’ e qual o seu funcionamento. Afinal, como funciona o Trending Topics do Twitter?</p>
<p>Muitos acreditam que os TT´s são os termos mais postados no Twitter, quando na verdade são as palavras que possuem um maior crescimento exponencial momentâneo, isto é, atingem o maior volume durante determinado período. Por exemplo: em um domingo com jogos de futebol a serem transmitidos, a probabilidade de o grande jogo da rodada aparecer nos tópicos de tendência, ou ao menos o nome de um dos times, é muito grande, pois muitos usuários tem o hábito de comentar os gols, jogadas e fazer brincadeiras sobre os times na rede social durante a partida, atingindo um maior crescimento durante o período da partida.<span id="more-1842"></span></p>
<p>Acontecimentos como o Oscar, <a title="Oscar 2011" href="http://www.dp6.com.br/um-primeiro-estudo-de-buzz-intelligence-sobre-a-cerimonia-do-oscar-2011" target="_blank">citado em post recente do blog</a>, são muito propícios em aparecer nos Trending Topics por se tratarem de algo momentâneo e que geram discussões e comentários, onde as pessoas gostam de expressar suas opiniões, e o Twitter foi desenvolvido exatamente para isso. Segundo definição da própria ferramenta, “O Twitter é ligado às notícias mais recentes e aos acontecimentos do momento, e os nossos Tópicos da Tendência identificam estes assuntos e os tornam imediatamente popular, para ajudar as pessoas a descobrir mais sobre as ‘últimas notícias’ e os assuntos mais falados no mundo todo”.</p>
<p>Além dos casos sazonais, devido a alta adesão do público jovem à ferramenta, muitos assuntos <em>teens</em> como ‘Justin Bieber’ aparecem com grande frequência entre os TT´s, pois qualquer novo acontecimento relacionado aos seus ídolos da mídia/música são amplamente comentados nos tweets, transformando-se em um trending topic.</p>
<p><strong>E onde a hashtag (#) entra nessa história?</strong></p>
<p>Os marcadores servem para identificar as palavras-chave da &#8220;tweetada&#8221; de maneira a facilitar que os demais usuários encontrem os termos. Ao clicar em uma palavra marcada, você verá todas as tweetadas relacionadas a elas. Exemplo recente de utilização de um termo marcado foi o “#prayforjapan”, que identificava os tweets de apoio e solidariedade ao país.</p>
<div id="attachment_1843" class="wp-caption aligncenter" style="width: 295px"><a rel="attachment wp-att-1843" href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter/prayforjapan"><img class="size-medium wp-image-1843" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/prayforjapan-285x300.jpg" alt="" width="285" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">Resultados de busca com o marcador para #prayforjapan</p>
</div>
<p>Essa maneira de marcar os termos principais caiu nas graças dos usuários e frequentemente identificamos essas marcações entre os Trending Topics, como no dia mundial da água (22 de março) onde 2 termos aparecem entre os tópicos de tendência: #diamundialdaagua e #diadaagua, ambos identificados com a tag.</p>
<p>Porém, vale ressaltar que não é necessária a utilização do marcador para que o termo apareça entre as tendências. A imagem abaixo mostra que temos também termos sem a sua utilização.</p>
<div id="attachment_1844" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-1844" href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter/tts"><img class="size-medium wp-image-1844" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/tts-300x127.jpg" alt="" width="300" height="127" /></a>
<p class="wp-caption-text">Demonstração dos tópicos de tendência com e ser marcadores</p>
</div>
<p><strong>Tópicos e Tendências promovidas</strong></p>
<p>Em 2010 o Twitter lançou seu ‘Promoted Topics’, tweetadas de marcas e empresas que surgem na primeira posição entre as buscas feitas por assuntos relacionados. É uma ação muito próxima do que encontramos em estratégias de SEM, onde temos o ‘anúncio’ (tweetada, no Twitter) identificado como propaganda &#8211; no caso do Twitter, um ícone ‘Promoted’ &#8211; e que aparece antes dos demais, considerados ‘orgânicos’.</p>
<p>Tal serviço se estende também para os tópicos de tendência e, por isso, merece destaque nesse post. Para ser uma tendência promovida o assunto deve ter um nível mínimo de popularidade no Twitter, ainda que não ao ponto de aparecer nos TT´s de forma espontânea.</p>
<p>Dessa maneira, estar entre os TT´s é algo próximo de uma propaganda de determinada palavra, pois usuários que não tem conhecimento do termo muitas vezes pesquisam o porque de ele estar entre as tendências daquele instante e, se gostarem, começam a acompanhar e promover ainda mais, atingindo o objetivo da ferramenta. Vejam todos os detalhes sobre o &#8220;trending Topic Promoted&#8221; no <a title="O que são TT's Promoted?" href="http://support.twitter.com/articles/489553-o-que-s-xe3-o-as-tend-xea-ncias-promovidas" target="_blank">Twitter Help Center</a>!<br />
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		<title>Um primeiro estudo de Buzz Intelligence sobre a cerimônia do Oscar 2011</title>
		<link>http://www.dp6.com.br/um-primeiro-estudo-de-buzz-intelligence-sobre-a-cerimonia-do-oscar-2011</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 17:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Magrão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet &#8220;&#8230;and the Oscar goes to&#8230;&#8221; No dia 27 de Fevereiro de 2011 ocorreu um dos eventos mais esperados do ano, que ocupou várias posições nos Trending Topics do Twitter, a 83a edição do Oscar. Mais uma vez a Direct Performance em parceria com o Scup desenvolveu um estudo completo de Buzz Intelligence para acompanhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/um-primeiro-estudo-de-buzz-intelligence-sobre-a-cerimonia-do-oscar-2011&#038;via=_dp6&#038;text=Um primeiro estudo de Buzz Intelligence sobre a cerimônia do Oscar 2011&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/um-primeiro-estudo-de-buzz-intelligence-sobre-a-cerimonia-do-oscar-2011"></g:plusone></div>
<blockquote><p><strong><em>&#8220;&#8230;and the Oscar goes to&#8230;&#8221;<a rel="attachment wp-att-1757" href="http://www.dp6.com.br/um-primeiro-estudo-de-buzz-intelligence-sobre-a-cerimonia-do-oscar-2011/oscar2-2"><img class="size-full wp-image-1757 alignright" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/oscar21.png" alt="Estudo de Buzz do Oscar 2011" width="256" height="256" /></a></em></strong></p></blockquote>
<p>No dia 27 de Fevereiro de 2011 ocorreu um dos eventos mais esperados do ano, que ocupou várias posições nos <em>Trending Topics</em> do <em>Twitter</em>, a <strong>83a edição do Oscar</strong>. Mais uma vez a <a title="dp6" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/business-intelligence"><strong>Direct Performance</strong></a> em parceria com o <strong>Scup </strong>desenvolveu um estudo completo de <strong>Buzz Intelligence</strong> para acompanhar a repercussão nas <a title="Buzz" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/buzz-intelligence">Mídias Sociais</a>.</p>
<p>Divulgamos aqui os primeiros resultados, nos quais buscamos saber quais eram os preferidos, quais eram os maiores merecedores das estatuetas, quais aqueles que o público gostaria que ganhassem.</p>
<p>Reforçamos nesse estudo a certeza da necessidade de análises qualitativas, para se compreender as diferentes distribuições de sentimento em cada categoria, em cada recorte. Também desenvolvemos, de modo simples, uma metodologia para que pudéssemos realizar a análise sob o recorte de gênero. Com isso, aprendemos um pouco mais sobre como monitorar um evento de tamanha repercussão.</p>
<p><span id="more-1735"></span>Preparem a pipoca!</p>
<div style="width:425px" id="__ss_7287837"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/directperformance/os-preferidos-do-oscar-2011-nas-redes-sociais" title="Os preferidos do Oscar 2011 nas redes sociais">Os preferidos do Oscar 2011 nas redes sociais</a></strong><object id="__sse7287837" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=preferidososcar2011-110316175018-phpapp02&#038;stripped_title=os-preferidos-do-oscar-2011-nas-redes-sociais&#038;userName=directperformance" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed name="__sse7287837" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=preferidososcar2011-110316175018-phpapp02&#038;stripped_title=os-preferidos-do-oscar-2011-nas-redes-sociais&#038;userName=directperformance" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></div>
<p>Em um próximo estudo, apresentaremos uma análise das opiniões sobre os apresentadores, os canais de transmissão e outras curiosidades que rondaram o &#8220;tapete vermelho&#8221;.<br />
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</ul>
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		<title>A visão dp6 de Buzz Intelligence, inspirada por Paul McCartney</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 18:16:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Baio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[Indicadores e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet &#8220;&#8230; close your eyes and I&#8217;ll tweet you, tomorrow I&#8217;ll feed you. Remember I&#8217;ll always be true &#8230;&#8221; O ano de 2010 chegou a seu fim, com diversos momentos marcantes, que foram, mais do que nunca, acompanhados, narrados e comentados através das redes sociais. Nós, da Direct Performance, estivemos presentes em vários desses momentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/a-visao-direct-performance-de-buzz-intelligence-inspirada-por-paul-mccartney&#038;via=_dp6&#038;text=A visão dp6 de Buzz Intelligence, inspirada por Paul McCartney&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/a-visao-direct-performance-de-buzz-intelligence-inspirada-por-paul-mccartney"></g:plusone></div>
<p><strong>&#8220;&#8230; close your eyes and I&#8217;ll t<em>weet</em> you, tomorrow I&#8217;ll f<em>eed</em> you. Remember I&#8217;ll <em>always be true</em> &#8230;&#8221;</strong></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1658" title="O show de Paul McCartney no Brasil visto pelo Twitter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/buzz-twitter-show-paul-mccartney-300x236.png" alt="Buzz - O show de Paul McCartney no Brasil visto pelo Twitter" width="300" height="236" /></p>
<p>O ano de 2010 chegou a seu fim, com diversos momentos marcantes, que foram, mais do que nunca, acompanhados, narrados e comentados através das redes sociais. Nós, da Direct Performance, estivemos presentes em vários desses momentos e aproveitamos essa virada de ano para apresentar um <a href="http://paulmccartney.directperformance.com.br/" target="_blank">estudo de Buzz Intelligence sobre o show do Paul McCartney no Brasil</a>. O estudo é uma parceria entre Direct Performance, <a href="http://www.scup.com.br" target="_blank">Scup</a> e <a href="http://www.cog-ignition.com" target="_blank">Cog-Ignition</a>.</p>
<p>Mais do que isso, gostaríamos de utilizar este exemplo prático para apresentar nossa visão sobre o tema, comentar um pouco da realidade atual quando o assunto é <a title="Monitorar redes sociais" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/buzz-intelligence">monitoramento de mídias sociais</a>, e discutir tendências e rumos a serem tomados pelo mercado.</p>
<p><span id="more-1643"></span></p>
<p><strong>1- A definição de KPI&#8217;s é essencial e escopo abrangente nem sempre é a melhor escolha.</strong></p>
<p>O universo de posts, opiniões, e assuntos disseminados nas mídias sociais já é enorme, e tende a ficar cada dia maior. As empresas vem enxergando cada vez mais a necessidade de monitorar esses meios, mas muitas vezes se vêem perdidas num volume absurdo de informações, e acaba sendo difícil perceber o que é relevante e o que não é dentro desse universo.</p>
<p>Quem já acompanha o blog da Direct Performance há algum tempo, sabe o quanto já batemos na tecla da importância da definição de KPI&#8217;s para um projeto de <a title="business intelligence" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/business-intelligence">BI</a>, e não importa se estamos falando de <a title="Web Analytics" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/web-analytics">Web Analytics</a> ou de Buzz Intelligence. A definição de KPI&#8217;s impacta seriamente na qualidade da entrega final e, mais do que isso, no custo do projeto.</p>
<p>2010 foi o ano em que a maioria das empresas procuraram entender o panorama geral de sua marca nas redes sociais, muitas vezes optando por projetos de escopo abrangente e KPI&#8217;s ainda vagos. A tendência é que, com esse mapeamento preliminar e um planejamento bem feito baseado no que já aconteceu, os objetivos fiquem cada vez mais claros, o escopo mais fechado e, consequentemente, os resultados mais focados e úteis para o cliente.</p>
<p>No nosso projeto para o show do Paul, enfrentamos um processo muito parecido. Trabalhamos com um universo de aproximadamente 180 mil posts, mas não conseguiríamos fazer nada com esses dados sem antes fazermos as perguntas certas. Algumas dessas perguntas foram: qual é a diferença na dinâmica do buzz com e sem a influência da mídia offline?  Como se comportam os posts daqueles que estão no show quando comparado aos que não estão presentes? Com as perguntas certas, vemos que nosso objetivo neste caso não é medir a aprovação do show, mas sim identificar tendências de buzz sobre grandes acontecimentos. Dessa forma, conseguimos encontrar um corte menor para a análise, e passamos a contar apenas com os posts realizados durante as horas dos shows.</p>
<p><strong>2- A análise humana é essencial</strong></p>
<p>Vemos, cada dia mais, possíveis soluções para classificação automática de posts. Sim, todos nós torcemos para que um dia esta seja uma realidade possível. Mas não podemos ser ingênuos. A visão humana ainda é fundamental, tanto na classificação de posts quanto na análise de dados.</p>
<p>No nosso projeto de Paul McCartney, por exemplo, procuramos separar os posts das pessoas que estavam no show dos posts das pessoas que não estavam. Mas diversos &#8220;poréns&#8221; existem: Poucos os que postam de seus celulares tem ativa a função de geolocalização no aparelho. Logo não podemos contar totalmente com esses dados. Por outro lado, nem todos os que postam do celular estão no show. E para piorar, muitas vezes quem postava de casa tinha um comportamento bem parecido ao de quem postava do estádio. Um exemplo: o post &#8220;E agora, Paul está tocando All My Loving&#8221; pode ser feito tanto do estádio quanto de um celular, em frente à TV.</p>
<p>Como lidar com tantas variáveis? O trabalho de separação desses posts levou em conta diversos fatores, como dispositivo de onde se postou, conteúdo do post, horário em que foi postado, entre outros. No caso de &#8220;All my loving&#8221;, tivemos que analisar, mais do que conteúdo, o horário de postagem para saber a origem do post.</p>
<p>Aqui, novamente fazendo um paralelo com webanalytics, acreditamos na regra 90/10 do mestre Avinash. Talvez não levando ao pé da letra, mas tirando dela a lição de que, para ter um trabalho de monitoramento que gera bons insights a partir dos dados levantados, é necessário uma equipe altamente capacitada, desde a estruturação de um projeto até a análise do buzz. Sem essas pessoas, os dados na sua ferramenta dificilmente falarão sozinhos.</p>
<p><strong>3- A curiosidade e a diversão movem o negócio</strong></p>
<p>Para finalizar esse post de abertura do ano de 2011, o fato que resume tudo o que já foi previamente dito: Estamos falando de pesquisa, de investigação, de um trabalho realizado por pessoas e movido pelas perguntas certas. Consequentemente, um trabalho movido pela curiosidade de descobrir, que por sua vez só existe quando há prazer no que se faz. Foi isso que nos incentivou a realizar este estudo e é isso o que nos move todos os dias.</p>
<p>That&#8217;s all folks <img src='http://www.dp6.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
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		<title>A importância do Business Intelligence para a análise de Buzz</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 02:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[BI]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet “Agora, as pessoas podem produzir conteúdo. O marketing teve que rever seus conceitos. O digital trouxe novos tempos para a comunicação, etc”. Toda essa falácia já nos é bem conhecida. Entretanto, uma das frases pertencentes a esse grupo de lugar comum será o foco do post: “vivemos na era da informação”. A frase tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/a-importancia-do-business-intelligence-para-a-analise-de-buzz&#038;via=_dp6&#038;text=A importância do Business Intelligence para a análise de Buzz&#038;related=dp6:&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-do-business-intelligence-para-a-analise-de-buzz"></g:plusone></div>
<p>“<em>Agora, as pessoas podem produzir conteúdo. O marketing teve que rever seus conceitos. O digital trouxe novos tempos para a comunicação, etc</em>”. Toda essa falácia já nos é bem conhecida. Entretanto, uma das frases pertencentes a esse grupo de lugar comum será o foco do post: “<strong>vivemos na era da informação</strong>”.</p>
<p>A frase tem diversos sentidos, mas o principal pressuposto dela é que vivemos em um mundo com excesso de informações, sendo difícil filtrar e selecionar o que é relevante. E, dentro desse caos, saber utilizar e escolher as informações certas no tempo certo transforma-se em diferencial competitivo no atual mercado global. É nesse ponto que o Business Intelligence se constrói.</p>
<p><span id="more-1545"></span>“<em>Business Intelligence refere-se às habilidades das corporações em ter acesso aos dados e explorar informações, analisando-as e desenvolvendo percepções e entendimentos a seu respeito, o que lhes permite incrementar e tornar mais pautada em informações a tomada de decisão” – Gartner Group, tradução na Wikipedia.</em></p>
<p>Basicamente, o <strong>Business Intelligence (B.I.)</strong> trabalha com a visualização das informações, ou seja, organiza e produz formas de se ter a melhor visão possível dos dados, visando gerar insights e estratégias para os negócios. Agora, é só juntar B.I. com o mundo das mídias sociais para entender do que iremos falar.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl>
<dt style="padding-left: 120px;"><a rel="attachment wp-att-1546" href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-do-business-intelligence-para-a-analise-de-buzz/figura1"><img class="size-full wp-image-1546" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura1.jpg" alt="" width="320" height="205" /></a></dt>
<dd></dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: center;"><em>Business Intelligence é o monitor do que acontece nas mídias sociais</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p>Eu assemelho a importância do B.I. nas mídias sociais com o papel do mapa para as explorações na época das grandes navegações. Após explorar e coletar as informações na América, o mapa era primordial para obter a visão global daquele novo mundo que se descobrira e, principalmente, para que os <strong>reinos ibéricos pudessem tomar decisões para colonizar as terras descobertas</strong>.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1547" href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-do-business-intelligence-para-a-analise-de-buzz/figura2"><img class="aligncenter size-full wp-image-1547" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura2.png" alt="" width="286" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Mapa: um dashboard em papel</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p>Por isso que, nesse infinito mundo da Web, ter um “mapa” (dashboard) das informações relevantes é um grande diferencial competitivo. E, no caso de análise de Buzz, traçar esse mapa é uma tarefa complicada, mas que traz resultados impressionantes.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1548" href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-do-business-intelligence-para-a-analise-de-buzz/figura3"><img class="aligncenter size-full wp-image-1548" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura3.bmp" alt="" width="511" height="289" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Uma simples busca pelo termo “internet” no Twitter mostra que, em média, surgem 150 posts em português por minuto.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p>A tarefa é complicada porque o volume de dados é gigantesco e desorganizado. No exemplo acima, o termo “internet” gera posts com diferentes assuntos, desde reclamações de velocidade até mesmo comentários sobre e-commerce. Uma empresa provedora de banda larga, se tivesse uma organizada visualização das informações contidas nessa busca do Twitter, descobriria as principais reclamações e necessidades dos internautas, podendo encontrar oportunidades e estratégias de negócio.</p>
<p>Ou seja, podemos dizer que o buzz (= <em>conteúdo gerado por usuários em tweets, blogs, vídeos, etc</em>.) possui informações valiosas sobre o que as pessoas realmente pensam sobre as marcas e o que necessitam ou procuram no mercado. Entretanto, o grande problema é coletar, concentrar e organizar as informações. Para isso que existem as <strong><a href="http://www.midiassociais.net/2010/04/8-ferramentas-para-monitorar-midias-sociais/" target="_blank">ferramentas de coleta e monitoramento das mídias sociais</a>.</strong></p>
<p>É importante esclarecer que o B.I. para a análise de buzz é um processo dinâmico e de contínuo aperfeiçoamento. Muitos pensam que, tendo a ferramenta em mãos e coletando as informações, as dificuldades se acabaram. Porém, essa tarefa apenas traz o caos para a tela do computador. O passo mais importante é analisar e encontrar as informações mais relevantes e estratégicas para os objetivos da empresa. É nisso que entra o conhecimento humano, pois apenas o próprio ser humano sabe lidar com conteúdo gerado por seres humanos.</p>
<p>Nesse caso, as ferramentas de monitoramento podem oferecer diversas interfaces de dashboard para a base de análise. E, geralmente, também permitem vários cruzamentos de informações, em busca de tendências, idéias e insights. Por isso que a escolha da ferramenta é o passo crucial para o B.I. em Buzz, pois toda análise vai depender dos dados coletados e dos dashboards que se podem formar.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1549" href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-do-business-intelligence-para-a-analise-de-buzz/figura4"><img class="aligncenter size-full wp-image-1549" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura4.bmp" alt="" width="398" height="198" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Exemplo de dashboard, onde se visualiza o volume de posts por dia. Tirado do <a href="http://www.scup.com.br" target="_blank">Scup</a>. </em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p>Atualmente, existe o conceito de <a href="http://computerworld.uol.com.br/gestao/2010/12/15/bem-vindo-a-era-do-business-analytics-ou-ba" target="_blank"><strong>Business Analytics (B.A.)</strong></a>, em que, no caso de análise de Buzz, traz a idéia de análise em tempo real, ou seja, um acompanhamento quantitativo e qualitativo das informações produzidas nas mídias sociais no momento que elas surgem. Em tempos de informações rápidas e efêmeras, o B.A. só traz à tona uma necessidade do mercado.</p>
<p>Acredito que já passamos da fase de negar a importância das mídias sociais para as empresas, como demonstra o <strong><a href="http://www.deloitte.com/view/pt_BR/br/perspectivas/estudosepesquisas/19e510b00f4d8210VgnVCM100000ba42f00aRCRD.htm" target="_blank">relatório da Deloitte desse ano</a></strong>. Agora o próximo passo é tirar proveito de todos os recursos presentes no mercado e se preparar para os resultados que virão.<br />
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<li><a href="http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-redes-sociais-peer-index"><!--:pt-->Mensurando influência nas Redes Sociais: o Peer Index<!--:--></a></li>
<li><a href="http://www.dp6.com.br/uma-metodologia-qualitativa-para-buzz-intelligence-o-indice-de-buzz"><!--:pt-->Uma metodologia qualitativa para Buzz Intelligence: o Índice de Buzz<!--:--></a></li>
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