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	<title>Direct Performance agora é dp6. &#187; Social Media</title>
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	<description>Crescemos, mudamos e agora a Direct Performance se tornou dp6, uma empresa do grupo digital INC.</description>
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		<title>Utilizando a geolocalização para a análise de buzz</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 22:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[buzz intelligence]]></category>
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		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A análise geolocalizada de buzz pode oferecer importantes insights para a melhoria de serviços e produtos em cada região de atuação, mas possui limitações que devem ser consideradas.]]></description>
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<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/utilizando-a-geolocalizacao-para-a-analise-de-buzz"></g:plusone></div>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><a href="http://www.cafedigitaljf.com.br/2012/04/cafe-digital-2012-2-geolocalizacao.html"><img class="size-full wp-image-5389 aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/geolocalização.jpeg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Quando lemos geolocalização associada ao universo de mídias sociais, logo surge o <a href="http://foursquare.com" target="_blank"><strong>Foursquare</strong></a> em nossa lembrança. Não é à toa: além de ser a principal rede de geolocalização no Brasil e no mundo, também é muito ligada à ideia de <strong>rede social “de movimento</strong>”, ou seja, feita para ser utilizada no mobile, já que se baseia em “check-ins” e recomendações de lugares.</p>
<p style="text-align: justify">Com a crescente popularização da venda de <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/venda-de-smartphones-subiu-84-no-brasil-em-2011-diz-pesquisa-4365367" target="_blank">smartphones</a> e do <a href="http://mobiletalk.mobi/2012/01/17/em-2011-acesso-de-aparelhos-com-3g-no-brasil-dobrou/" target="_blank">acesso à tecnologia 3G,</a> o Foursquare tem potencial para crescer ainda mais no Brasil. De acordo com seu criador, Dennis Crowley, já são <strong>quase um milhão de usuários brasileiros</strong> e é difícil ter lugares (ou <em>venues</em>, como são chamados) que não estejam cadastrados na rede. Além disso, o sucesso de outras redes semelhantes mais antigas (como o <a href="http://www.yelp.com/" target="_blank">Yelp</a>), o surgimento de outras nacionais (como o <a href="http://br.kekanto.com/" target="_blank">Kekanto</a>) e a adesão de outros sites (criação de <a href="http://www.facebook.com/about/location" target="_blank">Facebook Places</a> e do <a href="http://www.google.com.br/places/" target="_blank">Google Places</a>) fazem com que a geolocalização seja uma das grandes frentes de crescimento na web para os próximos anos, ou seja, o cenário está montado para a sua popularização no Brasil.<span id="more-5387"></span></p>
<p style="text-align: justify">Entretanto, tratar de geolocalização em mídias sociais é mais difícil do que parece. Apesar de grande parte das marcas com lojas físicas necessitarem entender o que é falado de cada unidade ou região de atuação, em redes sociais como Twitter e Facebook, a localização (cidade e país) do post depende da <strong>configuração manual do usuário</strong>, ou seja, se o usuário não preencheu sua localização no cadastro do perfil, o post não será geolocalizado. Além disso, o usuário pode completar essa informação com locais inexistentes ou irreconhecíveis, dificultando o reconhecimento das ferramentas de monitoramento.</p>
<p style="text-align: justify">Entendendo essa limitação, a análise de buzz pode trabalhar com os dados das redes de geolocalização juntamente com os de outros canais sociais (Twitter, Facebook, Blogs, etc.). No primeiro ponto, a riqueza dessas redes (como o Foursquare) está na possibilidade de coletar os comentários (chamados de <em>tips</em>) de cada lugar, manualmente ou por meio de ferramenta de monitoramento, e identificar os pontos fortes e fracos do estabelecimento postados pelo usuário. Paralelamente a isso, nas outras redes sociais, pode-se utilizar palavras-chave para coletar posts que citam a região correspondente. Exemplo: se você gostaria de coletar posts sobre o que o público comenta sobre a marca Starbucks de São Paulo, pode cadastrar a busca com: “<em>Starbucks + São Paulo</em>”.</p>
<p style="text-align: justify">Também se pode usar esse método para unidades específicas. Utilizando novamente o exemplo do Starbucks, se eu gostaria de saber o que é comentado sobre a unidade no Shopping Eldorado em São Paulo, substituiria o termo “<em>São Paulo</em>” por “<em>Shopping Eldorado</em>”. Assim, a ferramenta coletaria menções sem precisar contar com a geolocalização, porém estaria restrita a presença de tais termos no post. Percebe como é difícil e complicado?</p>
<p style="text-align: justify">Outro ponto é que a análise de geolocalização necessita fundamentalmente de uma análise qualitativa. Por exemplo, dentro do Foursquare, costuma-se pensar que um volume alto de check-ins e comentários são indicadores de bom desempenho do estabelecimento. Na verdade, isso quer dizer, no máximo, que o lugar é popular ou frequentado por um público mais ligado ao Foursquare. Deve-se analisar os comentários para entender se há predomínio de críticas ou elogios, e daí tirar insights para a melhoria dos serviços.</p>
<p style="text-align: justify">Conhecendo as limitações técnicas e as premissas dos dados coletados, a análise pode oferecer insights e diagnósticos que auxiliarão na tomada de decisões. Pode-se identificar desde críticas pontuais a serviços prestados por determinada unidade até demandas específicas do público da região, já que a necessidade do público de São Paulo pode não ser a mesma do público de Minas Gerais. Além disso, no caso do Foursquare, os comentários sobre um local podem influenciar a decisão de um usuário em se tornar cliente. Muitos fazem consulta nessa rede para verificar o que se falam do estabelecimento pretendido e decidir se frequentarão o lugar. Portanto, o monitoramento de marcas de forma geolocalizada possui vários aspectos que podem beneficiar a melhoria de produtos e serviços.</p>
<p><strong>UPDATE</strong>: O Foursquare acaba de formar uma parceria com o Facebook para integrar os checkins na Timeline. Mais um recurso atraente para a geolocalização. Mais detalhes <a href="http://www.proxxima.com.br/proxxima/search/noticia/2012/05/15/Foursquare-firma-parceria-com-Facebook.html" target="_blank">aqui</a>. Fonte: <a href="http://www.proxxima.com.br/" target="_blank">Proxxima</a>.<br />
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		<title>O espírito do SEO</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 19:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Formaggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Esse não é um artigo para comentar alguma técnica inovadora de SEO, nem para comentar sobre a última atualização do Google, aliás, creio que em todos esses anos trabalhando com Internet, mais especificamente com SEO, é a primeira vez que eu escrevo um artigo assim. Não espero que seja meu melhor artigo, nem o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo&#038;via=_dp6&#038;text=O espírito do SEO&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo"></g:plusone></div>
<p>Esse não é um artigo para comentar alguma técnica inovadora de SEO, nem para comentar sobre a última atualização do Google, aliás, creio que em todos esses anos trabalhando com Internet, mais especificamente com SEO, é a primeira vez que eu escrevo um artigo assim.</p>
<p>Não espero que seja meu melhor artigo, nem o mais polêmico, mas sim que possa fazer com que as pessoas pensem, não só no SEO, mas para onde a Internet evolui e no que acontecerá no futuro, principalmente com a área de Search (afinal, muita gente anda matando o SEO por aí!).<span id="more-4986"></span></p>
<h2>Um caso recente</h2>
<p>Todos os dias a vivência através da Internet acaba nos ensinando alguma coisa, afinal, passamos boa parte de nossas vidas aqui (se você está lendo esse texto, provavelmente está conectado à Internet), nesse mundo feito de zero e um. Assim, através dela tiramos dúvidas, compramos, enviamos presentes aos nossos pais, namoramos e nos relacionamos com pessoas próximas ao nosso círculo social só que de uma forma diferente de antes da existência da Internet, pois ela possibilitou a interação com círculos sociais que antes estavam distantes de nós. Um exemplo disso é que você dependia da opinião de pessoas próximas (parentes, amigos, colegas de trabalho) sobre a qualidade de um produto e se eles não o conhecessem, você ficaria à mercê da sorte. Hoje, com a possibilidade de se comunicar com pessoas longe do seu círculo social, é possível localizar pessoas com informações não encontradas através dos seus círculos sociais mais próximos.</p>
<p>A Internet acaba sendo um dos pilares da nova estrutura social baseada em redes de  longa distância (CAVALCANTI; NEPOMUCENO, 2007). A<strong>través dessa estrutura percebemos mudanças em nossa cultura, no nosso dia a dia</strong>. Você assiste televisão com o celular do lado (ou diretamente nele), relatando o que acontece em seu programa favorito através do Twitter. Logo depois você tira foto de seus filhos que brincam com algum jogo no iPad, e se comunica com eles através do Facebook pedindo para irem tomar banho. Trata-se de uma mudança que é visível a todos.</p>
<p>Recentemente no aeroporto percebi algo relacionado. Um casal com dois filhos esperava um voo perto do portão de embarque em que eu esperava o meu. Comecei a prestar atenção nas crianças de 11 ou 12 anos que procuravam em um tablet algo especifico relacionado a um livro. Comentavam sobre <strong>o site do autor</strong>, <strong>sobre o livro</strong>, enquanto <strong>passavam os dedos sobre o aparelho</strong>. <strong>Falavam sobre procurar determinada informação no Google</strong>, depois <strong>olhar no Facebook de alguém</strong> sobre o que tinha achado do livro, <strong>Twitter de pessoas que comentaram sobre o livro</strong>, enquanto ao mesmo tempo pediam opinião aos pais, e assim seguia a história. Ou seja, o processo de encontrabilidade de uma determinada informação hoje se torna muito mais sofisticado do que o de alguns anos atrás. No final desse artigo, volto a comentar sobre essa história.</p>
<h2>Como era o SEO</h2>
<p>Meu primeiro contato com SEO foi antes de começar a trabalhar só com SEO e em uma época onde o processo de encontrabilidade de informação na web era muito mais “quadrado” do que hoje, pois dependia basicamente de uma estação fixa (um computador em uma mesa) e um mecanismo de busca.</p>
<p>Eu trabalhava em uma empresa como responsável pelos seus sites. Na época (2003/2004), era difícil para uma pequena empresa que acabara de lançar seu site conseguir acessos, principalmente se não investisse nisso. <strong>O investimento em um site, por si só, já era considerado um luxo</strong>. Sendo assim, os sites eram quase como cartões de visitas com pouca atratividade e interesse, principalmente aqui no Brasil. Pois bem, nessa época eu percebi que trabalhar a favor de ser encontrado e não de encontrar pessoas poderia me ajudar muito a conquistar mais visitantes para o site e, por consequência, investimentos para essa fonte, pois seria valorizada. <strong>Foi aí que me interessei em saber como os sites apareciam nos mecanismos de busca</strong> e através de algumas <strong>técnicas de SEO com pouco valor ao usuário</strong>, consegui minhas primeiras posições nas listagens de busca. A verdade é que nessa época não era preciso se dedicar muito para aparecer nos mecanismos de busca. E é relevante comentar que nessa época (quase 10 anos atrás) o conhecimento dos empresários no Brasil sobre o que é o englobado de Search Marketing (SEO e PPC) também quase não existia.</p>
<h2>Como é o SEO hoje</h2>
<p>Ao contrário da minha experiência com SEO no passado, o SEO de hoje é totalmente voltado para as pessoas. Não existe mais aquele SEO de robô que servia somente para fins de posicionamento do site. Inclusive a própria visão do cliente sobre o SEO já é diferente.</p>
<p>Eu sempre disse que o importante é fazer aquilo que as pessoas desejam e, assim, os clientes virão. Justamente por isso, nunca me importei muito com mudanças no algoritmo da busca orgânica do Google e outros mecanismos, afinal, eu já conseguia entender e passar para as pessoas à minha volta que era importante prever essas mudanças. Sempre procurei direcionar a lógica da estratégia  justamente onde cada vez mais os mecanismos de busca davam valor: os seres humanos.
</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4989" href="http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo/usuario-e-robo"><img class="size-full wp-image-4989 aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/usuario-e-robo.jpg" alt="comentário sobre a importância do foco em humanos" width="528" height="169" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 01: não pense no robô, pense nas pessoas.</p>
<h2>O “SEO espiritual”</h2>
<p>O “SEO espiritual”, que <strong>é nada mais do que um termo que uso para explicar quais os rumos da lógica de humanizar o SEO</strong>, é aquele que tem por objetivo fazer com que o site tenha uma espécie de <strong>engajamento com o estado de espírito do consumidor</strong>. Exemplos: qual o estado de espírito de uma pessoa que está comprando um apartamento? Qual o estado de espírito de alguém que está comprando um celular? Há sentimentos e momentos presentes, portanto uma relevância a se considerar.</p>
<p>Quem conhece conceitos como o <a href="http://www.zeromomentoftruth.com/">ZMOT</a> , por exemplo, sabe que há vários momentos antes de o consumidor começar de fato a realizar uma conversão. Essa forma de pensar o SEO precisa considerar o consumidor tanto dentro como fora do site, de modo que reflita o planejamento onipresente de uma marca na rede.</p>
<p>Em 2010 escrevi um artigo em meu site chamado “<a href="http://www.erickformaggio.com/2010/02/os-sites-irao-acabar.html">Os sites irão acabar?</a>” onde comentei sobre a hipótese de no futuro os sites não existirem mais, na verdade os sites como conhecemos hoje, ou seja, representações únicas do seu negócio, como reafirmo no trecho a seguir:</p>
<blockquote><p>“&#8230;os sites não deixarão de existir no sentido real da palavra, serão ótimas estratégias de apoio. Sendo assim, pense em uma operação onde site, sites de redes sociais e dispositivos móveis se integrem de modo a formar um único ambiente de presença online”</p></blockquote>
<p><strong>Lembra da história da família no aeroporto que contei há pouco?</strong> Pois bem, <strong>pense que a comunicação com o usuário está ficando cada vez mais descentralizada</strong> e isso se reflete nos dias de hoje, onde cada vez mais se prospecta visitantes fora do site, em fontes que querem que o usuário fique lá a maior parte do tempo possível. Dessa forma, cada vez mais existirão meios de se comprar sem que seja necessário estar dentro do e-commerce especifico, pois seu perfil em sites de redes sociais permitirá isso. Trata-se praticamente da mesma quebra de paradigma onde antes a única fonte de consumo era a loja física e hoje é possível comprar online.</p>
<p><strong>Então não basta se posicionar em boas colocações somente no Google</strong>, mas viabilizar a presença da marca dentro de sites como Facebook e outros sites de redes sociais. <strong>O foco aqui é a encontrabilidade e ela existe independentemente da origem </strong>(como as redes sociais que existem muito antes dos sites de redes sociais), termo esse que nasce da <a href="http://www.erickformaggio.com/2010/05/recuperacao-de-informacao.html">recuperação de informação</a>, que nós fazemos desde que tomamos conhecimento da quantidade de informações existentes à nossa volta.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4990" href="http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo/site-marca"><img class="size-full wp-image-4990 aligncenter" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/site-marca.jpg" alt="site como única fonte de representação online" width="439" height="318" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 02: o que orbitava a marca no ambiente digital até o final do século passado e início desse era somente seu site.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4995" href="http://www.dp6.com.br/o-espirito-do-seo/elementos-online-representam-marca"><img class="aligncenter size-full wp-image-4995" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/elementos-online-representam-marca.jpg" alt="elementos online que representam a marca nos dias de hoje" width="477" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Imagem 03: o que orbita a marca hoje é muito mais do que o próprio site.</p>
<p><strong>O SEO com foco no estado de espírito do consumidor tem como prioridade as pessoas, não os robôs dos mecanismos de busca</strong>. Na verdade, como todos os SEOs do mundo, mecanismos de busca como o Google também parecem estar correndo atrás de algo: o comportamento do ser humano. Cada vez mais o mecanismo se molda a como nós procuramos as coisas. Às vezes acerta, às vezes erra, como nós, humanos.</p>
<p><strong>Lembram-se da história no inicio desse artigo?</strong> A verdade é que o SEO de hoje, como qualquer estratégia de Search, <strong>precisa prever não somente as palavras-chave importantes, mas qual o momento em que as pessoas estão buscando as informações na internet, quem está perto e onde</strong>. Assim, <strong>o site também precisa ser preparado e desenhado para isso</strong>, pois a navegação dentro dele afetará sua credibilidade (KALBACH, 2009, p.35). Naquele momento da busca, estará o usuário (ou usuários) em um aeroporto através de um tablet procurando a informação que levará para a conversão? O site abre rápido? Navegar através de um iPad, por exemplo, é totalmente diferente de um notebook. Se eu decidir comprar, vou conseguir fazer isso rápido antes de ter de entrar no avião? Se eu procurar no Facebook ou qualquer outro site de redes sociais as pessoas estarão comentando sobre  o produto ou serviço. O site incentivou isso? Está toda a sua estratégia online no mesmo estado de espírito do seu cliente? Acredite, não é fácil entender e planejar isso, principalmente quando a estratégia digital de um cliente e sua operação está dividida em muitas empresas. Integrar e comunicar a importância desse estado de espírito é um desafio e é preciso muita dedicação. Mas é isso que acaba influenciando o sucesso não só do SEO, mas também de outras siglas que compõem todo o escopo de marketing digital de um cliente.</p>
<p>O SEO tem épocas. Determinada época se falava muito em tecnologia, outra época se falava muito em link building, depois falaram que o <a href="http://www.erickformaggio.com/2011/05/o-conteudo-que-faz-diferenca.html">conteúdo era a grande sacada</a> (é mesmo), mas creio que se deve considerar a usabilidade e aspectos sociais (e se engana quem pensa que eu falo de questões sociais somente incluídos no mundo online) com mais carinho.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Encontrar o que necessita vai além das técnicas de SEO. É preciso pensar no que vem antes e qual a relação do SEO com o passo anterior, e isso é possível. Essa é a mensagem que eu quero passar. Portanto, <strong>antes de iniciar qualquer projeto de SEO observe as pessoas</strong>, pois é fato que cada vez mais os profissionais que trabalham com áreas de conhecimento relacionadas à internet se afastam das pessoas e se aproximam das ferramentas, justamente quando <strong>o mais importante é a proximidade com o entendimento das pessoas sobre sites, mercados e as mudanças na sua cultura</strong>. <strong>Números e ferramentas são complementos</strong>.</p>
<p>Elabore estratégias verdadeiras para ajudar as pessoas. Isso comprovadamente é notado por elas e pelos mecanismos de busca e  faz parte de se engajar o estado de espírito do consumidor e dos novos valores do marketing onde há uma total relação entre necessidade e valores, onde a proposição de valor é funcional, emocional e espiritual (nesse sentido do estado de espírito alinhado com o consumidor) (KOTLER; KARTAJAYA; SETIAWAN, 2010).</p>
<h2>Referências</h2>
<p>CAVALCANTI, Marcos; NEPOMUCENO, Carlos. “O conhecimento em rede: como implantar projetos de inteligência coletiva”. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.<br />
FORMAGGIO, Erick. “SEO – Otimização de Sites – Aplicando técnicas de otimização de sites com uma abordagem prática”. Rio de Janeiro: Brasport, 2010.<br />
KALBACH, James. &#8220;Design de navegação web: otimizando a experiência do usuário&#8221;. Tradução Eduardo Kessler Piveta. Porto Alegre: Bookman, 2009.<br />
KOTLER, Philip; KARTAJAYA Hermawan; SETIAWAN, Iwan. &#8220;Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano&#8221;. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2010.<br />
<a href="http://credibility.stanford.edu/pdf/PITheory.pdf">Prominence-Interpretation Theory: Explaining How People Assess Credibility Online</a><br />
<a href="http://www.consumerwebwatch.org/dynamic/web-credibility-report-evaluate.cfm">How Do People Evaluate a Web Site&#8217;s Credibility?</a><br />
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		<title>Netnografia para geração de insights em redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 21:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Paula Andrade</dc:creator>
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<p><a rel="attachment wp-att-4853" href="http://www.dp6.com.br/netnografia-para-geracao-de-insights-em-redes-sociais/netnografia-social-media-3"><img class="alignright size-full wp-image-4853" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/netnografia-social-media2.jpg" alt="" width="205" height="244" /></a></p>
<p>Acompanhando a evolução do mercado digital, o monitoramento em mídias sociais está cada vez mais se tornando parte estratégica do planejamento de marketing. Esse amadurecimento  é resultado do esforço dos profissionais da área em ir além da entrega de dados e agregar inteligência ao seu trabalho.</p>
<p>Nos primeiros estudos em redes sociais a maioria das empresas buscou entender o que estava sendo falado sobre a marca e seus concorrentes. Mas a evolução nos processos abriu novas possibilidades de análise. A netnografia é uma abordagem menos convencional para geração de inteligência dentro dessas possibilidades.</p>
<p><span id="more-4850"></span></p>
<p>O método netnográfico traz conceitos de etnografia aplicados ao ambiente digital. Consiste em uma análise de conversas nas redes sociais para a construção de um cenário que traduz o sentimento e o comportamento de um público a respeito de um produto, serviço ou tema.</p>
<p>Os ambientes sociais online evidenciam o forte senso de colaboratividade e aprendizado coletivo. Nesse sentido, são grandes facilitadores para a reunião de pessoas em torno dos mesmos interesses. Basta ver que o Orkut, hoje dado por muitos como uma rede social moribunda, ainda vive por conta de suas inúmeras comunidades cuja intensa atividade ainda surpreende. São comunidades de todos os tipos, desde fãs de marcas - <a title="Comunidade Eu amo coca-cola/ I love coke" href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=109892" target="_blank">Eu amo coca-cola/ I love coke</a> &#8211; e produtos - <a title="Comunidade Vida sem chocolate não é vida" href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=682109" target="_blank">Vida sem chocolate não é vida</a> &#8211; até reuniões entre pessoas com os mesmos interesses - <a title="comunidade carro tem que ser equipado" href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=30248195&amp;fr=1&amp;fr=1" target="_blank">carro tem que ser equipado</a>, <a title="Comunidade Minha casa, minha vida" href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=86363273" target="_blank">Minha casa, minha vida</a> - e hábitos -<a title="Comunidade Não fico sem meu celular" href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=440926" target="_blank">Não fico sem meu celular</a>.</p>
<p>Esse agrupamento de pessoas em torno de mesmos interesses se disseminou por praticamente todas as redes sociais e trouxe consigo outra característica muito fértil para estudos de netnografia, que é a motivação do público em compartilhar seus hábitos, dúvidas, preferências e insatisfações. Recentemente, a rede social Pinterest facilitou o agregamento dos interesses das pessoas sobre os mais diversos assuntos.</p>
<p>Os mecanismos de linguagem presentes na maioria das redes sociais permitem que os usuários registrem seus interesses, seja via recursos presentes nessas redes (como “likes”, “favoritos” e criação de grupos ou comunidades), seja pelos códigos criados pelo próprio público (como hashtags e “emoticons”).</p>
<p>Outro exemplo interessante são os fóruns. Podem reunir pessoas com os mais variados tipos de dúvidas (vide o Yahoo! Respostas) ou focar em um determinado segmento. Agregam fãs, experts e curiosos em torno de um tema, como é o caso de fóruns sobre games, mães, esportes, cuidados pessoais, culinária, entre tantos outros.</p>
<p><strong>Netnografia na prática</strong></p>
<p>Para as empresas que desejam realizar um estudo de netnografia, basta definir uma temática para investigação e um objetivo para a pesquisa, mesmo que seja amplo. Por se tratar de uma pesquisa exploratória, o foco estará no entendimento de como as pessoas se referem a uma categoria de produtos, o que mais agrada ou desagrada em relação a um conceito, quais as associações em torno de uma marca ou assunto para a identificação de necessidades e desejos latentes.</p>
<p>Por exemplo, uma fabricante de aparelhos celulares pode definir como temática de investigação a presença do aparelho no dia-a-dia das pessoas e buscar depoimentos sobre o assunto em comunidades de aficcionados por determinados modelos ou marcas, fóruns e em menções sobre o uso do celular.</p>
<p>Uma varejista de materiais de construção pode ter como objetivo entender os momentos críticos desde a decisão de construção ou reforma até a finalização do processo para identificar oportunidades de atuação. É comum as pessoas criarem blogs para registrar as etapas de uma construção, reforma ou a montagem do primeiro imóvel. Esses depoimentos se tornam ricas fontes de informação para uma pesquisa netnográfica.</p>
<p>O estudo netnográfico pode parecer simples, mas tem potencial para fornecer importantes insights e insumos para a estratégia de atuação e comunicação de uma marca no ambiente online e offline. E para aqueles que desejam realizar um monitoramento constante nas mídias sociais, a netnografia pode ser um ótimo primeiro passo por ajudar na identificação dos principais públicos, temáticas e produtos a monitorar.<br />
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		<title>Como escolher a ferramenta ideal para monitoramento em mídias sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 22:33:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[buzz intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>

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		<description><![CDATA[A melhor ferramenta de monitoramento em mídias sociais pode não ser a melhor para os objetivos do negócio. Sendo assim, existem fatores que devem ser levados em consideração na contratação de uma ferramenta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/como-escolher-ferramenta-monitoramento-midias-sociais&#038;via=_dp6&#038;text=Como escolher a ferramenta ideal para monitoramento em mídias sociais&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Muito se fala sobre monitorar a marca nas redes sociais visando verificar o que está sendo falado pelo público e, principalmente, dando atenção às opiniões sobre produtos e campanhas. Entretanto, para que o monitoramento traga os resultados esperados, deve-se planejar cuidadosamente os objetivos e, o mais importante, contar com uma ferramenta que atenda as expectativas. Por isso que alguns fatores devem ser levados em consideração na hora de contratar uma ferramenta.</p>
<p>O primeiro passo é determinar <strong>quais níveis hierárquicos irão ter acesso à ferramenta</strong>. Isso é importante, pois existem vários aspectos que se deve levar em conta tendo esclarecida essa questão. Por exemplo, uma ferramenta com dashboards personalizados e com interfaces &#8220;amigáveis&#8221; é propícia para o acesso do nível gerencial por conta da necessidade estratégica do monitoramento dos dados, mas não é tão necessário para os níveis operacionais.<span id="more-3849"></span></p>
<p>Sendo assim, juntamente com um painel personalizável e intuitivo, uma ferramenta para o <strong>nível gerencial</strong> também deve conter:</p>
<p><strong>- Uma boa coleta de posts</strong></p>
<p><strong>- Uma usabilidade que facilite a exploração e aprofundamento dos dados coletados</strong></p>
<p>Coletar o maior volume possível de posts no menor tempo possível e ter um bom filtro contra spams são essenciais tanto para o nível gerencial quanto para o operacional, já que o volume de posts é a base para toda análise que será feita. Entretanto, deve-se entender que um filtro de spam pode resultar em uma menor velocidade da coleta, já que ele representa uma fase a mais no processo.</p>
<p>Uma ferramenta que facilite a exploração dos dados coletados também é importante para o nível gerencial, pois o gestor necessita das informações estratégicas o mais rápido possível. Com uma ferramenta de intuitivo manuseio, esse trabalho é facilitado.</p>
<p>Já outros fatores são mais relevantes apenas para o <strong>nível operacional</strong>:</p>
<p><strong>- Estruturação de tags e classificação de posts</strong></p>
<p><strong>- Possibilidade e flexibilidade na exportação dos dados brutos</strong></p>
<p><strong>- Suporte técnico</strong></p>
<p><strong>- Disponibilidade de interação com os perfis da marca</strong></p>
<p>Uma ferramenta que possibilite (e facilite) a criação de tags e classificação de posts é essencial tanto para que o usuário organize e categorize os dados de análise, quanto para auxiliar a estruturação dos dashboards para o nível gerencial. Outro aspecto a ser considerado é a exportação dos dados brutos, pois muitas análises são feitas fora da ferramenta e/ou com auxílio de outras. Sendo assim, além de verificar se a ferramenta possibilita esse recurso, deve-se observar quais opções estão presentes na exportação, como variedade de formatos, segmentação e organização dos dados exportados e limite de exportação.</p>
<p>A disponibilidade e eficiência do suporte técnico também devem ser consideradas, já que é comum que as ferramentas apresentem problemas técnicos ou necessitem de auxílio para configuração adequada. Nesses casos, vale verificar se o suporte oferece contato em tempo real, se atendem rapidamente às requisições feitas via e-mail, entre outros fatores facilitadores.</p>
<p>Além disso, outro recurso que é interessante checar é se a ferramenta suporta a interação com os perfis da marca-proprietária, afim de realizar postagens, obter dados de desempenho e formar redes de relacionamento direto da ferramenta, sem precisar utilizar aplicativos de terceiros.</p>
<p>Todos esses fatores devem ser pensados para avaliar o custo-benefício da ferramenta e o que deve ser priorizado para os objetivos do monitoramento. Abaixo fizemos uma avaliação de três ferramentas de monitoramento (<a href="http://www.scup.com.br/" target="_blank">Scup</a>, <a href="http://www.sysomos.com/" target="_blank">Sysomos</a> e <a href="http://www.brandwatch.com/" target="_blank">Brandwatch</a>) levando em consideração os critérios acima.</p>
<p><a href="http://www.scup.com.br" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3893" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/scup.jpg" alt="" width="178" height="120" /></a></p>
<p>- <strong>Volume e velocidade na coleta dos dados:</strong> Alto volume captado, boa velocidade, com volume considerável de spam em blogs. Permite configurar para coletar posts por idioma e geolocalização, dependendo da rede social utilizada.</p>
<p>- <strong>Dashboard:</strong> Simplificado, não possibilita filtros por geolocalização ou idioma.</p>
<p>- <strong>Estrutura de tags e avaliação de sentimento:</strong> A possibilidade de criar monitoramentos distintos na mesma conta permite a utilização de sentimentos múltiplos para um post, dependendo do ponto de vista da análise. Além disso, tem uma estrutura de tags bem maleável, incrementada com o recurso de regras e a possibilidade de realizar amostragem dos posts.</p>
<p>- <strong>Suporte técnico:</strong> no Brasil</p>
<p>- <strong>Interação com perfis oficiais:</strong> Completo.</p>
<p><a href="http://www.sysomos.com" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3894" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/sysomos.jpg" alt="" width="196" height="87" /></a></p>
<p>- <strong>Volume e velocidade na coleta dos dados:</strong> Alto volume, baixas velocidade e quantidade de spam.</p>
<p>- <strong>Dashboard</strong>: Completo, flexível e intuitivo. É possível cruzar tags e realizar filtros segmentados por geolocalização, idioma e rede social.</p>
<p>- <strong>Estrutura de tags e avaliação de sentimento</strong>: Não permite polaridades múltiplas. Apenas se forem criadas duas contas distintas. Além disso, através do flexível dashboard, pode-se contornar isso através da criação e cruzamento de tags.</p>
<p>- <strong>Suporte Técnico</strong>: no Canadá</p>
<p>- <strong>Interação com perfis oficiais</strong>: Completo.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.brandwatch.com" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3898" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/brandwatch1.jpg" alt="" width="232" height="84" /></a></p>
<p>- <strong>Volume e velocidade na coleta dos dados</strong>: Alto volume, baixo volume de spam, e baixa velocidade.</p>
<p>- <strong>Dashboard</strong>: Completo e altamente personalizável. É intuitivo e de fácil configuração, além de possibilitar um cruzamento de dados e tags.</p>
<p>- <strong>Estrutura de tags e avaliação de sentimento</strong>: Permite a criação de várias queries por monitoramento e possibilita polarização múltipla. Também permite apenas coletar posts por idioma e geolocalização.</p>
<p>- <strong>Suporte Técnico</strong>: no Reino Unido, mas possui suporte em português</p>
<p>- <strong>Interação com perfis oficiais</strong>: Completo.</p>
<p>Existem muitas outras ferramentas de monitoramento no mercado e cada uma com especificidades e características próprias. Além disso, cada projeto possui necessidades que priorizam diferentes aspectos de cada ferramenta e, portanto, deve-se sempre entender os objetivos do projeto de monitoramento para realizar a melhor escolha.</p>
<p>Também é necessário entender que a ferramenta depende de uma boa configuração realizada pelo usuário, pois essa será fundamental para a entrega dos resultados. Mas isso é assunto para outro post.<br />
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</ul>
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		<title>O impacto das mídias sociais na caixa de comentários dos blogs</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 23:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[buzz intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[comentários]]></category>

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		<description><![CDATA[No começo do auge do Twitter e Facebook em 2009, pensava-se que esses iriam acabar com os blogs. Ao contrário dessa idéia, as visitas aos blogs foram potencializados, mas diminuiu a quantidade de comentários nos posts: as mídias sociais se tornaram uma plataforma de repercussão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/o-impacto-das-midias-sociais-na-caixa-de-comentarios-dos-blogs&#038;via=_dp6&#038;text=O impacto das mídias sociais na caixa de comentários dos blogs&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/o-impacto-das-midias-sociais-na-caixa-de-comentarios-dos-blogs"></g:plusone></div>
<p>No início da hegemonia do Twitter e Facebook em 2009, muito se comentou sobre &#8220;<a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2009/07/27/o_blog_esta_morto_mas_juro_que_nao_fui_e/" target="_blank">a morte dos blogs</a>&#8220;. O fato é que o efeito foi inverso: <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/11/05/para-blogs-twitter-e-facebook-sao-mais-importantes-que-seo/" target="_blank">os dois canais se tornaram importantes fontes de tráfego</a>. Entretanto, a principal consequência dessa integração veio em um lugar que já foi palco de <a href="http://www.brainstorm9.com.br/17148/social-media/lg-responde-ao-fail-da-ativacao-social-da-linha-de-maquinas-de-lavar/" target="_blank">diversas polêmicas</a>: a <strong>caixa de comentários</strong>. Uma <strong><a href="http://blog.postrank.com/2009/11/measuring-engagement-of-the-social-web-2007-2009/" target="_blank">pesquisa</a></strong> desenvolvida pela PostRank coletou dados de 2007 a 2009 e constatou: <strong>houve uma queda de 50% no volume de comentários, mas o volume de trackbacks feitos em mídias sociais cresceu 30%</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/resultados-da-pesquisa1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3322" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/resultados-da-pesquisa1.png" alt="" width="400" height="152" /></a><em>Engajamento dos usuários com o post</em></p>
<p>Basicamente, o que ocorre é um deslocamento da caixa de comentários para o Twitter, Facebook, Orkut, Google+ e até mesmo para outros blogs. Apesar dessa pesquisa ser relativamente antiga, pense: <strong>quem nunca viu ou comentou um post de blog/site fora da caixa de comentários? </strong>Vejamos alguns exemplos.<span id="more-3219"></span></p>
<p>Em <a href="http://www.brainstorm9.com.br/25982/entretenimento/por-que-voce-deve-assistir-the-borgias/" target="_blank">um post</a> do blog <strong>Brainstorm 9</strong> que falava do seriado Borgias, postado há quase uma semana, apresenta apenas <strong>14 comentários</strong>. Entretanto, fazendo uma pesquisa rápida no <a href="http://backtweets.com" target="_blank">BackTweets</a>, temos <strong>84 tweets</strong> que postaram o link para o post. Apesar da grande maioria ser retweets comuns do <a href="http://twitter.com/brains9" target="_blank">perfil oficial do blog</a>, temos diversas opiniões interessantes que poderiam parar na caixa de comentários (clique na imagem para ir ao post):</p>
<p><a href="http://twitter.com/New_Alexandria/status/103875796061536256" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3325" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/exemplo1.bmp" alt="" width="239" height="115" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/New_Alexandria/status/103875796061536256" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/Luciano_Cokado/status/103887787861872640" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3326" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/exemplo2.bmp" alt="" width="238" height="116" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/Luciano_Cokado/status/103887787861872640" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/MarcosRavena/status/103933562620882945" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3327" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/exemplo3.bmp" alt="" width="241" height="120" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/mnegrini/status/103878168770904064" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3328" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/exemplo4.bmp" alt="" width="241" height="105" /></a></p>
<p>Esses são alguns dos exemplos. Isso sem contar os trackbacks feitos por outros blogs e em outras redes, como Facebook e Orkut. Nessa pequena demonstração, nota-se como pode ser rico de informações relevantes esse monitoramento da repercussão de um post. Por isso que diversas organizações, percebendo essa tendência, <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/07/02/pessoas-estao-fugindo-da-caixa-de-comentarios/" target="_blank">buscaram incorporar esse volume de informação &#8220;off-post&#8221;</a>. Atualmente, há <a href="http://blog.boo-box.com/br/2011/use-as-redes-sociais-para-ter-mais-comentarios-em-seu-blog/" target="_blank">diversas ferramentas</a> que fazem essa convergência, sendo que a <a href="http://aboutecho.com/" target="_blank">Echo</a>, uma das pioneiras, é a principal referência.</p>
<p>Por isso, além das <a href="http://www.dp6.com.br/a-importancia-da-analise-de-buzz-nas-acoes-offline" target="_blank">mídias sociais serem reflexos imediatos do ambiente offline</a>, elas são também a <strong>plataforma de repercussão da própria mídia social</strong>. É aí que entra a famosa história da viralização e dos memes, mas me refiro às &#8220;menores repercussões&#8221;, como aquela <a href="http://www.webdialogos.com/2011/midias-sociais/bendito-seja-o-twitter-papa-envia-seu-primeiro-tweet/" target="_blank">pequena ação no Twitter</a> ou uma <a href="http://www.imagineseusite.com.br/blog/216-fail-da-fiat-no-formspringme.html" target="_blank">pergunta respondida no Formspring</a>. Mas então, se um post de blog gera buzz com informações importantes, imagina uma campanha baseada em ações online? Sendo assim, podemos entender que essa integração entre caixa de comentários e mídias sociais também vale para qualquer ação online. A diferença é que essa não tem nenhum tipo de caixa: <strong>as mídias sociais é o lugar único</strong>. Por isso que uma estratégia de análise e monitoramento em mídias sociais é importante para mensurar a repercussão de campanhas on e offline.</p>
<p>Para finalizar, deixo um <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/10/18/era-uma-vez-um-blog/" target="_blank">post muito bacana</a> do <a href="http://twitter.com/tdoria" target="_blank">Tiago Dória</a> falando sobre as mudanças ocorridas na sociedade com a popularização dos blogs. O post é longo, mas vale a pena conferir.<br />
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		<item>
		<title>A importância da análise de Buzz nas ações offline</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 04:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<description><![CDATA[O conteúdo do Twitter e da televisão são consumidos juntos e uma análise de buzz pode proporcionar o que essa relação pode fornecer em termos de idéias e insights para as marcas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/a-importancia-da-analise-de-buzz-nas-acoes-offline&#038;via=_dp6&#038;text=A importância da análise de Buzz nas ações offline&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Como presenciamos há algum tempo, o Twitter e a televisão estão andando de mãos dadas. Quem nunca presenciou o lançamento de hashtags e campanhas em um programa televisivo ou um acompanhamento <em>real-time</em> do que acontece no microblog? A relação já está tão evidente que até mesmo o Twitter fez um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Jc8TQppzORE" target="_blank">vídeo mostrando essa integração</a>.</p>
<p>Um exemplo recente ocorreu no programa CQC, liderado por Marcelo Tas. A ex-primeira dama Marisa Letícia afirmou que ela e o ex-presidente Lula iriam ao programa em algum dia. Por isso, o programa lançou a hashtag <a href="http://twitter.com/#!/search/%23lulanocqc" target="_blank">#LulaNoCQC</a> e imediatamente figurou entre os Trending Topics Brasil. Também presenciamos a mobilização das pessoas por conta de ações ocorridas no offline, como foram os casos das manifestações contra o deputado <a href="http://twitter.com/#!/search/%23forabolsonaro" target="_blank">Bolsonaro</a> e a marca <a href="http://www.midiassociais.net/2011/04/apos-polemica-nas-redes-sociais-arezzo-recolhe-produtos/" target="_blank">Arezzo</a>.</p>
<p>Todas essas ações geraram um grande número de menções. Mas grande volume é igual a quanto? Mil, dez mil, cem mil posts? Só conseguimos saber ao certo se temos um acompanhamento histórico do contexto que a ação está inserida, através de um mapeamento da situação (ex: não podemos comparar a quantidade de posts sobre moda com futebol ou novela). Sem falar que estar presente no Trending Topics não significa grande volume de posts (veja o motivo <a href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>E será que todos esses posts são favoráveis ao que se propõe? Por exemplo, será que todas as manifestações da hashtag #LulaNoCQC são favoráveis a presença do ex-presidente no programa? Vejamos alguns exemplos:<span id="more-3063"></span></p>
<p><a href="http://twitter.com/prof_kamillo/status/95849192307687424" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3093" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc4.bmp" alt="" width="277" height="97" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/prof_kamillo/status/95849192307687424" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/MichelleKiyo/status/95880394053918720" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3092" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc3.bmp" alt="" width="272" height="96" /></a></p>
<p><a href="http://twitter.com/MichelleKiyo/status/95880394053918720" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/#!/kamii_lla/status/96075381693624320" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3091" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc2.bmp" alt="" width="263" height="108" /></a></p>
<p>Veja que, nesses três exemplos, todos não fazem referência a mobilização proposta pelo programa. Mas, observando superficialmente a hashtag, não notamos essas diferentes apropriações. Agora imagine as campanhas de marcas (exemplo: <a href="http://www.simviral.com/bem-misteriosa-da-tv-para-o-twitter/" target="_blank">Devassa e a Misteriosa</a>). Será que todas as menções sobre a campanha realmente estão favoráveis para a marca?</p>
<p>Por isso que, atualmente, o monitoramento e análise de buzz está tão em voga. Percebe-se justamente que as informações devem ser analisadas mais profundamente, afim de mensurar o sucesso (ou o fracasso) de qualquer ação de marketing.</p>
<p>Vejamos, por exemplo, uma análise de buzz sobre as transmissões dos jogos de futebol que ocorreram no <strong>dia 27 de junho</strong>, envolvendo times brasileiros. Como sabemos, a transmissão de futebol é algo atraente tanto para os anunciantes quanto para os próprios canais. <strong>Mas o que será que as pessoas dizem sobre as transmissões?</strong> A opinião dos espectadores deve ser considerada para qualquer estratégia planejada nesse contexto.</p>
<p>Durante o dia, identificamos <strong>1.184 posts</strong> que mencionavam a transmissão do jogo e o canal aonde estava assistindo.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc1.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-3115" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc1.bmp" alt="" /></a><em>Participação por canal no buzz</em></p>
<p style="text-align: left;">Olhando apenas o gráfico, pode-se concluir que a <strong>ESPN</strong> (canal pago) tem um volume maior que a Bandeirantes (canal aberto) e a internet.  Entretanto, analisando mais profundamente o buzz, percebemos que as menções sobre <strong>ESPN</strong> e <strong>Esporte Interativo</strong> vieram em decorrência da transmissão exclusiva do jogo <strong>Internacional-RS x Milan</strong>, pela Copa Audi. Percebe-se que muitas pessoas perguntaram aonde estava sendo transmitido a partida, sendo a ESPN citada diversas vezes por conta disso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/DaiaDorneles/status/96278992012836864" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3117" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blogdpc5.bmp" alt="" width="209" height="86" /></a><em>Torcedores do Inter-RS mencionando a ESPN</em></p>
<p style="text-align: left;">Já a <strong>SporTV</strong> tem uma participação expressiva no buzz por conta dos <strong>problemas técnicos</strong> enfrentados durante a partida Fluminense x Atlético-MG. Os espectadores reclamaram sobre a queda do sinal.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/tonnywashington/status/96367033628897281" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3136" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/blog-dpc-2.bmp" alt="" width="211" height="84" /></a><em>Espectadores irritados com os problemas da transmissão</em></p>
<p style="text-align: left;">Com tantas opções de partidas, percebe-se que muitas pessoas optaram em acompanhar as partidas <strong>via internet</strong> por não estarem sendo transmitidas na televisão. Entretanto, a grande maioria lamentava o fato da transmissão ser &#8220;<strong>muito ruim</strong>&#8221; e deixar claro que é a &#8220;<strong>última alternativa</strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/ericmiyamoto/status/96388092101013505" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3138" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/internet2.bmp" alt="" width="217" height="86" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/ericmiyamoto/status/96388092101013505" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/tarcisiobarbosa/status/96391213145534464" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3137" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/internet1.bmp" alt="" width="213" height="83" /></a><em>A qualidade da transmissão via internet foi criticada</em></p>
<p style="text-align: left;">Nas menções sobre a <strong>Bandeirantes</strong>, percebe-se uma <strong>satisfação dos torcedores palmeirenses</strong> por conta do canal transmitir a partida Figueirense x Palmeiras.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/SuntMatheus/status/96387728240939009" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3140" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/band.bmp" alt="" width="214" height="92" /></a><em>Palmeirenses divulgaram a transmissão da partida na Bandeirantes</em></p>
<p style="text-align: left;">Apesar da grande maioria no buzz, a Globo obteve um grande volume de <strong>críticas</strong> por transmitirem o jogo <strong>Coritiba x São Paulo</strong> ao invés de Santos x Flamengo, cuja partida foi considerada um &#8220;jogão&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/_KeSs_/status/96399606505668608" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3141" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/globo1.bmp" alt="" width="202" height="92" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://twitter.com/_KeSs_/status/96399606505668608" target="_blank"></a><a href="http://twitter.com/carol_aalves/status/96392567704395777" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-3142" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/Globo-2.bmp" alt="" width="197" height="94" /></a><em>Protestos contra a transmissão do jogo do São Paulo na Globo</em></p>
<p><strong>Conclusões:</strong></p>
<p>- Nem sempre a presença de um termo nos <a href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter" target="_blank">Trending Topics</a> ou nos assuntos mais comentados é 100% benéfico. Por isso que uma análise de buzz é essencial para entender o que realmente aconteceu e tirar insights para as próximas ações.</p>
<p>- Especificamente no estudo sobre as transmissões das partidas, percebe-se que a disseminação dos tweets que mencionam os canais pode ser positivo (ex: ESPN, Esporte Interativo e Bandeirantes) ou negativo (ex: Sportv, Globo e internet).</p>
<p>- No caso da internet, essa é usada como última alternativa para acompanhar os jogos que não são transmitidos na televisão. Entretanto, tem uma participação bastante expressiva no buzz (15%). Será que não é uma oportunidade para os canais televisivos melhorarem ou inovarem em suas transmissões via internet?</p>
<p>- Também se  confirma que o Twitter e a televisão são consumidos ao mesmo tempo, exemplificado pela mobilização instantânea do CQC e pelo o que aconteceu com a transmissão da Sportv, quando apresentou problemas técnicos. Os espectadores imediatamente reclamaram via Twitter e direcionaram para o perfil oficial do canal.</p>
<p><strong>UPDATE</strong>: O <a href="http://twitter.com/tarushijio" target="_blank">Tarcízio Silva</a> divulgou um excelente post sobre a relação Televisão e Mídias Sociais no grupo do <a href="http://lnkd.in/RiCXzH" target="_blank">Linkedin sobre o assunto</a>. Leia <a href="http://thenextweb.com/media/2011/04/18/how-media-check-in-apps-will-change-the-way-we-watch-tv/" target="_blank">aqui</a> (em inglês). Também há uma apresentação do Radian6 que mostra as diferentes formas de apropriação dessa relação. Veja <a href="http://www.slideshare.net/Radian6/tv-gets-social" target="_blank">aqui</a>.<br />
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		<title>Mensurando influência nas Redes Sociais: o Peer Index</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 14:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<description><![CDATA[O Peer Index se complementa ao Klout e fornece mensurações sobre autoridade em determinados assuntos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-redes-sociais-peer-index&#038;via=_dp6&#038;text=Mensurando influência nas Redes Sociais: o Peer Index&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-redes-sociais-peer-index"></g:plusone></div>
<p>O <a href="http://www.peerindex.net/" target="_blank">Peer Index</a> é um índice semelhante ao <a href="http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-no-twitter-o-indice-klout" target="_blank">Klout Score</a>, compreendendo também entre 0 a 100 e visando mensurar a influência (autoridade) de um perfil. A diferença está na abordagem: enquanto o Klout tem um foco mais geral da audiência engajada, o Peer Index busca especificar em quais assuntos o perfil tem maior autoridade. Para isso, a ferramenta se baseia na idéia de que as pessoas compartilham assuntos que  mais lhe interessam, correspondendo à afinidade e, consequentemente, autoridade sobre o assunto.</p>
<p>&#8220;<em>We believe web authority is established when we participate in  meaningful exchanges of information online. [...] We also believe that the type of information we  share reveals a lot about who we are, whom we know, and what we know &#8211;  after all, we tend to talk about the things we care about, are most  knowledgeable in, and with people interested in similar subjects</em>&#8221; (direto do FAQ do Peer Index)</p>
<p><span id="more-2567"></span></p>
<p>O Peer Index também é baseado em um tripé de métricas: <strong>Authority (Autoridade), Audience (Audiência) e Activity (Atividade)</strong>. Autoridade está ligada ao conteúdo que o perfil compartilha e engaja seu público. Audiência é o volume desse público e Atividade é a frequência de publicação de conteúdo relevante.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-21.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2569" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-21.bmp" alt="" width="249" height="245" /></a><em>As três métricas para o Peer Index</em></p>
<p>É dentro da métrica &#8220;Autoridade&#8221; que o Peer Index segmenta por assuntos, dividindo a análise em oito principais áreas:</p>
<p>- AME &#8211; Artes e entretenimento</p>
<p>- TEC &#8211; Tecnologia e internet</p>
<p>- SCI &#8211; Ciências e meio ambiente</p>
<p>- MED &#8211; Medicina e saúde</p>
<p>- LIF &#8211; Lazer e bem-estar</p>
<p>- SPO &#8211; Esportes</p>
<p>- POL &#8211; Notícias, atualidades e política</p>
<p>- BIZ &#8211; Negócios e economia</p>
<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/figura-1.bmp"><img class="aligncenter" src="../wp-content/uploads/figura-1.bmp" alt="" width="365" height="262" /></a><em>Painel de autoridade por assunto</em></p>
<p>Na figura acima, percebe-se que o perfil posta mais conteúdo sobre tecnologia e internet do que os demais assuntos. Além disso, o Peer Index identifica tópicos dentro dos oito assuntos e também as principais fontes utilizadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-31.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2571" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-31.bmp" alt="" width="491" height="129" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-41.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2572" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-41.bmp" alt="" width="488" height="125" /></a><em>Exemplos de painéis contendo os tópicos e as principais fontes de conteúdo</em></p>
<p style="text-align: left;">Entretanto, o principal problema do índice é que ele só fornece esses dados completos se o perfil for registrado na ferramenta. Digitando o perfil do jogador Neymar (<a href="http://twitter.com/njr92" target="_blank">@njr92</a>), por exemplo, encontramos apenas o seu Peer Index &#8220;estimado&#8221; e sem os detalhamentos das métricas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-5.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2575" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-5.bmp" alt="" width="451" height="107" /></a><em>Painel do perfil do Neymar e o aviso sobre os dados estimados</em></p>
<p style="text-align: left;">O Peer Index auxilia o entendimento do Klout Score, no sentido de especificar em quais assuntos o perfil tem maior influência. Para campanhas de seeding, aonde se busca atingir públicos-alvo segmentados, é essencial saber quais perfis atendem a estratégia. É mais uma ferramenta que ajuda a compreender e esclarecer a questão sobre influência em mídias sociais.</p>
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<li><a href="http://www.dp6.com.br/uma-metodologia-qualitativa-para-buzz-intelligence-o-indice-de-buzz"><!--:pt-->Uma metodologia qualitativa para Buzz Intelligence: o Índice de Buzz<!--:--></a></li>
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		<title>Mensurando influência no Twitter: o Índice Klout</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 05:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
		<category><![CDATA[klout]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A discussão sobre influência no Twitter ganha uma nova dimensão com o índice Klout, que considera diversas variáveis para se analisar um perfil e seu poder de influência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-no-twitter-o-indice-klout&#038;via=_dp6&#038;text=Mensurando influência no Twitter: o Índice Klout&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/mensurando-influencia-no-twitter-o-indice-klout"></g:plusone></div>
<p>A discussão sobre a <a href="http://www.dp6.com.br/mensuracao-de-influencia-no-twitter" target="_blank">mensuração de influência de um perfil no Twitter</a> é longa e complexa. Longa porque acontece desde a criação do Twitter. E complexa porque ainda não existe um consenso do que é influência e o pior, de como mensurá-la. É nesse contexto que o <a href="http://klout.com" target="_blank"><strong>Klout</strong></a> se propõe a esclarecer essas questões, oferecendo um índice de 0 a 100 e que busca contemplar os principais fatores para essa mensuração.</p>
<p>No dicionário Houaiss, influência é o &#8220;<span><span><em>poder de produzir um efeito sobre os seres ou sobre as coisas, sem aparente uso da força ou de autoritarismo</em>&#8220;. No próprio Klout, a definição é semelhante e contextualizada para a web: &#8220;</span></span><em>We (Klout) believe that influence is the ability to drive people to action &#8212;  &#8220;action&#8221; might be defined as a reply, a retweet, a comment, or a click</em>&#8221; (&#8220;Nós acreditamos que influência é a habilidade de convencer as pessoas a agir &#8211; agir pode ser definido como um reply, um retweet, um comentário ou um clique&#8221;). Tomando por base essa definição, podemos entender o motivo da formação do tripé do índice Klout: <strong>True Reach</strong>, <strong>Amplification Probability</strong> e <strong>Network Influence</strong>.</p>
<p><span id="more-2390"></span><strong>True Reach</strong> (Real Alcance) é o tamanho de sua audiência engajada. Basicamente, o Klout elimina os perfis falsos, inativos ou provedores de spam e calcula o volume de perfis que realmente você pode exercer influência. Ele é fornecido em número bruto e leva em consideração o número de seguidores, de seguidores mútuos, total de retweets, a razão seguidores/seguidos, total de mentions e de listas incluídas.
</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/truereach.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2392" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/truereach.bmp" alt="painel de True Reach width="377" height="143" /></a><em>Exemplo do painel de True Reach</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Amplification Probability</strong> (Probabilidade de amplificação) é a probabilidade do conteúdo do perfil ser disseminado pelos seus seguidores ou até mesmo iniciar uma conversa. O Klout considera três pilares principais para essa métrica: <strong>engajamento, velocidade de propagação e volume de atividade</strong>. Engajamento, basicamente, é a interação entre o perfil e os seguidores. Velocidade de propagação considera a rapidez que o conteúdo é disseminado e se esse atinge outras redes, fora do círculo de seguidores. Volume de atividade mede se a frequência de postagem é a ideal para a audiência e se os posts geram novos seguidores.</p>
<p style="text-align: left;">Seguindo o conceito de influência do Klout e do Houaiss, Amplification Probability é a métrica mais interessante para considerarmos pois, basicamente, mede a <strong>resposta dos seguidores perante o conteúdo do perfil</strong>, valorizando a distinção de &#8220;<strong>amplificadores únicos</strong>&#8220;, que é semelhante a métrica de &#8220;visitantes únicos&#8221; no <a title="Web analytics" href="http://www.dp6.com.br/produtos-e-servicos/web-analytics">web analytics</a>. Ou seja, basicamente, o <strong>Amplification Probability está interessado em saber se o conteúdo está gerando interação na rede de seguidores do perfil e se é disseminado em outras redes</strong>. Tanto é que, nos fatores que o compõem, temos o volume de retweets únicos (dados por perfis diferentes), número de mensagens que foram retweetadas, volume de perfis únicos que mandaram reply e a razão entre seguidores que deram retweet sobre o volume total de seguidores.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/amplification.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2393" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/amplification.bmp" alt="painel de Amplification Probability" width="399" height="154" /></a><em>Exemplo de painel de Amplification Probability</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Network Influence</strong> (Influência da Rede) é a influência da audiência engajada do perfil. Apesar de também considerar a influência geral dos seguidores, ele dá mais peso aos seguidores que interagem com o perfil, seja via mentions, replys, retweets e inclusões em listas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/networkscore.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2394" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/networkscore.bmp" alt="painel de Network Influence" width="379" height="148" /></a><em>Exemplo de painel de Network Influence</em></p>
<p style="text-align: left;">Com o valor das três métricas, o Klout monta o índice geral, o <strong>Klout Score</strong>. Além disso, ele também classifica o perfil entre 16 categorias (Klout Styles): <strong>Observer, Explorer, Activist, Specialist, Dabbler, Conversationalist, Socializer, Networker, Syndicator, Feeder, Thought Leader, Pundit, Curator, Broadcaster, Taste Maker e Celebrity</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/score.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2397" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/score.bmp" alt="perfil do Klout no Twitter" width="350" height="177" /></a><em>Exemplo do Klout Score do perfil do Klout no Twitter</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/kloutstyle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2399" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/kloutstyle.jpg" alt="" width="363" height="411" /></a>As categorias do Klout Style e os respectivos quadrantes (visto <a href="http://tarciziosilva.com.br/blog/tag/klout/" target="_blank"></a><a href="http://hmckie.files.wordpress.com/2011/03/klout-influence-matrix.jpg" target="_blank">aqui</a>)<br />
</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/kloutclassification.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2395" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/kloutclassification.bmp" alt="" width="392" height="409" /></a><em>Um exemplo de painel do Klout Style, comparando os principais seguidores do perfil do @Klout<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;">É importante ressaltar que o Klout valoriza mais a qualidade das interações do que o volume de seguidores de um perfil. E isso conseguimos visualizar em uma análise comparativa, como no exemplo abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/tabelacomparativaklout.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2401" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/tabelacomparativaklout.bmp" alt="" width="440" height="223" /></a><em>Painel com 12 perfis oficiais de times de futebol brasileiros, com as métricas do Klout e o volume de seguidores</em></p>
<p style="text-align: left;">Percebe-se que, mesmo com um volume maior de seguidores, o perfil do Corinthians possui um Klout Score menor que perfis com menos seguidores, como o do Grêmio e do Vasco da Gama. Também se percebe que o Amplification Probability (A.P.) possui uma correlação com o Klout Score, pois os perfis com maiores A.P. são os que possuem maiores índices.</p>
<p style="text-align: left;">Apesar de oferecer as três métricas e uma classificação do tipo de perfil (Klout Style), a principal crítica que existe sobre o Klout é a forma de cálculo desses valores, já que ele não explica exatamente como os realiza e apenas cita os fatores que os influenciam. Isso acaba causando problemas na determinação do índice e <a href="http://www.pmorganbrown.com/2010/11/brands-beware-my-klout-score-is-a-farce/" target="_blank">questionamentos sobre os resultados</a>. Entretanto, o Klout anda recebendo cada vez mais notoriedade e adesão por parte das <a href="http://mashable.com/2010/06/21/virgin-america-klout-influencers/" target="_blank">grandes companhias</a> e <a href="http://mashable.com/2010/01/01/twitter-influential-topics/" target="_blank">meios especializados</a>, ganhando atenção do <a href="http://mashable.com/2010/11/17/twitter-reputation-scores/" target="_blank">próprio Twitter</a>, de <a href="http://klout.com/blog/2011/05/gnip-twitter-data-now-with-klout/" target="_blank">outras empresas de T.I.</a> e de fundos de investimentos.</p>
<p style="text-align: left;">Por enquanto, é o índice mais usado para se mensurar influência no Twitter, sendo também utilizado para analisar perfis de Facebook e com pretensões para perfis de Linkedin e Foursquare. Com uma integração entre essas redes, esperamos que seja possível uma análise mais sofisticada, com novas métricas que agreguem essas novas redes. Mas ainda tem muitas novidades para chegar.</p>
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</ul>
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		<title>Ferramentas para Analisar os Trending Topics do Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 17:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Ishida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Complementando o post do Marco Cardozo sobre o funcionamento dos Trending Topics, agora apresentamos as principais ferramentas para a análise dos Trending Topics do Twitter. Antes de mais nada, é importante ressaltar a grande dificuldade que existe para se ter um registro histórico dos TTs, principalmente para uma análise qualitativa. Basicamente, as ferramentas ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter&#038;via=_dp6&#038;text=Ferramentas para Analisar os Trending Topics do Twitter&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
<div style="float:right; width:82px; text-align:right;" align="right"><g:plusone size="small" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter"></g:plusone></div>
<p>Complementando o post do Marco Cardozo sobre <a href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter" target="_blank">o funcionamento dos Trending Topics</a>, agora apresentamos as principais ferramentas para a análise dos Trending Topics do Twitter. Antes de mais nada, é importante ressaltar a grande dificuldade que existe para se ter um registro histórico dos TTs, principalmente para uma análise qualitativa. Basicamente, as ferramentas ou possuem uma boa base quantitativa e histórica dos Trending Topics, só que sem detalhamentos qualitativos, ou possuem uma boa cobertura qualitativa, mas sem um registro histórico. É 8 ou 80. Sendo assim, é importante cruzarmos as diversas ferramentas para que possamos extrair as melhores análises possíveis.</p>
<p><span id="more-2036"></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2039" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/twend" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2039" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/twend.png" alt="Twend.it" width="260" height="130" /></a></p>
<p><a href="http://twend.it" target="_blank">Twend.it</a> registra os Trending Topics Mundiais desde Maio de 2010 e, recentemente, começou a registrar os TTs por país, como o Brasil. Apresenta quais os dias que o termo entrou nos TTs e qual foi o período que permaneceu. Também mostra uma lista dos quinze últimos tweets contendo o termo.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2041" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/figura-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-2041" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-2.bmp" alt="Exemplo de painel do Twend.it" width="353" height="161" /></a><em>Exemplo de painel do Twend.it, sobre o termo &#8220;Rebecca Black&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">No exemplo acima, percebemos que &#8220;Rebecca Black&#8221; permaneceu nos Trending Topics mundial durante os dias 13 a 22 de Março e durante o dia inteiro. Já no dia 23, ficou nos TTs durante 70% do dia e, no dia 24, não entrou. No dia 25, ficou um pouco mais da metade do dia e, nos dias 26 a 28, ficou por um período mais curto.</p>
<p style="text-align: left;">Essa visão que o Twend.it nos fornece é importante para entendermos o contexto e direcionarmos melhor as análises de buzz. Entretanto, o Twend.it não segmenta os &#8220;<a href="http://support.twitter.com/articles/489553-o-que-s-xe3-o-as-tend-xea-ncias-promovidas" target="_blank">Promoted Topics</a>&#8220;, ou seja, não conseguimos distinguir se o termo entrou nos TTs por espontaneidade ou porque foi promovido, o que dificulta a análise. Além disso, o registro histórico é muito recente, principalmente para o Brasil. Muitos termos que fizeram sucesso, como #putafaltadesacanagem, não foram catalogados.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><a rel="attachment wp-att-2038" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/trendistic" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2038" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/trendistic.png" alt="Trendistic" width="500" height="55" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Outra boa referência, na mesma linha do Twend.it, é o <a href="http://trendistic.com/" target="_blank">Trendistic</a>. A diferença é que o Trendistic não se refere especificamente aos Trending Topics e sim no percentual que o termo representou perante o volume geral de menções. Além disso, você pode determinar qual período gostaria de ver (desde as últimas 24 horas ou nos últimos 7, 30, 90 ou 180 dias).</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2044" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/figura-4"><img class="aligncenter size-full wp-image-2044" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-4.bmp" alt="Exemplo de painel do Trendistic" width="407" height="125" /></a><em>Exemplo de painel do Trendistic, utilizando como base &#8220;Rebecca Black&#8221; nos últimos 30 dias<br />
</em></p>
<p>A principal diferença entre ele e o Twend.it, é que esse apresenta uma visão menos limitada e específica dos Trending Topics: sabemos exatamente quando um termo entrou nos TTs. Com o Trendistic, não temos essa informação, porém, não ficamos &#8220;presos&#8221; ao período que o termo ganhou destaque: podemos visualizar a sua performance nos últimos 180 dias.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2083" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/whatthetrend-2" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2083" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/whatthetrend1.png" alt="What the Trend" width="522" height="90" /></a>O <a href="http://www.whatthetrend.com" target="_blank">What The Trend</a> é a ferramenta que pertence ao segundo grupo (ferramentas qualitativas). Não tem gráficos de desempenho e se foca mais nos assuntos que giram em torno do termo no Trending Topics. Também tem um registro histórico dos vinte TTs mais duradouros nos últimos 30 dias. Entretanto, para o registro completo e segmentado por países, é necessário assinar o <a href="http://whatthetrend.com/pro/signup" target="_blank">pacote Pro</a>, que oferece também uma visão mais aprofundada.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2092" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/figura-3"><img class="aligncenter size-full wp-image-2092" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-3.bmp" alt="" width="486" height="139" /></a><em>Exemplo de painel do What The Trend (extraído dia 15/04/2011)</em></p>
<p style="text-align: left;">Um aspecto bacana do What The Trend é que ele não se limita apenas aos tweets, mas também em posts de blogs e notícias, ampliando o espectro de compreensão do termo. Além disso, ele se baseia na colaboração dos usuários para definir os termos em evidência, oferecendo recompensas (badges) para os que mais contribuírem corretamente nas definições. Alguns programas, como o TweetDeck, utilizam o What The Trend para explicar os Trending Topics do momento.</p>
<p style="text-align: left;"><a rel="attachment wp-att-2037" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/knowyourmeme"><img class="aligncenter size-full wp-image-2037" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/knowyourmeme.png" alt="" width="300" height="29" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O <a href="http://www.knowyourmeme.com" target="_blank">Know Your Meme</a> é um site que registra os principais fenômenos (<em>memes</em>) da internet. E, como geralmente esses fenômenos são Trending Topics, o site acaba servindo como uma &#8220;enciclopédia&#8221; para sabermos mais detalhes, origens e curiosidades que possam ser utilizados para as análises.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2093" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/figura-6"><img class="aligncenter size-full wp-image-2093" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/figura-6.bmp" alt="" width="469" height="266" /></a><em>Descrição de Rebecca Black no Know Your Meme</em></p>
<p style="text-align: left;">Para encerrar o post, o Youtube lançou o recurso <a href="http://www.youtube.com/trendsdashboard" target="_blank">Youtube Trends Dashboard</a>, aonde ele lista os vídeos que mais estão sendo compartilhados ou vistos no momento. Dá para filtrar por país, por gênero e por idade, além de permitir diversas comparações dentro desses segmentos.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2094" href="http://www.dp6.com.br/ferramentas-para-analisar-os-trending-topics-do-twitter/youtubetrends"><img class="aligncenter size-full wp-image-2094" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/youtubetrends.bmp" alt="" width="498" height="252" /></a><em>Painel do Youtube Trends Dashboard, segmentado por Brasil e extraído no dia 15/04/2011</em></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Analisar Trending Topics é uma tarefa complicada, mas essas ferramentas podem ajudar bastante nessa empreitada.</p>
<p>Agradecimentos ao <a href="http://www.dp6.com.br/author/marcosfernandes" target="_blank">Marcos Fernandes</a>, pela ajuda na produção do post.<br />
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		<title>Afinal, como funciona o Trending Topics do Twitter?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 01:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Cardozo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Embora o Twitter seja uma rede social mais do que consolidada (completou 5 anos no dia 21/3/2011 e tem mais de 460 mil novas contas criadas diariamente, além de  140 milhões de tweets/dia), ainda há muita confusão sobre o que realmente são os ‘tópicos da tendência’ e qual o seu funcionamento. Afinal, como funciona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-right: 20px; margin-left: 10px; width:100px; height:20px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter&#038;via=_dp6&#038;text=Afinal, como funciona o Trending Topics do Twitter?&#038;related=_dp6:Inteligência e Performance Digital&#038;lang=en&#038;count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>
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<p>Embora o Twitter seja uma rede social mais do que consolidada (completou 5 anos no dia 21/3/2011 e tem mais de 460 mil novas contas criadas diariamente, além de  140 milhões de tweets/dia), ainda há muita confusão sobre o que realmente são os ‘tópicos da tendência’ e qual o seu funcionamento. Afinal, como funciona o Trending Topics do Twitter?</p>
<p>Muitos acreditam que os TT´s são os termos mais postados no Twitter, quando na verdade são as palavras que possuem um maior crescimento exponencial momentâneo, isto é, atingem o maior volume durante determinado período. Por exemplo: em um domingo com jogos de futebol a serem transmitidos, a probabilidade de o grande jogo da rodada aparecer nos tópicos de tendência, ou ao menos o nome de um dos times, é muito grande, pois muitos usuários tem o hábito de comentar os gols, jogadas e fazer brincadeiras sobre os times na rede social durante a partida, atingindo um maior crescimento durante o período da partida.<span id="more-1842"></span></p>
<p>Acontecimentos como o Oscar, <a title="Oscar 2011" href="http://www.dp6.com.br/um-primeiro-estudo-de-buzz-intelligence-sobre-a-cerimonia-do-oscar-2011" target="_blank">citado em post recente do blog</a>, são muito propícios em aparecer nos Trending Topics por se tratarem de algo momentâneo e que geram discussões e comentários, onde as pessoas gostam de expressar suas opiniões, e o Twitter foi desenvolvido exatamente para isso. Segundo definição da própria ferramenta, “O Twitter é ligado às notícias mais recentes e aos acontecimentos do momento, e os nossos Tópicos da Tendência identificam estes assuntos e os tornam imediatamente popular, para ajudar as pessoas a descobrir mais sobre as ‘últimas notícias’ e os assuntos mais falados no mundo todo”.</p>
<p>Além dos casos sazonais, devido a alta adesão do público jovem à ferramenta, muitos assuntos <em>teens</em> como ‘Justin Bieber’ aparecem com grande frequência entre os TT´s, pois qualquer novo acontecimento relacionado aos seus ídolos da mídia/música são amplamente comentados nos tweets, transformando-se em um trending topic.</p>
<p><strong>E onde a hashtag (#) entra nessa história?</strong></p>
<p>Os marcadores servem para identificar as palavras-chave da &#8220;tweetada&#8221; de maneira a facilitar que os demais usuários encontrem os termos. Ao clicar em uma palavra marcada, você verá todas as tweetadas relacionadas a elas. Exemplo recente de utilização de um termo marcado foi o “#prayforjapan”, que identificava os tweets de apoio e solidariedade ao país.</p>
<div id="attachment_1843" class="wp-caption aligncenter" style="width: 295px"><a rel="attachment wp-att-1843" href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter/prayforjapan"><img class="size-medium wp-image-1843" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/prayforjapan-285x300.jpg" alt="" width="285" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">Resultados de busca com o marcador para #prayforjapan</p>
</div>
<p>Essa maneira de marcar os termos principais caiu nas graças dos usuários e frequentemente identificamos essas marcações entre os Trending Topics, como no dia mundial da água (22 de março) onde 2 termos aparecem entre os tópicos de tendência: #diamundialdaagua e #diadaagua, ambos identificados com a tag.</p>
<p>Porém, vale ressaltar que não é necessária a utilização do marcador para que o termo apareça entre as tendências. A imagem abaixo mostra que temos também termos sem a sua utilização.</p>
<div id="attachment_1844" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-1844" href="http://www.dp6.com.br/afinal-como-funciona-o-trending-topics-do-twitter/tts"><img class="size-medium wp-image-1844" src="http://www.dp6.com.br/wp-content/uploads/tts-300x127.jpg" alt="" width="300" height="127" /></a>
<p class="wp-caption-text">Demonstração dos tópicos de tendência com e ser marcadores</p>
</div>
<p><strong>Tópicos e Tendências promovidas</strong></p>
<p>Em 2010 o Twitter lançou seu ‘Promoted Topics’, tweetadas de marcas e empresas que surgem na primeira posição entre as buscas feitas por assuntos relacionados. É uma ação muito próxima do que encontramos em estratégias de SEM, onde temos o ‘anúncio’ (tweetada, no Twitter) identificado como propaganda &#8211; no caso do Twitter, um ícone ‘Promoted’ &#8211; e que aparece antes dos demais, considerados ‘orgânicos’.</p>
<p>Tal serviço se estende também para os tópicos de tendência e, por isso, merece destaque nesse post. Para ser uma tendência promovida o assunto deve ter um nível mínimo de popularidade no Twitter, ainda que não ao ponto de aparecer nos TT´s de forma espontânea.</p>
<p>Dessa maneira, estar entre os TT´s é algo próximo de uma propaganda de determinada palavra, pois usuários que não tem conhecimento do termo muitas vezes pesquisam o porque de ele estar entre as tendências daquele instante e, se gostarem, começam a acompanhar e promover ainda mais, atingindo o objetivo da ferramenta. Vejam todos os detalhes sobre o &#8220;trending Topic Promoted&#8221; no <a title="O que são TT's Promoted?" href="http://support.twitter.com/articles/489553-o-que-s-xe3-o-as-tend-xea-ncias-promovidas" target="_blank">Twitter Help Center</a>!<br />
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