15/Jun
17:42

Busca criptografada do Google: O que muda para Web Analytics e SEO


Google SSL logo No último dia 21 o Google lançou o modo de pesquisa segura na sua página inicial como mais uma medida de garantir a privacidade de seus usuários. Este modo utiliza o padrão SSL de criptografia identificado pelo “https” na URL. Atualmente não existe um link direto para a busca segura na página inicial do Google e para utilizá-la o usuário deve acessar o endereço específico.

Quando navegamos em uma conexão segura ou criptografada, é como se existisse um canal protegido ligando diretamente seu browser ao servidor do site. Assim, ao fazer uma pesquisa usando esse novo modo criptografado, este canal seguro é formado impedindo que os termos pesquisados sejam capturados por terceiros em sua rede, garantindo sua privacidade.

Essa busca criptografada não só protege os dados do usuário, mas também “camufla” a origem do usuário para os sites visitados através dessas pesquisas, com impacto direto nas análises de fonte de tráfegos pelas ferramentas de web analytics e no estudo de keywords para SEO.
Leia mais

17/Nov
18:16

Medindo Twitter com Google Anaytics


O Twitter não para de crescer (456% em Abril desse ano), e muitos clientes começam a questionar quantos usuários chegaram ao seu site através dessa fonte de tráfego.

Os links que são acessados pelo site do Twitter podem ser vistos em Referals, já os que vêm de software (Twhirl, Twitterriffic, Echofon, etc) são interpretados como Visitas Diretas. Considerando que a URL não foi codificada, é claro.  Quem quiser mais informações sobre como codificar URLs pode encontrar nesse URL Builder do Analytics.

Segundo o site TweetStats, somente 32% dos tweets são enviados pelo site do Twitter – o restante é via software.

Conclusão: se a URL não for codificada, podemos afirmar que o Twitter gerou no MÍNIMO o valor informado como Referal e que é possível que o Acesso Direto seja bem menor que o mensurado.

Caso não seja possível codificar a URL (muitas pessoas divulgam a URL sem precisar necessarimente ter vindo da divulgação feita pela empresa), sugerimos uma ferramenta para monitoramento de mídias sociais (Scup, por exemplo) para atenuar esse problema. Ele não resolve o problema por inteiro, já que vai indicar quantos posts e referências a sua marca (ou link) apareceram e pode dar também o número de followers que cada pessoa que “twitou” tem (o que pode ser inflado via script), mas não vai ser possível saber quantas pessoas efetivamente leram e nem quantas clicaram no link, ou seja, por enquanto não tem jeito, se não der pra codificar o link, ele vai estar no tráfego direto e aí o discurso tem que ser o de no mínimo mesmo. Uma outra dica interessante, é codificar a url e depois utilizar um encurtador de URL , eles próprios terão estatísticas que podem complementar as do Analytics.

O importante é sempre lembrar a famosa frase de Albert Eisten: “Not everything that counts can be measured. Not everything that can be measured counts.”

Enjoy :)

14/Nov
15:30

Como medir o tráfego de um feed RSS no Google Analytics


feedburner-stats-google-analytics

Para os usuários experientes de qualquer ferramenta de Web Analytics, medir o tráfego de qualquer origem, de e-mail a banners, de parceiros a mídia off-line, não requer nada mais que adicionar alguns parâmetros na URL que leva à página medida.

E aí, para medir as visitas vindas de um feed RSS, basta inserir os parâmetros em todos os links deste feed, certo?

Aparentemente sim, mas imagine o trabalho de adicionar à cada link estes parâmetros para que todos que usem o feed acessem o link parametrizado.

Bom, foi pra isso que o Google publicou nesta semana mais um recurso interessante ao  FeedBurner que, para quem não sabe, é seu produto gerenciador de feeds, adquirido pela companhia em 2007. O recurso permite ir além das estatísticas básicas de assinantes que o FeedBurner já oferece e integrar a medição de tráfego utilizando o Google Analytics.

Leia mais

28/Set
14:36

Como medir campanhas do Yahoo Search Marketing no Google Analytics


yahoo search marketing & google analyticsNão existe segredo para identificar outras origens manualmente no Google Analytics, que pode ser feito facilmente através de utilitários simples como a ferramenta criadora de url para Google Analytics do próprio Google.

E, com o uso correto, estas parametrizações fazem com que as URLs que sejam usadas para as campanhas contenham sempre as informações de origem que serão utilizadas pelo Google Analytics.

Veja como fica uma URL parametrizada para Google Analytics:

http://www.site.com.br/pagina.htm
?utm_source=Minha%2BOrigem
&utm_medium=Minha%2BM%C3%ADdia
&utm_term=Minha%2BPalavra-chave
&utm_content=Minha%2BVersao%20do%20Anuncio
&utm_campaign=Minha%2BCampanha

Esta URL, ao ser acessada, irá levar à tag do Google Analytics as seguintes informações:

  • Origem (utm_source): Minha Origem
  • Mídia (utm_medium): Minha Mídia
  • Palavra-chave (utm_term): Minha Palavra-chave
  • Campanha (utm_campaign): Minha Versao do Anuncio
  • Anúncio (utm_content): Minha Campanha

Para identificar campanhas de links patrocinados, independente da plataforma, Yahoo, MSN AdCenter ou outra, recomenda-se que o parâmetro “Mídia” (utm_medium) seja identificado como “cpc”, que é o padrão do Google Analytics. Também pode-se preencher o parâmetro “Palavra-chave” (utm_term) e ter as visitas organizadas por palavras-chave.

Para identificar visitas do Yahoo, porém, existe um recurso adicional do Yahoo:

Leia mais


Feed RSS - Direct Performance agora é dp6.

SP: Av. das Nações Unidas, 10.989 - Conj. 41 - Vila Olímpia - 04578-000
São Paulo - Brasil


RJ: Rua Francisco Sá, 23, 11° andar - Copacabana - 22080-010
Rio de Janeiro Paulo - Brasil

Stop SOPA